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Mostrando postagens de Abril 19, 2016

Dia do Índio

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Princípio e fim (André Anlub) – sim, é poesia! faz crescer as flores, e nasce nas flores crescidas.
Percebem-se as letras ao vento, fermento dos versos no intento; Na mescla que move à fantasia – lamúria e luxúria dos dias. Diga-se de passagem: a paisagem pairou na barriga dele (grávido), Pariu na paragem mais certa e reta – cerne que outrora tardia.
Faz-se poesia – fez-se cria – faz-se o poeta (ávido), Criou-se a meta na metalinguagem em espectros. Assombrando os muitos herméticos heréticos espertos E espetando os pedantes pedintes descalços moleques.
Ao céu o seu mais lindo e redondo sol brilhante (enérgico), Diamante dos dotes de deuses de doutrinas de histórias; Ao léu as asas cresceram, veio no veio inspiração/sorrisos, Ao velho ao novo ao menino – porta de início de índio de íngreme.
Prepara-se o leito quente – seio da mãe – leite materno, Cobiçando o menino vadio, forte e inteligente (frenético), As letras são o “norte”, coreógrafas convidando ao passeio (imagético), Sem freio, meio – principio…