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Mostrando postagens de Março 2, 2016

Breu da madrugada

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Breu da madrugada (André Anlub- 1/3/11)
Segue-me nos segundos Dentro do casco, no coração. Até mesmo na alma cálida Por que não?
Como música cadenciada Mas sem compromisso: Talvez um jazz.
Desenhando meus passos Indicando a direção: Indo além.
Deliberando os sentimentos E minhas paixões: Por onde e com quem - decidindo os espaços.
Diferencia o mal e o bem, Arma-me com espada forjada Na fidelidade do mais puro e raro aço.
É regra que quer ser quebrada No mar, é feixe de luz desviada.
E do nada...
Forma um arco-íris mais belo De fogo abrasador e esmero, Visível no breu da madrugada