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Mostrando postagens de Agosto 18, 2016

Da Arte

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Foto: 1989
Caminhamos como novos poetas Largando a soberba, o estorvo No fluxo de um novo povo Nosso suor que não amarga. O alvo é claramente certo De peito escancaradamente aberto O coração de um bardo Onde o esquecimento é adaga Não pira não para não nada.
André Anlub®
Da arte
Primeiro marquei meu horizonte Em um traço negro em declínio Deixo a inspiração fazer domínio Depois me embriago na fonte.
Pintores são fantoches e fetiches Sobem em nuvens, caem em piches Respiram a mercê de sua cria Bucólicos profetas à revelia.
Tudo podem e nada é temível Nem mesmo perderem o dom Sabem o quão infinito é o tom.
Seus corações de loucos palpitam E no cerne que eles habitam Saem às cores do anseio invisível.