Mancomunados


O coração não [ponto de exclamação e vírgula] mente!

Mancomunados (2/6/13)

Alma e coração
Comunhão, amizade plena.
Irmãos, quase siameses
Gêmeos na doçura da ilusão.

Paranoicos, cegados
Categoricamente contrariados.
Creram no embuste da paixão extrema
E jazem mancomunados.

Amor é o que inspira,
Na grandeza da boa vaidade...
E no espelho o olhar – ouro que brilha
Tentando trilhar caminhos da verdade.

Quem ama às vezes sofre,
Pois arromba-se o cofre dos anseios...
Alimentando-se nos seios que repousam,
Justificando os fins no prazer dos meios.

Surge à pródiga filhota poesia,
Nos gestos dos versos nobres.
Adotada, de passado pobre,
Banhada de aura divina.

Postagens mais visitadas deste blog

A chuva bem-vinda

Tempo de recomeço

Um Eu qualquer