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Mostrando postagens de Outubro 6, 2016

Houve um tempo

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Houve um tempo
Um homem saiu para procuras utópicas Longe de pessoaestigmatizadas  Com tatuagens inters nas do interesse e da cobiça; Focou os fulanos que não apontam dedos, Vivem livres de julgamentos, (amores, famílias, conhecidos – pérfidos); Vivem presos a coisas próprias, (autoconhecimento).
Houve um tempo que a vida era quente, Saborosa, bem passada, ou ao ponto, ou al dente.
A vida abraçava o fulano, ofertando beijos, E nesses beijos o vendava; Ao invés do breu ele assistia a um filme, Sentia o vento, saboreava vinho, Vida com ritmo, alegria entorpecente.
Fulano se conhecia muito bem...  Defeitos – qualidades Força – fraqueza. Foi um homem como muitos outros, Apenas não desistiu, não entregou o jogo. Cresceu, mas continuou criança, Seguiu na andança além dos delinquentes.
Gostava dos paradoxos da vida,  Das antíteses do ser, do estar, do viver; Gladiava-se com algumas sombrias sombras Festejava com algumas brancas brumas.
Houve um tempo e esse tempo se foi. Há o hoje com pintura, com moldura,  Com belo ver…