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15 de julho de 2019

Manhã de quase Natal


Manhã de quase Natal   

Veemência ao máximo, mas a corda ruída; troca-se a música erudita por um funk pesado. Na beira do abismo com o pensamento equivocado, constrói-se o equilíbrio conforme a necessidade. E atravessa-se o vale: agora se vê cedros secos e regadores lotados d’água; ave cinza voando ao redor de arco-íris. Foca-se a íris em bocas que com todos falem, palavras inexatas – incoerências em dialéticas. E retorna-se à corda, não se sossega o facho: acorda os olhos, pois agora é real perigo; nostálgico tempo, vento e desabrigo. Pede-se o ofuscamento, pois coragem em andamento... O sangue corre quente e rente à corda balança a mente (troca-se o funk alto por Ron Carter e seu contrabaixo). E acorda-se do sonho, agora voa-se baixo: céu encoberto, nuvens à vera, ventos fortes de leste varrendo a estação; o sol quente que preste, a cachoeira à espera, nos poemas – quimeras; para as feras, oração (fica Ron Carter e seu contrabaixo). Vulcões estouram, à realidade da lâmina do vento, entre diversos contratempos: melancolia e saudade. Seguimos espertos nos mares, nos maremotos cabreiros. Nos peixes-espadas guerreiros e ingestão de ornamentos. O tempo agora é amigo – parceiro, sombra e herdeiro; delicado, bem-humorado, sorri a mim com sarcasmo. É meu ouvinte esse tempo, o grito que ensurdece os receios, segredos e vivencias e abrigos – antigos pensamentos são recentes. Barba enorme e o cabelo que não cresce, prece disfarçada de poesia. Todo dia um bom-dia à “reprise” e o “vixe” que procuro nas nuvens. Damos sempre “viva” aos mortos, e tem aquele que se faz evidente; cantam descrentes e crentes à sorte; cantam ao norte na hipocrisia da vida. Enquanto o sol beija meu corpo na fria manhã dessa quarta, a folhinha com os dias marcados parece caçoar da minha cara. Veio tranquilidade, mas logo a má notícia; veio no dia à perícia, para dar certeza ao estrago. Mas ponho forte o cordão – São Jorge pendurado –, e faço o branco pendão, a paz em imaginário reinado. Rigor na minha sábia decisão, mudanças nos planos da festa; há pudor, mas há tiro na testa, se houver algum ligeiro mau humor. 

Tudo são fogos com o foco armado, embriagado de fortuna e sorriso;
Tudo são figas nas mãos dos amados, e com torcida não há mais perigo.

Ouço pássaros chamando meu nome, pela varanda novo dia de conceitos e afins;
Ouço músicas que me remetem ao sono/sonho profundo, talvez nostalgia.

Há a obscuridade de lembranças, mas há a claridade das promessas e esperanças; há um tempo muito novo – talvez amanhã ou daqui a uns anos; há um tempo antigo – talvez minha infância ou seis meses atrás. Na adolescência o tempo era farto, mas aos nossos olhos tornava-se escasso; com a maturidade o tempo torna-se escasso e não há espaço para colocarmos as farturas.

