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Mostrando postagens de Outubro 5, 2016

E vamos nessa...

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E o menino ergueu o braço de punho cerrado, franziu o cenho e bradou: vejo afinação nas palavras, dentro de um egocentrismo evidente e de uma postura elitista na defesa do status quo e de seus privilégios adquiridos ou herdados; junto a isso soma-se um zero de empatia com o descaso explícito pela desigualdade social e o maniqueísmo de má-fé típico de um falso e vil bom moço – bom fosso (quiçá se adéque ao caso).

¡Por supuesto!

Por debaixo da seda você me seda; brinca de ser a pura, e eu, em apuros, me cedo. Pego a caneta, ergo o pincel, com a face para o céu faço careta. Não sou tímido, tampouco mal-agradecido, pois tenho noção dos ocorridos. Herdo uma paixão de pretensão – tudo tenho e tenho sede demais –, e isso é (muito) bom! Me sinto aprovado e fundo mergulho, digo ser eficaz. Com enorme orgulho sou muito bem quisto, no misto da arte com a paz. Sei que a mentira tem pernas curtas, ou médias, ou longas, é maratonista ou lerda, mas um dia se enfastia e acaba sendo alcançada. Sei també…