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Mostrando postagens de Março 30, 2016

‘Concubino’ Erudito I e II

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‘Concubino’ Erudito I e II (haja axioma)

Já foi de encontro com as mãos aos ombros, ensaiando um inolvidável beijo e demonstrando assim ser o mais original. Ante adormecido Vesúvio, conquistador caro, de curtas palavras afetuosas, minucioso no andar e no faro, pretensão volúvel. E o mal... Serpente que persevera, sempre há tempo que abunda, o veneno que fica à pampa, na sombra e na sobra do mais novo ovo de cobra. Desequilíbrio patológico, espalhando suas crias, nas cidades, nos bairros, nas ruas e vias. E o bem... Conquistador irrestrito, viu-se na acerba enrascada, preso ao amor puro e adequado, afogado em águas rasas, tornou-se de gosto: ‘Concubino’ erudito. Chegou manso com aquele papo de ouro, conquista, envolve e absorve. Se não deu, dá um tempo e tenta de novo naquele clima fresco, aquele vinho bom, lareira acesa e sentimento em “blow”. Se já há resposta, atividade! Com responsabilidade faça de jeito e de bom-tom. Vejo o futuro: a mulher grávida caminhando na praia, saia rodada …