O Natal bate à porta, entorta e revive as letras já tortas e mortas; o novo dia chega chegando, breve e erudito, compromissado compromisso de haver algo novo e harmonia. Beijo meu anel de São Jorge; ato falho, desnecessário... Pois na fé sempre me agarro! Coloco as chinelas que trouxe, de couro velho e sola de pneu de carro; coloco o pijama bem leve e para o frio de Itaipava me preparo. Um “drops” e um drope no copo de café... Virá com cara de cinza mais um dia – nada de sol, só de só (mas sobrevivo). A névoa que não se espalha traz um pedaço de bom dia, traz a fleuma, bela visão do horizonte, inspiração e todo o restante montante... E, à revelia, me impute felicidade. Enfim, o frio não veio; no velho que passa pela rua com frio, vejo seu pensar distante e seu andar sereno. Na criança do vizinho, sinto o dom da juventude. No pássaro que canta no voo, ouço o som da liberdade... hoje sou o mesmo Eu, mas mais suave; sou velho, menino... e sou ave. Outro dia flagrei-me lembrando de certa véspera de Natal, lá pelos idos de 1992, quando encontrei nas areias finas da praia de Grumari, um grande amigo de infância; foi realmente uma enorme coincidência, já que estou falando de uma praia que se encontra numa reserva ambiental, que conta com a presença de poucos “points” e que é brindada com ondas em quase toda sua extensão (2,5 km). O encontro: estava na praia num dia ensolarado, dando minha corrida pela areia e esquecendo-me da advertência do médico a respeito do meu joelho bichado... Advertência esta que eu não deveria correr nem pela areia mais dura, perto do mar, muito menos pela areia fofa... de repente vi aquela prancha fincada na areia, ao lado de uma cadeira vazia e um guarda sol com estampa de cerveja. Reconheci a prancha e já voltei meus olhos ao mar. Lá estava o “brother”, surfando de jacaré, bem ao estilo de nossa meninice... sentei-me na cadeira, meu joelho “sorriu”, olhei novamente para o mar e assobiei... trocamos acenos e me ofereci à poesia. Ele, morador do Bairro Peixoto em Copacabana, era meu vizinho de bairro, andávamos na mesma turma e dividíamos as mesmas praias e namoradas... Ele, que sempre após a ceia na casa dele passava na minha para comer mais um pouco e beber mais um vinho, já avisou que naquele ano não seria diferente, deixando-me extremamente feliz. Nesse dia, nessa cena congelada na hora, e agora se congela na memória, começou meu mergulho no mundo poético, uma de minhas razões de viver. Um poema nasceu, amadureceu e se concretizou anos depois; o poema melhor lapidado e com respingos dos Natais que passamos juntos, sorrisos que dividimos e das opiniões e namoradas que trocamos... 
Um poema de saudade, de falta e da sensação que deveria ter ficado mais datas ao seu lado... grande amigo.

O poema:
Acordei com uma lágrima;
No sonho bem claro o rosto,
De pronto sorriso me olhava;
Amigo de praias e farras
Que o vento levou sem aviso;
Deixando a doce lembrança,
Momentos que não amarelam,
E regam o verde singelo
Desse jardim da saudade.

André Anlub


12 de julho de 2019

qu'est-ce que c'est? - ce est juste beaucoup de siège de la passion


Puro Osso

qu'est-ce que c'est? - ce est juste beaucoup de siège de la passion

Estou titubeante, são tantas eufóricas letras voando; acho que vou me retirar.
Já sai na mão com minhas ideias – quase sempre nocauteado; o máximo que abiscoitei foi o empate. É um inocente empata foda – é poda de poeta com pé de empata. Estou anacrônico, vivendo uma semana em outro tempo... já se foram dez rabiscos, todos deveriam ter sido feitos há vinte cinco anos. Vivo essa semana em outro Eu... (mas com as contas pagas). Apontaram-me torto o dedo, naquela esquina oblíqua, não vou comprar briga, mas vi má intenção naquele ato; depois uma cochichou algo no orelhão da Oi da outra; orelha enorme e vermelha, o brinco parecia um bambolê. Fez cara feia, tipo: “pisei na bosta, quem quer ver?”.
Estou incólume: – Faz certo charme. As ruas daqui do meu bairro remetem-me às épocas dos becos, ruelas e travessas do Rio de Janeiro: – Faz certo charme².
A lembrança surge como uma bruma densa, e lá no alto o Big Ben; Não, não... agora viajei longe... vi foi o relógio da Estação Central do Brasil. – Faz certo charme³
Vou comer umas frutas com cereal e no Carnaval, só no Carnaval... chamem-me.

