No teatro da vida


No teatro da vida
(André Anlub - 4/4/13)

Um brinde à paixão aventureira,
Abrindo o melhor champanhe,
Se banhe na fonte da juventude
E faça dessa quietude a voz guerreira.


Mais ameno, segue firme, segue o tempo,
E ao vento, dissiparam-se as nuvens.
Bem ao longe, as colinas, ornamentos
E o verde, um alento, é perfume.


A natureza é o presente de união
Da unção do momento com o desejo,
Que o beijo assina embaixo, dá o laço,
Encare o passo, pois o tempo é contramão.


Amanheceu e a paixão já fez a cama,
Tomou café, leu jornal e foi-se embora;
Em outra hora, de repente, talvez volte
Pois no agora, fecha a cena, encerra o drama.

Postagens mais visitadas deste blog

A chuva bem-vinda

Tempo de recomeço

Um Eu qualquer