Congelando os laços




Congelando os laços

Tu estavas bela na mente,
Com aura brilhante dourada;
Emanavas energia tão quente
Que aquecias minha alma acamada.

Destilavas o amor no teu sumo,
O perigo da peçonha na veia
Que desvirtua o coração em teu rumo,
Pondo chama na paixão que incendeia.

Perdido, me entrego em teus braços
Na cadencia apimento a canção
Expondo e congelamos os laços.

Finalmente os anseios em união,
Do sonho – do céu – da realidade,
No corriqueiro eterno em lealdade.

André Anlub®
(26/03/13)

Postagens mais visitadas deste blog

A chuva bem-vinda

Tempo de recomeço

Um Eu qualquer