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Mostrando postagens de Junho 17, 2016

Voltamos a Pasárgada

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Voltamos a Pasárgada (André Anlub - 14/2/13)
Vou-me para Pasárgada, Recado pro Manuel?
Levarei vinho e uma resma Para grafarmos na mesma Poesias inebriadas.
Sozinhas, tão somente sozinhas, Palavras não dizem nada. Com emoções e verdades Tornam-se mais que letras juntadas.
O tempo é perdido Pois não somos meninos Fraco e frio fogo que o vento apaga.
Refaz-se na escrita (sonho) Depura-se nos versos (banho) Desfaz-se o assanho, Esquecimento é adaga.
Caminhamos como poetas novos Largando a soberba e o estorvo. No fluxo de um novo povo, Nosso suor que não amarga.
O alvo é claramente certo, De peito escancaradamente aberto - Coração de um bardo.
Firmamento no teto Voa-se no adereço que aguarda Unidos – poetas Voltamos a Pasárgada.

Excelente sexta a todos

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Imagem: © Arkadiusz Branicki
Os tais anos ainda não vividos (21/4/14) - Faça com seus brinquedos de montar aquele casarão da sua imaginação. Coloque janelas aos montes, para nos dias escuros a luz chegar farta e em dias frios o sol entrar com afinco. Coloque enfeites nas paredes, e para consumir o tempo, coloque quadros dos mais confusos. Vieram nuvens gordas e ondas gigantes, trazendo o receio e uma água mais fria. Vieram estranhos trazendo bebidas, e com o sol escaldante acenderam a euforia. Não os tema! São apenas estranhos de boas intenções. Alguns são pescadores de sereias, que fazem vigília no cais; e no caos do silencio das redondezas somente o choro baixinho dos inconformados. Assim forma-se a tal “bola de neve”, já que o tempo é guerreiro e alimenta o imaginário. Assim se leva no jeito de jeito, o que se faz de gosto na grama ainda mais verde. Foi-se o corpo à mercê de mil ventos, em asas longas de longas sombras e penas douradas de puro ouro. Passou ao lado do falcão peregrin…