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Mostrando postagens de Março 28, 2016

Ótima terça

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Limpeza (Um quê de Bovarismo) (11/11/13)
A realidade concorre com minhas vertentes, E elas, céleres e insanas, saem na frente:
- Ouvi dizer que sempre vale a pena.
Faço roleta russa com o imaginário E nesse voar de um total inventário Castram-se cobiças e integra-se a pena.
Vozes tendem o som do trovão, Apocalíptico pisar no vil tédio.
Letras brotam num mata-borrão, Curam, inebriam quão doce remédio.
- Tenho certeza que vale a pena.
Estouram paixões sempre aludidas, Cantam canções, danças nas chuvas.
No certo e no cerco um céu de saídas, Arte que inspira expurgando áureas turvas.
Gosto é gosto, e gosto que gosto:
Gosto de dizer: Esvazie-me – preencha-me, Conheça o verso e o avesso, Rima após rima, Sabe que deixo!
(...) e depois, ao acordar sozinha, Vá viver se estou na esquina.
Gosto de gente que vive demonstrando Que o pouco provável é bastante corriqueiro.
Gosto de terrenos inóspitos, Provocar meus limites, Não quero conselhos e odeio palpites.
Gosto do inusitado, Do ambíguo, Do inédito E reinventar o antigo...
Gost…