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Mostrando postagens de Janeiro 15, 2016

Corações inteligíveis

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Corações inteligíveis (André Anlub - 9/6/13)
Ah, nesse amor descolado, desnudo Das mais gostosas traquinagens; Organizando as engrenagens Desorientando meu mundo.
Acordo afogado no pranto, Praticamente um tsunami violento Que fez-me lembrar dos tantos encantos, Que migraram para o desejo vagabundo.
O tempo se esgota, é a gota d’água... Que desagua na grota e no vento. Pois invento a lorota da mágoa Por não encontrar meu contentamento.
Perco a razão do vivente Mas no convívio, dentro de um conto: Lapido do meu jeito o sonho E à francesa, saio pela tangente.
Ah, sei que o seu pensamento é só meu E num breve instante em branco Escorrem os pigmentos mais francos E colorem todo o nosso apogeu.