29 de maio de 2013

Exposição Fantástica no MoMA

A primeira coisa que você vai notar sobre a Rain Room, uma instalação que abriu no Museu de Arte Moderna de Nova York na semana passada, é a umidade tropical. A segunda coisa é o som de centenas de galões de água jorrando de um teto artificial. Finalmente, depois dos seus olhos se adaptarem à escuridão, você finalmente consegue ver: a Rain Room, um espaço de 1.000 metros quadrados em um estado de chuva perpétua.
Mas você nunca se molha. Graças a oito sensores de movimentos instalados acima da sala, a água que cai do teto abre espaço quando você anda pela sala, deixando você completamente seco. A sensação de andar por uma parede de água e continuar seco é sinistra – e observar como as pessoas reagem é parte da diversão. “A Rain Room coloca pessoas fora da zona de conforto, extraindo a base das respostas automáticas e brincando com a intuição”, explica seus criadores, o coletivo de arte e tecnologia londrino rAndom International. “Observar como esses resultados imprevisíveis se manifestam, e a experimentação com este mundo de comportamento pouco perceptível, é a base da nossa força motriz.”

Os designers da rAndom International passaram os últimos três anos desenvolvendo a tecnologia usada na instalação. Recriar a chuva não é tão fácil como parece. Água caindo de 6 metros de altura se comporta diferente da água que cai das nuvens, por exemplo. E milhares de galões de água em um espaço público causa problemas específicos de saneamento. Para lidar com isso, a equipe do MoMA criou a própria instalação para a Rain Room, aproveitando um terreno baldio ao lado do malfadado American Folk Art Museum. Os artistas, por sua vez, ficaram em silêncio em relação às especificações da tecnologia – eles argumentam que tudo faz parte da magia.
A Rain Room é otipo de instalação que museus sempre sonharam: espetacularmente experimental e acessível para quase qualquer tipo de audiência. Este tipo de atração é o que deve começar a surgir em museus, que sofrem para atrair espectadores. Ela ficará aberta até o dia 28 de julho – se você passar por Nova York neste tempo, pode ser um bom lugar para visitar.

Vídeo: http://vimeo.com/65922920

60 anos da primeira escalada ao Monte Everest



Nepal celebra 60 anos da primeira escalada feita ao Monte Everest

Katmandu - O Nepal celebra nesta quarta-feira (29/5) os 60 anos da primeira escalada ao Everest, uma festa de quatro dias batizada de "Jubileu de diamante do Everest".

Os quatro dias de comemorações terminarão com uma festa no antigo palácio real de Katmandu em homenagem aos dois primeiros homens que alcançaram o pico da maior montanha do mundo (8.848 m), o neozelandês Edmund Hillary e o nepalês Tenzing Norgay.



Everest

Escalo a montanha do “vencer”
almejo o cume...
Você.
Busco um jeito na situação
Everest de razão.

Se nem sempre me entreguei na atenção
se por um instante não lhe dei o bastante
perdoe-me...
Vamos sair, nos dê mais uma chance.

Ascendo à montanha da situação
almejo o topo da razão
busco um jeito que é você
este Everest de atenção.

Nem sempre me entreguei o bastante
por nem um instante lhe dei atenção.
Perdoe-me...
Vamos sair dessa solidão.

Galgo a montanha da razão
ambiciono o cume da situação
busco um jeito de vencer
este Everest que é você.
                                                                      
André Anlub® (Março 2009)

Parabéns aos Geógrafos pelo seu dia.


Dois cartões feitos pela amiga Eliani




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Escritor, autor de seis livros em papel: Poeteideser de 2009 (edição do autor), em 2010 o e-book Imaginação Poética, em 2014 a trilogia...