Aquela fragrância


Na foto: Flávia, Mônica, Eu e uma pança enorme (Caldas - Barbalha/2010)

Aquela fragrância de nova vida,
Da porta aberta do viveiro,
Batia nos orifícios do nariz; como coisa boa...
Fubá fresquinho, coco queimado, doce broa...
Acompanhada por um manacá-de-cheiro.


Belém, saudade de tuas mangueiras, comidas, domingueiras e épocas idas.


Curtindo meu tempo, pois ele é curto;
Um absurdo...
Com tudo no mundo e tudo voa ao vento.
Larguei a tristeza
Cuspi na grandeza com delicadeza
Mostrei o dedo pro desgosto
Com muito gosto.
Senti a brisa no rosto
Saí pela vida.


Dê-me seu melhor sorriso
Aquele intenso, meio sincero
Todo lero, mero siso
Que mexe com meu brio...
Aquele sorriso,
Benevolente, incandescente
Que eu admiro.

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