Casa – je habite en moi, mais en général enfuir de la Maison

"O importante não é a casa onde moramos, 
mas onde, em nós, a casa mora."  Mia Couto

Às vezes constroem-se imponentes casebres de madeira,
Às vezes impotentes castelos de areia.
Falando em outras épocas: não houve regras nem mesmices, nem de outros, quaisquer palpites, nunca deixei; (fui menino traquinas).
Até hoje em dia quando me apontam o dedo, aponto um lápis.
Na puerícia fui um príncipe - fui plebeu, fui o princípio das brincadeiras – fui o fim, pois também fui o rei. Por essa razão ou outra, talvez, não existe agora nesse tempo, de um insatisfeito, nem um ínfimo resquício. Vivia o hospício bem-vindo de um artista, vivia o “agora” sem a vil bola fora que condiz com qualquer aprendiz.
Na parede da minha casa, descascada, carcomida, em linhas frenéticas de giz, comecei os primários esboços: linhas traçadas nas paredes do sóbrio Pollock de um metro e trinta. O piso era velho, de taco e no meu quarto o desenho de um tabuleiro de xadrez.
Em frente à casa uma mangueira e uma mangueira para regar e tomar meu banho.
Um balanço sobre a roseira e os belos girassóis de Van Gogh... mas isso só em sonho.
Fui feliz naquela casa e nas outras que surgiram, pus meu toque ao adornar, pus a música e trouxe amigos; deixei o pássaro cantar, o verde crescer e o cachorro latir; deixei o chinelo sujo de barro na porta e guardei a lembrança da minha mãe sorrindo.

Andre Anlub

7 de julho de 2019

Das Loucuras (tentando fazer da poesia um entrave)



Das Loucuras (tentando fazer da poesia um entrave)

Francamente, ele não vê problema algum em autocríticas...
Enfileira seus defeitos indo de um bairro ao outro.
Deixa rastros de pensamentos; deixa cheiro de inseticidas...
Num esgoto que o enjoa, mão não é capaz de tirar seu foco.

Despertou do pesadelo – antes tarde do que cedo;
Volúpia e ilusão – nada de surpresas então.
Depurou-se no banho – shampoo orgânico e sabão.
Seguiu o rebanho – só que de marcha ré, na contramão...
Com fidedigno esmero, Roma com beijo de Nero,
Clamou por satisfação.

Nas bocas de azeite as palavras sempre ajeitadas
Um aceite no biscate nessa noite;
Uma manha nessa mana pela manhã.
Beiçolas temperadas de embriagues e noitadas,
Soltam o som de um sol na fala fanha...

Fictícias fantasias que voam rumo ao nada,
Em mente embaralhada de princípio pela força enraizada...
É poça d’água rasa, enlameada pelo caos que trago,
Mas no fundo é fundo – bem-vindo – que conserta o estrago.

Ele é carrasco do passado, do presente, do futuro;
É verdugo dele mesmo e dos outros.
Não faz “kudoce”; não faz “kuduro”...
Apetece a demanda fazendo de tudo um absurdo...

Coloca água para os cães, aqueles cães loucos,
Traslado de polo a polo de um próprio ser.
Desconecta-se um lado ao outro para se reconhecer...
Não coloca Art Blakey na vitrola à toa...
É – todos nós sabemos: fala dele mesmo na terceira pessoa.

André Anlub®
(7/7/19)

5 de julho de 2019

Excelente final de semana aos amigos


Poeta é liberdade, Ícaro que deu certo, 
sem normalidade, sem torto e sem reto;
equidistante do mundo mora no cerne da alma
e com doação e calma conquista os sinceros.

Das Loucuras (entrar em ação pode ser entrar pelo cano)

Ele é tatu e está tudo errado nessa dedução.
Pé no chão, pata no chão, barriga no chão.
Ele é rato ou pode ser cobra,
Vamos cobrar essa resposta.

E agora se faz o que? 
Mostrar o crachá,
Pegar o acarajé e caprichar no dendê.

A temperatura caiu...
Um mar Báltico,
Mas o corpo nunca esteve tão quente
E cáustico
Como nesse instante.

E amanhã como vai ser?
A lâmina da faca entre os dentes
Estará ainda mais gélida, afiada e lancinante.

Ele quer guarida,
Se reencarnasse iria querer novamente guarida...
Sonhos, projetos, orações são tudo em vão.

Tem a noção de que precisa de segurança externa,
Não anda com as próprias pernas,
Mas bebe e comete seus pecados
Com cuidado e as próprias mãos.

