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Mostrando postagens de Julho 21, 2016

Imensurável poeta

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Imensurável poeta
(André Anlub - 03/12/13)

Vem o brilho em sonetos, sonoros versos
Excesso em talento, boteco e afeto.
Vem à letra na essência expondo a maravilha
Na trilha do fulgor, garota de Ipanema.

Surgem poemas libertinos, divertido menino
Há partituras com antigos - novos amigos.
Surgem emoções que fervem no imo
E no pacto da vida - do cego ao lince.

Imensurável Marcus Vinícius
Escrevia o rito e o reto em tortas linhas.
Poetinha, poeta, escritor de aço
Compositor, dramaturgo
Diplomata, jornalista.

Foi-se a chama, ficou o legado
Engrenado em livros de poesia viva.

Há o eco em noites que a leitura cura
Há doce loucura de um imortal amado.

(texto para o projeto “Mil poemas a Vinicius de Moraes”)

Paz e Amor

Domingo de lábia ou grito, na cruz ou no bingo? 
Que nada - que sina! Esse é sol, praia ou piscina!

Sonhei com o dia que estreou a nova fase da lua, feita com calma e cuidado só para os apaixonados; Ela tornava-se duas, duas metades encantadoras,
Sempre perto uma da outra assim(como um casal). 
Cada qual com sua importância, influenciando nas vidas e refletindo a luz do astro rei.

Quem será o guardião desse coração tão intenso, raro e quente? 
A verdade mostra pra que veio, o ópio evapora na veia, surge a sorte pisando na morte e tornando o instante perfeito.

Paz e amor
(28/8/12)

Minha paz...
Procurei minha paz
Em meu norte,
E com sorte
Achei muito mais.

Minha paz é colosso, forte,
Muito além que presente
É minha paz.

Uma paz revolucionária
Conquistada na infância,
Na elegância das brincadeiras,
Mas jamais imaginária.

Mas essa paz
Na própria paz se perdeu,
Se foi,
Arremeteu...

Era imortal, mas acabou,
Não tinha fim, mas morreu.

E no enterro da paz,
No “aqui jaz” do bem querer...
Jamais irei saber
Se a paz é (ou nã…