Olho por olho


Olho por olho, dente por dente
Eles por eles, elas por elas...
Assim o pobre, o rico
O policial, o cidadão, o bandido
O conhecido, o indigente
Os do asfalto, os da favela...
 São inimigos, cegos e banguelas.

André Anlub (31/3/17)

Acontece uma descontrolada mandinga, que o mundo se apega. É doideira querer que o bicho pegue, e ele pega... Agora se espera não mais (nunca mais) sentir o corpo rua abaixo descer.

Agora há o costume de seguir o próprio caminho,

Escolher as pontes e portas e ficar frente a frente com o vendaval, sem o aval alheio, sem olheiro, sem frase feita e sorriso banal.

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