Quer disfarce para usufruir da distração;
Não consegue,
Então chegam suas nuvens pesadas.
Guarda-chuvas na mão
E a estrada de barro inundada...

Se proteger da chuva não é nada,
E novamente ele se deixa na mão.

Foi montado o funeral,
Ele já pode aparecer.
Cava seus buracos, busca suas saídas,
Trabalha seus ensaios e divulga suas rotinas...
Se expondo, se impondo, se cobrando
De uma forma que ninguém imagina.

A vida de dia lhe sorri – timidamente,
A noite ela se vinga, o faz de vítima.
Mas enfim:
Dizem que nem tudo acaba em pizza,
Talvez não seja somente lá e aqui...
Nem tudo é água ou daiquiri.

André Anlub®

Samba do crioulo doido na casa da mãe Joana

Tudo naquela bolha de sabão,
O mundo, o universo, as aves, o mar...
Tudo coloridamente alucinatório na majestosa bolha de sabão.

Chegam os louros de toda a vitória:
O pódio, as coroas de flores, a beijoca aqui e outra acolá;
Chega o conforto num colchão de molas,
Vão-se os odores de podre do peixe dourado morto
Vão-se as duradouras dores no ponto morto das costas.

Cada pétala dessa certa rosa coloriu-se com as cores preferidas de todos,
Foi um bafafá, foi uma correria – para aqui, para lá.

O canto esfarela e professa dançando com cada caravana sem freio, 
Ri dos ventos úmidos que não deixam as fardagens secarem nos céus,
Mas chora com seu som abafado pelo sol escaldante pendurado na ponta da lança de um Deus.

Seriam sonhos?
Ergueram os mais belos castelos,
Barro por barro, pedra por pedra,
Para depois deixarem vazios, sem libertinagens, sem histórias...
Só com o eco do silêncio, com o vazio e o tempo,
Com a fantasia de um achismo simplório.

Não, não se vê mais um tesouro que nos atrai,
Tampouco a arca vazia.
Alguém o roubou e levou para muito longe (além da estrada)
E esse alguém morre de sede ou de fome (e fica a arca)...

Um anjo a viu em lugar deserto aonde ninguém ia,
Ninguém fala, canta, late ou mia,
Ninguém vai.

E ficou a arca...
Ficou a arca com a morte,
Ficou a arca com a morte e a foice
Ficou a arca, a morte, a foice e a lança...
Ficaram os quatro para a próxima ganância...


André Anlub®

26 de junho de 2019

Uma memoria esquecida



textos do livro Poeteideser, de 2009

Uma memoria esquecida

Adormeceu por engano
Focado no sigilo da mente
Sangue escorrendo no cano
Memórias de um indigente

Sorriso falso nos lábios
Na boca a falta de dentes
Uma cicatriz na sua face
Corta um de seus olhos azuis

O cabelo caindo em maços
Por dentro estava em prantos
De repente se aprofundou tanto
Passou a falar esperanto

Já no limite do querer
Não reconhecia ninguém
Sua boca vazia que pronunciava ao vento
Do inferno ao firmamento
Do rodízio de almas, contento

Um universo sombrio
Achou bem escondido
O calor ao invés do frio
Casas antigas de pedras
Calhas entupidas de folhas
Árvores cortadas a esmo
Ruas com um toque de medo

Mulheres nuas sendo violentadas
Sempre acontecendo ao relento
Donas do tudo e do nada.
Tudo no absoluto segredo.

A MÁGICA DO VERSEJAR

De tudo que já vi
Uma coisa me comove
Esse diz que não diz
Esse prende e absolve

Paro e fico pensando
Pego a caneta e "zás"
Encéfalo trabalhando
Um navio deixando o cais

Entro em alto mar
Letras aparecem do além
Velas vou içar
Meu momento zen

Saem algumas escritas
Entram novas lembranças
Desabafos vomitam
Um novo versejar se alcança

Deixo a maré me levar
Não tenho mais remos nem velas
Já sei aonde ancorar
Porto seguro quimera

Andre Anlub


Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.