Salve, salve Gonçalves



Salve, salve Gonçalves
(André Anlub - 3/2/13)

Nos primeiros cantos
Expõe com nitidez
Enaltecendo a inspiração
Como tambores, rufando,
O encanto das palavras.

Nos segundos cantos,
Conhecimento e afinação;
Há tentativa de união
E consolação nas lágrimas.

Todo poeta é alteza
Que exibe sua emoção,
Também nos conta a memória
Páginas realmente vividas
Como nos fala em: 
“Os Timbiras”.

E a memória não morre,
Escorre e percorre as folhas,
Em bolhas de um puro folclore
Que é a mais verdadeira verdade.

Grande poeta Toninho,
Permita-me chama-lo assim?

Trovador das palmeiras
Dos pássaros - as aves - as letras
Dos sentimentos e afins.
Poeta do Maranhão,
Bumba meu Boi e Babaçu.

Amor evidenciado na carne,
No cerne e linhas dos versos,
Que habitam entre o céu e o mar.

Grande bardo Toninho,
Tem toda nossa veneração.

Almejamos espalhar esse preito
Para o povo cantar seu versar.

Salve, salve Gonçalves.

(texto para Antologia “Mil poemas para Gonçalves Dias”)

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