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Mostrando postagens de Agosto 3, 2017

Despedida parte III

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Despedida parte III (8/1/15)

É aquele pássaro que foge da gaiola,
Por dentro sai cantarolando Wild Horses dos Stones, 
Mas pelo bico sai o canto dele mesmo.

É aquele animal em extinção,
Que anda na lenha, no lema e na linha...
Aquele “ex-tição” que ganha brilho;
É tal que tem tal de compaixão
E com paixão põe à mesa
E na sobremesa assopra as velinhas.

Somos um só, somo complementos... 
A imaginação e o momento,
Arco e flecha e o arqueiro.

Temos um amigo: o mundo
Temos o reduto: a escrita
O vagabundo passa ser somente vago,
E o hábito de conhecer a si mesmo é corriqueiro.

Das Loucuras (caneta convulsa)

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Das Loucuras (caneta convulsa)

É poético, extremamente sagaz, sincero e quase profético;
É adequado e essencial assim como na feira ter banana e limão.
Poesia que às vezes é cubista, às vezes realista, às vezes abstrato...;
Pura arte que pode ser haicai, pode ser narrativa, pode ser abstrata...;
Tanto em um como no outro é hobby, cura, loucura e despretensão.

Fatos e focos, caneta nervosa expondo paixão e traçando uma história;
É sadio ser sábio – temperado com rebeldia – e entender o caso e a ocasião.
Dentro da cachola tem João e Maria, tem rei e rima, tem amnésia e memória...
Página virada tem que ter coisa nova, pois xerocar coisa antiga é aberração.

A caneta é frenética: o suor faz o pior e o melhor irem para a varanda do externo.
A lágrima é estética: cai fácil pela face e nasce um sorriso no canto da boca.
Faca louca que corta a ideia e alegra a mente: tão somente o calor no inverno.
Vaca louca, dando leite, queijo, pondo a mesa: ceia certa na barriga oca.

É pandeiro: letra que faz o samba qu…