Isto a tv não mostrou barragem mg
Posted by Antonio Ferneiro on Segunda, 9 de novembro de 2015
15 de novembro de 2015
Mariana (MG)
Ótimo domingo...
Show imperdível...
Domingo de lábia ou grito,
na cruz ou no bingo?
Que nada, que sina,
esse é sol, praia ou piscina.
André Anlub®
A lisura da mentira mais pura
Toques de melancolia e enfoques de respeito
e o grito ecoa, assim, saindo do peito.
O ar rarefeito e o vai e vem de pernas
acorda – hiberna... Como alguém havia dito.
Na cabeceira os anéis de ouro branco
o pranto nos olhos reflete no espelho.
As mãos lavadas na pia do banheiro
e na cozinha a sinfonia de um ovo frito.
Uma caixa se abre e aquele lindo presente
que lembra o passado e prevê o futuro
que faz inoportuno me dizer doente
e assim, tão ausente, enraizar no escuro.
Eis o calor dos novos tempos
nas fronteiras ultrapassadas que lapidam os dias
nas vias congestionadas por carros e catarros
e o odor do suor mais limpo da história
que se espalha aos ventos.
E há o doce momento
uma dentada na fruta
a amada desfrutada na tonalidade da vida
nos botões das flores e nos de liga e desliga.
O sol que ofusca os olhos é o mesmo que ilumina os caminhos.
André Anlub®
Domingo de lábia ou grito,
na cruz ou no bingo?
Que nada, que sina,
esse é sol, praia ou piscina.
André Anlub®
A lisura da mentira mais pura
Toques de melancolia e enfoques de respeito
e o grito ecoa, assim, saindo do peito.
O ar rarefeito e o vai e vem de pernas
acorda – hiberna... Como alguém havia dito.
Na cabeceira os anéis de ouro branco
o pranto nos olhos reflete no espelho.
As mãos lavadas na pia do banheiro
e na cozinha a sinfonia de um ovo frito.
Uma caixa se abre e aquele lindo presente
que lembra o passado e prevê o futuro
que faz inoportuno me dizer doente
e assim, tão ausente, enraizar no escuro.
Eis o calor dos novos tempos
nas fronteiras ultrapassadas que lapidam os dias
nas vias congestionadas por carros e catarros
e o odor do suor mais limpo da história
que se espalha aos ventos.
E há o doce momento
uma dentada na fruta
a amada desfrutada na tonalidade da vida
nos botões das flores e nos de liga e desliga.
O sol que ofusca os olhos é o mesmo que ilumina os caminhos.
André Anlub®
14 de novembro de 2015
Congelando os laços
Em 1986, Chico Buarque compôs a bela “As Minhas Meninas” para um musical. Mal imaginava que, dos 7 netos, 6 seriam...
Posted by Globo Filmes on Terça, 10 de novembro de 2015
Congelando os laços
(André Anlub - 26/03/13)
Tu estavas bela na mente
com aura brilhante dourada
emanavas energia tão quente
aquecias minha alma acamada.
Destilavas o amor no teu sumo
o perigo da peçonha na veia
que desvirtua o coração em teu rumo
pondo fogo na paixão que incendeia.
Perdido, me entrego em teus braços
na cadencia tempero a canção
expondo o sentimento em oração.
E, enfim, congelamos os laços
o sonho, o céu, a realidade
no gelo eterno da fidelidade.
13 de novembro de 2015
Um bom final de semana a todos
Não devemos plantar, adubar, tampouco colher o ódio ao nos depararmos com algo que é fruto de uma ignorância alheia; devemos abrir a mente como se faz com a terra, preparar o solo com precisão e probidade, e espalhar as sementes da coerência, bom senso e justiça.
André Anlub
Art by: Jean Jullien - Peace for Paris
André Anlub
Art by: Jean Jullien - Peace for Paris
São Paulo - SP
QUESTÕES DE GÊNEROQuero dizer que eu respeito profundamente as diferentes crenças, mas isso não me impede de fazer...
Posted by Margarida Salomão on Terça, 10 de novembro de 2015
São Paulo - SP
De tudo que leio
que vejo e escuto
nada e nem tudo
pode descrever-te.
Sampa é só flerte
é paixão, poesia
cultura, boemia
endereço e adereço.
Sampa de apreço
será que te mereço?
Pois me perco em teu ritmo
teus ecos, teus signos
nas noites em delírios.
Sampa da arte
moderna e eterna
museus e histórias.
Cidade mutante
bravos bandeirantes
lar dos retirantes
alçada na glória.
André Anlub®
Se todas as tulipas fossem negras
Se todas as tulipas fossem negras
(continuação de “O livro que fez meu cavalo livre”)
Meu cavalo nesse momento é livre
porém, ainda com alguns fantasmas.
Também há as estradas íngremes
que estendem um tapete vermelho para o nada.
Agora, as tulipas estavam inteiras.
não mais pisadas pelas patas.
Brilhantes tulipas, com cores vivas
e força para enfrentar a tempestade.
O amanhã próximo de letras e tintas
a sina que mudaria o caminhar.
Nas mãos, preparados para tocar a alma...
Os livros de Emily Dickinson e Sylvia Plath.
E as tulipas se tornaram negras
ao conhecerem sua história e sua dor.
Regadas e afogadas pelas flores coloridas
que também afogaram junto seu rancor.
E meu cavalo livre...
Hoje tenho novo cavalo
ele está perto, mas não temos contato.
Ele me inspira, traz força e medo
me respeita e impõe respeito.
O coração se abre, vejo meu próprio inventário.
Martírio empoeirado de um achaque guardado
e o amor incrustado de um todo imaginário.
Hoje a vida é um constante cenário
como o mar que me conhece
até mais do que eu mesmo.
A moradia na emoção
é o botão da alma incendiária.
Pago a diária desse hotel
com a locação do meu bordel
com o papel, meus rabiscos
e a loucura ponderada.
André Anlub®
(4/6/13)
12 de novembro de 2015
Tempo de ser flores
Tempo de ser flores
Camélias brancas que transbordam a paz
Embelezam na alma os jardins de consensos
Das tolerâncias os incensos mais doces
Afogando os rancores em um amor mais intenso.
Na cadência das orquídeas
Nas grandes janelas dos casarões
Em estufas de barões
Ou arredores dos tugúrios.
Flores...
Entregam-se com beleza rara
Fino odor imaculado
Seda frágil, doce sina.
Imponente desenho das tulipas
De seis pérolas em lindas pétalas
Coloridos ímpares
Nutre a inspiração dos poetas.
Girassóis já remetem à arte
Do gênio singular dos pinceis
Conduzem a pueril cor do singelo
Para o belo arco-íris de êxtase.
Camélias brancas que transbordam a paz
Embelezam na alma os jardins de consensos
Das tolerâncias os incensos mais doces
Afogando os rancores em um amor mais intenso.
Na cadência das orquídeas
Nas grandes janelas dos casarões
Em estufas de barões
Ou arredores dos tugúrios.
Flores...
Entregam-se com beleza rara
Fino odor imaculado
Seda frágil, doce sina.
Imponente desenho das tulipas
De seis pérolas em lindas pétalas
Coloridos ímpares
Nutre a inspiração dos poetas.
Girassóis já remetem à arte
Do gênio singular dos pinceis
Conduzem a pueril cor do singelo
Para o belo arco-íris de êxtase.
Flores...
Camélias brancas em tempos negros...
Clareando, clareando.
André Anlub®
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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