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Mostrando postagens de Junho 1, 2016

Armageddon II

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Armageddon II
(André Anlub - 7/4/13)

Caçadores de cobiças e amores perdidos,
Senhores dos seus projetos de ações duvidosas,
Jardineiro na ufania das flores de cera de ouvido,
Decifram a nostalgia de ocorrências rigorosas.

Lenhadores brutamontes, bruta montes
Com os seus machados cegos,
Filhos de escravas negras com índios...

São negros ou brancos, francos
Com seus olhos claros de guerra,
Sem ego, mas com a ganância de buscar o infinito.

Se a chuva de meteoros chegar em má hora
E quatro cavaleiros lhe derem guarida,
Com parcimônia de quem cultiva passiflora,
Empunha a espada, dá meia volta e procura saída.

Vivendo em um singelo passado do agora:
- é o azul que faz fronteira com um feio absurdo.

Os vieses que ecoam aos ouvidos de muitos,
Aquecem como o nome de Nossa Senhora.

Ótima tarde de quarta!

Um pouco de André Anlub - Autor de 5 livros, coautor em quase 70 livros em papel e 20 em e-book • Livros solos em papel: 'Poeteideser' de 2009 • Trilogia Poética: 'Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos' de 2014 • Em março de 2015 lançou 'Puro Osso - duzentos escritos de paixão', em maio o livro de duetos: 'A Luz e o Diamante' e em dezembro de 2015 o livro em trio: 'ABC tríade poética' • Pretenso artista plástico com tela no MAC do Senhor do Bonfim na Bahia • Menção Honrosa no 2° e 4° Concurso Literário Pague Menos e no I Prêmio Mar de Letras (com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil) • Títulos de Participação Especial 2014, Talento Poético 2015, Destaque Especial 2015 e revisor, jurado e coautor no Tomo IX de Poesias Encantadas, no projeto homônimo • Membro imortal da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba Grande (RJ) e membro correspondente das Academias de Letras da Bahia, São Paulo, Goiás e do Núcleo Acadêmico de L…

Dá-lhe vida!

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Meeeeedddddoooo!
Nossos Litígios
Pelos nossos próprios litígios Tentei organizar nossas vidas, Apagando insensatos vestígios E acendendo e excedendo as saídas.
No doce ninho que mesmo em sonho, Onde criamos rebanhos, rebentos, Em águas límpidas que fazem o banho, Depurando em epítome nossos momentos.
Amontoando em vocábulos incertos Vejo e escrevo em linhas tortas, n'alma. Optando por esse amor na justa calma, Nas brigas que expulsam demônios e espectros.
Mas na sensatez do amor verdadeiro, Vi-me lisonjeado por ser o primeiro... O real, fiel e o ardente. Sou o qual lhe agarra a unhas e dentes, Sendo o mais perfeito da paixão mensageiro.
Mesmo se somassem todos os números e datas, Secassem todas as águas do planeta, Encharcando sua face que no ápice da tormenta, Sempre responde com lisura imediata.
O ardor do âmago do seu ser  Acabou escrevendo minhas linhas,  Nesse bem querer de minhas rinhas, Só, e mesmo cego, posso lhe ver.

Manhã de 20 de abril de 2015 (com o pé na estrada, no estado e no estribo)
Já de pr…