É a hora de Botticelli pintar-te


É a hora de Botticelli pintar-te

Tu és a oitava maravilha do mundo;
És amor, nostalgia e atualidade,
A alegria que criaste ao redor.

No suor da tua labuta e na gota do teu pranto,
Há o brilho da vida minha; 
Há o tempo que é nosso dono.

Fizeste meu ar mais ameno, mais leve,
E em breve momento fizeste nosso destino...
Que agora eternizado.

Tens nas mãos a magia,
O poder de dar vida no que tocas.

Tua fala levanta voo nos teus cantares;
E na pequenez de curtos versos,
Nascem grandes histórias, cordéis... dos melhores.

Digas sempre sim, minha alma carece deste afago,
Deste amor, deste odor e de teus flertes.

Foste lá, no colorido do novo mundo,
Onde os poetas sorriem e erguem castelos;
Onde os martelos penduram belas pinturas,
Onde esculturas são vivas e beijam,
Onde há o amargo só nas frutas mais verdes.

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