19 de setembro de 2019
Das Loucuras (mapa do seu céu, do meu mel, do nosso ócio)
Das Loucuras (mapa do seu céu, do meu mel, do nosso ócio)
Improvisando: olhos balançando e pensamento evasivo.
Céu com algumas nuvens cor de mel, de fim de tarde.
A morte peçonha é uma panela, mas a vida é quem come nela;
Pipocam ocas as mentiras, mas o fogo é a fera e é a verdade.
Corpo explosivo! “odeio detalhes!” – ela protesta...
Vê um belo diamante na mão direita enrugada
De uma senhora gananciosa e destra.
Copo impulsivo! “rodeio os retalhos!” – ela atesta...
Vê um elo dominante no não discreto dado
Em uma penhora do pouco tempo que resta.
Com a vida se briga, mas não se brinca não...
Se limpa, adorna e suja o próprio umbigo,
Mas não há como fazê-lo com o de Adão.
Escada pronta para descerem e revogarem os ódios;
Escada sempre pronta para subirem e abraçarem a bondade,
Mas os homens na volta da descida estão enfastiados...
Festejam num novo limbo com seus orgulhos renovados.
A cólera foi vencida, apanhou – merecida...
Mas em breve renascerá nos pódios criados.
Os ninhos estão seguros e as navegações recomeçam;
Jovens terras para conquistar; novos desafiantes que prestam.
Colocam a mão na cabeça do mundo
E esticam seu véu...
Dão bênçãos e fazem cafunés;
Cremam o mal na fornalha de túmulo,
E o mal voa, solto, na fumaça das chaminés...
Enquanto o povo ri, festeja e sonha
Com a chegada do Papai Noel.
André Anlub
(03/12/17)
18 de setembro de 2019
Excelente noite
"Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraída para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão - felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro... eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia."
Osho
17 de setembro de 2019
Das loucuras (Jogo que virou o jogo)
Das loucuras (Jogo que virou o jogo)
Vida em jogo antes mesmo do bem ser destapado ao mal...
Mal criada, indispensável e louca: vida que vive ao nosso encalço.
Cadafalso de corda sisal; cada passo em doçuras e melados com sal;
O caráter, a poesia, a alma, o amor são espelhos em cada passo.
Vão-se o tempo, corredores escuros, as doações em comunhão;
Há de se galgar o tempo para criar um escape, um escopo, para a propulsão.
Força que sai da pedra, visão para além do horizonte,
O levantar da cabeça, o alongamento, café bem fresco e seguir adiante.
Tece-se o andar sereno – quando tem de ser;
Traça-se o cantar ameno – sempre de solução.
O jogo não existe: tela branca com indagações que não cessam;
É assim que é, estando vivo, altivo, ouvinte e falante.
À noite desenhada com caneta ótica de baixa resolução;
O dia impregnado na sua rua, casa, cama;
O dia ardia endeusado no seu só, sol, lua, casta, lama...
Como seu mais sincero – ao mesmo tempo, mero – amante.
André Anlub
(Crato – 16/08/17)
14 de setembro de 2019
Das Loucuras (coup de grace)
Das Loucuras (coup de grace)
Enquanto invade a casa nessa tarde de inverno,
Embelezando todos os cantos e até os pequenos frisos,
Com o canto do tentilhão de fundo
Sinto-me moribundo num amor perdido.
Seu perfume não me dissuade mais
Chega a ser assustador, quase bandido.
Inclino-me e venero, estou entregue...
As coisas são assim: inicio, meio e ‘aqui jaz’.
Nuvens são bem-vindas, tapam o sol e a luz com seu amor...
Passam ou ficam, descansam ou aceleram,
Adornam o cotidiano....
Entra ano e sai ano,
Elas põem a mão em nosso humor.
O tempo mexe com a inspiração,
Dias de sol, mas frios, fazem noites de som, bem quentes.
A alma quente bebendo café quente na beira do rio...
Gente passando a fio;
Passando roupa,
Mostrando pompa...
Aos que ainda tem brios.
Gente passando fofoca adiante,
Diante de um espelho bem limpo,
Vivendo em bolhas e limbos,
Com desculpas hilariantes.
Dentes em sorrisos;
Sem rima ou mimo...
Dentes escondidos,
Em uma grande obediência...
Jazem em uma poça de limo,
Pois vivem em falência,
Mastigando e engolindo o falso rico,
Que sangra pelos poros da tez...
E o tudo, por sua vez,
No infarto do seu coração oprimido,
Farto de ser todo umbigo,
Morre sem saber o que fez.
Andre Anlub®
(25/3/19)
11 de setembro de 2019
Ótima noite
"Os brasileiros estão indo embora. No primeiro semestre deste ano, a Receita Federal registrou mais de 21,8 mil saídas definitivas do Brasil.
Engenheiros, médicos, advogados e professores que deixaram o país permanentemente. Se o ritmo continuar, chegaremos a mais de 40 mil pessoas até o final de 2019, quase o dobro do número registrado em 2018 e cinco vezes o de 2011.
