Ótima sexta


O levantar de cada homem (31/12/13) - Onipresente e quiçá salutar, vagão de um extenso trem - vagando, voando, vergando devagar. Cem promessas e esperanças no ar, do cerimonial que o ano transpassa. Vento e vigor entram pelas ventas e dobram o hipotético Cabo das Tormentas. Ficam tempos de acertos e erros; ficam berros que ecoam em intentos... e na nuvem a premissa do restauro da curva que faz reta uma estrada mais turva. Em seus tronos na zona de conforto, estão otimistas os deuses de todos. Roupas alvas, flores brancas e o sol desbotando as flâmulas. É um novo tempo e a mais nova maquiagem, da engrenagem que a ferrugem não come. A esperança sendo real ou miragem, alivia e traz força no levantar de cada homem.

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