Postagens

Mostrando postagens de Novembro 6, 2015

A MORTE DE PABLO NERUDA

Imagem
Relatório oficial: “altamente provável” que Neruda tenha sido assassinado

Até agora a morte do poeta, em setembro de 1973, era atribuída a um câncer de próstata

DOWNLOADDocumento do Ministério do Interior do Chile sobre a morte de Neruda


"Um documento oficial do Ministério do Interior do Governo do Chile reconhece pela primeira vez que é bem possível que Pablo Neruda tenha sido assassinado. Segundo o documento, ao qual EL PAÍS teve acesso, o poeta e Prêmio Nobel de Literatura de 1971 não morreu “em consequência do câncer de próstata de que padecia”, mas é “claramente possível e altamente provável a intervenção de terceiros”. Neruda morreu em 23 de setembro de 1973, um domingo, às 10 e meia da noite na Clínica Santa María, de Santiago, no Chile. Nesse dia, segundo “está comprovado no processo”, diz o documento oficial, aplicaram-lhe uma injeção ou o fizeram ingerir algo que teria precipitado a sua morte, seis horas e meia depois. Tudo isso, poucas horas antes de o Nobel partir em um …

Só por ter você

Imagem
Só por ter você
É grande, exposto e de sensação deleitosa Amor saudável, azul celeste e rosa silvestre Eterno voo ao aconchegante desconhecido... E tem como objetivo ser sempre bem-vindo nos acasos.
Seu suor é elixir da minha magia branca No branco de seus olhos me aprofundo tanto que saio de mim Algo assim muito ímpar, sucinta e particular O sobrenatural sobrevivente, prazeroso e peculiar.
Entro no seu “eu” mais íntimo Descubro sua carícia preferida Suas orações proferidas Seus gestos, seus sexos Seu ritmo.
Coloco meu rosto no travesseiro Um olhar surge por todos os lados Os sorrisos que já se fazem impregnados No colosso de todo amor verdadeiro.
André Anlub®

Madrugada de 27 de abril de 2015

TV Brasilhttps://www.facebook.com/tvbrasil/videos/10153541778502985/?pnref=story
Posted by Marcia Tiburi on Quarta, 28 de outubro de 2015

Madrugada de 27 de abril de 2015 (com uma enorme saudade do amanhã)

Sempre me flagro longe, pensando na minha velhice, na minha careca reluzente e no meu coração ainda batendo e amando, pescando em águas calmas e fartas de peixes e inspirações; é recorrente. 
Penso no meu futuro barco simples, azul turquesa, nas águas de uma cidade do nordeste. Um barco com aquela tradição de um nome feminino escrito em letras simples e sóbrias nas laterais da embarcação...
Há um tempo eu colocaria alguma pintora que gosto, que simbolizou algo em mim: Tarsila ou Djanira ou Haydéa ou Malfati ou Lia Mittarakis... 
Mas hoje em dia mudei e o mais provável é que seja algum nome de uma das escritoras que também me marcaram, nas leituras e/ou nas respectivas histórias: Emily Dickinson ou Sylvia Plath ou Ana C. ou Carolina de Jesus ou Virginia Woolf ou Beauvoir...
Ai, ai, ai, as…