Isso é apenas a ponta do iceberg. Milhares de cidadãos partem sem avisar as autoridades públicas.
Os que tiveram a oportunidade de receber uma boa formação no Brasil e, portanto, têm melhores chances de refazer a vida além-mar, estão saindo por vários motivos.
Alguns porque não veem futuro no país de origem. Outros estão fugindo por medo e insegurança. Há aqueles que ainda estão tristes e revoltados com a política e a polarização do país, querendo proteger seus filhos dos discursos e ações que geram ódio e divisão. Não raro é uma combinação de todas essas razões.
Populistas radicais podem desdenhar e dizer “boa viagem” a essa nova classe de exilados. Podem, também, acusá-los de não serem patriotas ou desejar que partam por falta de “alinhamento” ideológico.
Isso não é apenas míope como é economicamente desastroso. E o resultado é que todos os brasileiros, incluindo os contribuintes, perdem. O prejuízo para o Brasil é lucro para Canadá, EUA, França e Portugal, entre outros.
A “fuga de cérebros” brasileira é perigosa para a democracia e a economia do país. O esvaziamento da classe profissional significa que a qualidade dos serviços —saúde, educação, infraestrutura, apoio jurídico e muito mais— sofrerá tremendamente.
Levará uma geração ou mais para os brasileiros reabastecerem o estoque perdido de capital humano.
Enquanto isso, outros países recebem um enorme impulso com o “ganho cerebral” subsidiado pelos brasileiros.
Treinar um médico ou engenheiro brasileiro é um investimento enorme e varia de acordo com a região. Em média, um curso de cinco anos em uma universidade custa cerca de R$ 200 mil de recursos públicos ou privados, para treinamento geral e especializado.
Boa parte desse valor é financiada pelo Estado, que investe em sua base de habilidades com o objetivo de melhorar o bem público geral.
Esse valor multiplicado por 40 mil profissionais que podem vir a deixar formalmente o país até o final do ano, chega a R$ 8 bilhões. E essas são só as perdas visíveis. O custo de perder cidadãos produtivos e engajados é incalculável. É incerto e, no cenário atual, improvável que muitos deles e suas famílias retornem.
Para os que ficam e desejam dedicar-se a estimular os avanços do país, como os professores e cientistas, as notícias também não são boas.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq ) revelou recentemente que sofrerá corte de 87% da verba de fomento à pesquisa em 2020, segundo a proposta orçamentária do governo.
Os brasileiros estão perdendo a esperança no Brasil —os que permanecem e os que saem. Sentem que o ambiente é cada vez mais instável e tóxico. Não querem viver em um país que menospreza e violenta mulheres e meninas, que pune grupos minoritários pelo que são, sacrifica as florestas tropicais e a biodiversidade, corta a educação, ataca a ciência e celebra o assassinato e o encarceramento indiscriminado dos mais pobres, mais fracos e vulneráveis.
Vemos a formação de uma maioria indignada, se questionando sobre o que pode fazer para estancar a degradação humana e cívica do nosso país. Este não é o Brasil que a maioria dos brasileiros sonha em habitar. Todos, não só os que saem, têm o direito de voltar a sonhar.
(Ilona Szabó de Carvalho)
8 de setembro de 2019
Excelente semana a todos!
Admiro da mesma maneira a pessoa imane e a miúda por fora...
Mas pequena no interior - desculpe o trocadilho - sinto pesar!
Anjo sedento
Sedento cupido chegou
e nas costas carrega
mágicas flechas de ardor.
Arco de osso de brontossauro
corda de tripa de triceraptor
flechas feitas de costelas
de homens que semeavam amor.
São lançadas aos desígnios
voam ultrapassando cometas
seguem as luzes das estrelas
e aos corações as carícias.
Fartas águas brotam límpidas
em nascentes de rios.
Abriga, na paixão periga
amparo, advindo da alquimia
já para, alvejado o amor.
Saciado, o cupido se engasga nas gargalhadas.
Deleita-se na verdade da entrega alheia
em seguida lamenta, aos prantos, devora-se
grita, ajuíza e tonteia.
Inflama seu próximo armamento
derrama seu secreto tormento
de punho bem cerrado
o arco e a flecha tomados na mão
aponta para o próprio peito.
André Anlub®
4 de setembro de 2019
Uma quarta positiva a todos
Alguns fatos amargos para quem ama café puro e limonada suíça sem açúcar.
(Madrugada de 19 de maio de 2015)
Corriqueiramente se pega pensando na sua adolescência atípica; por que atípica?
Apenas por quatro poréns:
O primeiro aspecto é justamente a própria adolescência que durou até os trinta anos de idade. Não que ele tenha brincado com brinquedos de criança, muito pelo contrário; a convivência, os interesses e os desenvolvimentos familiares, amorosos e nas amizades evoluíram naturalmente; até mesmo quando terminou a escola, trabalhou e fez uma especialização em computação gráfica. Sendo que no ínterim de tudo isso, até os trinta, não aceitava as responsabilidades de adulto perante as diversões e às drogas.
