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Mostrando postagens de Setembro 14, 2017

Das Loucuras (nada de viver a vida “pianinho”)

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Das Loucuras (nada de viver a vida “pianinho”)

Acorrentou-se ao mastro, engoliu a chave e tocou fogo no circo; 
É equilibrista, palhaço, mágico, atirador de facas, homem barbado...
Não se irrita pelo fato de ser leão domado pelo seu pessimismo,
Mas ficou assaz perturbado e brabo sem seu cafuné de domingo.

Pausa momentânea para higiene bucal:
É bom colocar em negrito que se deve escovar bem os dentes...
Assim como se estivesse saindo para ir ao dentista.
Dizem que respeito é bom e conserva os dentes. 
Mas meu avô sempre foi respeitoso e hoje é banguela.

De volta à perene insanidade local: 
Os motores incomodam os pássaros, a poluição ainda mais;
No tanto faz do bicho-homem, o que apraz é regalo da vida.
Volta sem jamais ter ido; foi-se sem jamais ter sido... Eras tais...
A fantasia de tempos melhores une-se ao otimismo utópico:
Mudanças na alma; entalhamento do corpo; suor com efeito de ópio.

Mais uma vez o sacrifício, de nova cruz imaginária que resta...
Fez corpos amontoados em hospícios da vida do c…