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Mostrando postagens de Setembro 7, 2016

Ótima quinta

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Eu e a Equipe vencedora do PARAPAN, Verdadeiros Vencedores (2007) — Momento inesquecível! Aprendizado incrível!
Corações inteligíveis
Nesse amor descolado, desnudo Das mais gostosas traquinagens Organizando as engrenagens Desorientando meu mundo.
Acordo afogado no pranto Praticamente um tsunami violento Que fez-me lembrar dos tantos encantos Que migraram para o desejo vagabundo.
O tempo se esgota, é a gota d’água Que desagua na grota e no vento Pois invento a lorota da mágoa Por não encontrar meu contentamento.
Perco a razão do vivente Mas no convívio, dentro de um conto Lapido do meu jeito o sonho E à francesa saio pela tangente.
Ah, sei que o seu pensamento é só meu E em um breve instante, em branco Escorrem os pigmentos mais francos E colorem todo o nosso apogeu.
André Anlub (16/5/13)

Percalços do viver

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Percalços do viver
Ser isento de extremos pecados e absurdos Encalços infindáveis pelos imagináveis becos, Bacos e calçadas escuras Como sombras sem vida, mas com sangue quente, medo e intuito.
Deslocando-se pelas nossas fraquezas e amarguras... Que dominam/danificam  Cada osso e carne... Cada órgão e músculo... O corpo todo... E às vezes até nossa alma.
Assim como se não fossemos nada... Assim... Sentindo-se nada além de um mísero grão de areia, Perdido num deserto tipo Saara.
Nessas horas, nesses momentos, Podemos, até mesmo sem perceber, Ter tido uma pequena amostra grátis de depressão... É como uma sensação de desmaio, de escurecimento.
A ansiedade de se ver agitado, andando por toda casa, Indo a todo o momento ao espelho, Pensando se irá sair sangue do nariz ou ouvido Ou somente esconder-se sob os lençóis.
Mesmo sendo tudo ilusão ou real, São percalços do viver! Coisas que simplesmente irão acontecer Para tentar dificultar nosso caminhar.
Tudo é o ciclo natural da nossa natureza... Temos a força da beleza …

Nada sacia

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Ia para a internet para se aliviar do dia a dia; agora é o inverso.

Nada sacia

Dizem que vive de pão e água
É intocável e onipresente
Seguidora do fluxo da vida
Violentamente inocente.

Pai e mãe da maioria dos desejos
Manifesta os sabores e dissabores
Inexauríveis amores e desamores
De calibre incoerente.

Pula pelos corações inflamados
Cutuca, grita e devora... Emoções
Delibera-se nos canteiros que aflora
Corrente casta invisível.

Em serenatas e poesias...
Faz-se mais que presente
Do atual lirismo à inerente nostalgia
Fazendo bem ou mal... Nada sacia.

André Anlub