O segundo aspecto é que ele foi extremamente imaturo. Ao ponto de encarar cada minuto da vida, cada situação com extrema surpresa e insano deslumbramento. Tudo era fascinante e em quase todas as manhãs tinha a consciência de que acordava para algo novo, curioso e formidável. Era como mágica, assim como a imaturidade é.
O terceiro aspecto – com correlação ao primeiro e ao segundo – é o fato de mesmo havendo imaturidade ele sempre arrumava um modo de estar ligado aos conhecidos mais velhos. Seja na turma de rua, na família, no gosto musical ou nos esportes. Havia naturalmente algo nele que queria transcender ao tempo, ir mais rápido, mergulhar mais fundo antes mesmo de se molhar. Mas isso nunca foi empecilho algum para ele ser um jovem realizado e extremamente feliz; jamais.
O quarto ponto é mais complexo e leva às drogas. Havia nele tamanhas curiosidades e alacridade em estar fora do eixo, fora do normal – da normalidade –, fora do padrão e à margem das situações impostas pela sociedade.
Ele descobriu o clorofórmio com doze anos, ficou apaixonado por aquele transe, aquela sensação de aparentemente estar bem aos outros; um corpo de fachada, como se usasse uma máscara com sua cara mais normal possível, e por dentro estar em turbilhão absoluto, além de Via-Láctea. Certa vez chegou a usar clorofórmio na sala de aula, com o professor dando aula e trinta ou mais alunos à sua volta. Com as mãos dentro da mochila molhava o líquido no pano, enfiava a cabeça e sugava o cheiro, o gás, pela boca. Ninguém reparava em nada, as pessoas até falavam com ele normalmente, sem nada perceber. Passou quase uma aula inteira fazendo isso. O corpo dele ali, inerte, olhando para as explicações do professor como se fosse o mais atento dos alunos; e, ao mesmo tempo, inteiramente em outro planeta. Também aconteceu no recreio e até mesmo em casa, várias vezes, ao sentar-se para jantar com a família estando em completo voo.
(continuando nesse quarto aspecto) A coisa foi piorando (como era de se esperar) – ele então a cada dia se enturmava mais com os mais velhos. Eram encontros em casa e nos bares da vida. Procurou essa saída já que alguns da sua idade eram sóbrios, outros fumavam cigarro e maconha (nada do seu interesse) e poucos estavam alienados por algo mais forte. Esses que estavam no pique mais forte geralmente procuravam se esconder dos amigos e família, não tinham convívio de amizade plena e dependiam de bocas de fumo para conseguir o que queriam... Os mais velhos tinham acesso a outros tipos de drogas, como ácidos, coca, bola, anfetaminas e cogumelo... Coisas de maluco!
Isso acima daria para escrever um livro; e ele, como não perde tempo, já está providenciando isso.
André Anlub
2 de setembro de 2019
Excelente semana
Madrugada de 24 de janeiro de 2016
(Saturado de arte - no bom sentido; saco nada de Marte - no vão 'sentigo')
Desceu um litro de água direto goela à baixo, de uma só vez. Depois de mergulhar fundo nesse amor, nem tudo seguiu o mesmo fluxo, algumas pessoas próximas, teimosas, apenas observavam e se seguravam nas pedras para a cachoeira não levá-las comigo. Nem tudo era taxado de absurdo; talvez loucura, um jazz de trás para frente, um rock no rol das músicas para dormir ou coisas similares. Não entendia patavinas, apenas via as pegadas na areia... aquela voz tonitruante aos ouvidos somente fazia caricia. O amor agora faz paredes de vidro e tetos de aço puro; e mesmo com essa indelicadeza, estava tudo exposto, tudo continuava a seguir seu caminho... a pomba branca de algodão, a mão no corrimão da escada, e mais algo mais do que bom na luz desse dia sombrio... alguma coisa que não sei ao certo. Pessoas doidivanas expõem suas mazelas pelo bairro, pelas ruas, pelo corpo... no escopo de comprarem o sol. Pede-se piedade pela ação, e em apelação vem o perdão perdido na última cena de um falso filme... um ‘filmete’ qualquer... esse nosso. Desceu o Fogo como fênix como farsa como força... tudo ao mesmo tempo no olho do furacão. Vejo as ondas do Arpoador; sonho com as ondas do Arpoador; não me recordo direito se a água estava azul, verde ou amarela, mas você estava lá. Acordo – me frustro –, mas o sonho segue ao longo do dia, ao longo do tudo, acariciando minha torta memória. Bebi toda essa água como na adolescência costumava beber uísque, a saber, em pequenos goles.
André Anlub
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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Filha e esposa de Edir Macedo dando, aula de desapego:
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Vacina #Vacina Das Loucuras (boomboclaat) Aos prantos já sabia devidamente os desencontros que virão Na contramão do tempo que passava sem...
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Os 12 melhores poemas de A Teus Pés, de Ana Cristina César Via: Nota Terapia --> AQUI ! June 13, 2016Luisa Bertrami D'AngeloArtes, D...



















