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Mostrando postagens de Março 17, 2016

Bonifrate

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Bonifrate        (André Anlub - 11/10/11)
Nem imagino por onde é o começo, Quiçá pela dor que corrói em saudade; Nessa idade que se iniciou o apreço Que migrou para incontrolável vontade.
Decompondo o corpo de bonifrate (brinquedo) Trazendo a pior das tramas do enredo.
O coração tornou-se ferro e ferrugem, Carecendo do óleo quente da amargura; Talvez o erro de almejar o impossível, Senão a demência de só ver a negrura.
Não tenho mais rotatividade na alma: Velho, meu coração anda torto. E o porto que há muito tempo vazio, Expõe os corais de um amor absorto.