Navalha de Occam


Navalha de Occam
(André Anlub - 20/3/10)

Entre todas as teorias em uma cabeça,
Existe a mais fácil de explicar e entender.
Pergunta-me: 
- por que pedir a(deus)?
Um trocadilho?  - Jamais erroneamente irá saber.

Se já deu no que foi, não perpetue a casualidade;
É egoísmo, pois não existe mais porvindouro,
É falácia e falsa moralidade.

Não me venha com mais explicações:
Sente que as nuvens negras irão sumir
E pensa se o tempo pode parar.

E algumas interrogações:
A aversão é um elo para desunir?
Acha loucura sentir e pensar?

Onde está a razão e onde está o sentimento?
Busca no âmago de todo o interior,
Com a redundância desse momento.

O terror de não ter mais emoção
Nessa ação que lhe faz tão bem;
É a vontade de estar vivo
Voando a favor do vento,
Mas de encontro a um trem. 

Sei que gostas que aplaudam teus feitos,
Que acendem as verves e matam a sede...
Do verso, da aura e da vida.

Postagens mais visitadas deste blog

A chuva bem-vinda

Um Eu qualquer

Parte XI