11 de janeiro de 2020
Excelente sábado
GILLES DELEUZE - NÃO É FÁCIL SER UM HOMEM LIVRE
Vivemos em um mundo desagradável, onde não apenas as pessoas, mas os poderes estabelecidos têm interesse em nos comunicar afetos tristes. A tristeza, os afetos tristes são todos aqueles que diminuem nossa potência de agir. Os poderes estabelecidos têm necessidade de nossas tristezas para fazer de nós escravos. O tirano, o padre, os tomadores de almas, têm necessidade de nos persuadir que a vida é dura e pesada. Os poderes têm menos necessidade de nos reprimir do que de nos angustiar, ou, como diz Virilio, de administrar e organizar nossos pequenos terrores íntimos. A longa lamentação universal sobre a vida: a falta-de-ser que é a vida... Por mais que se diga "dancemos", não se fica alegre. Por mais que se diga "que infelicidade a morte", teria sido preciso viver para ter alguma coisa a perder. Os doentes, tanto da alma quanto do corpo, não nos largarão, vampiros, enquanto não nos tiverem comunicado sua neurose e sua angústia, sua castração bem-amada, o ressentimento contra a vida, o imundo contágio. Tudo é caso de sangue. Não é fácil ser um homem livre: fugir da peste, organizar encontros, aumentar a potência de agir, afetar-se de alegria, multiplicar os afetos que exprimem ou envolvem um máximo de afirmação. Fazer do corpo uma potência que não se reduz ao organismo, fazer do pensamento uma potência que não se reduz à consciência.
Via Geso Silva
10 de janeiro de 2020
Excelente final de semana aos amigos
Ao ver e viver teu choro
Da falida fumaça danada
Senti-me com uma facada
Uma dor aguda nos ossos
Na alma, no ideológico e no peito.
Nos olhos cáusticos as pupilas dilatam
E na lata, a vermelhidão do sem jeito...
Pela carência do ar da incoerente armada;
Pela amada paz mal amada e inocente;
Pela dúbia, vil e torpe imposição do respeito.
André Anlub®
Vida em branco
"zeliaduncan Pra quem pediu, tá aqui o poema do #zoionozoio do IGTV de ontem. 👇🏻"
"VIDA EM BRANCO ◻
Você não precisa de artistas?! Então me devolve os momentos bons.
Os versos roubados de nós.
As cores do seu caminho.
Arranca o rádio do seu carro.
Destrói a caixa de som.
Joga fora os instrumentos.
E todos aqueles quadros.
Deixa as paredes em branco.
Assim como a sua cabeça.
Seu céu de cimento.
Silêncio cheio de ódio.
Armas para dormir.
Nenhuma canção pra ninar.
E suas crianças em guarda, esperando a hora incerta para mandar ou receber rajadas.
Você não precisa de artistas?!
Então fecha os olhos.
Mora no breu.
Esquece o que a arte te deu.
Finge que não te deu nada.
Nem um som, nem uma cor, nem uma flor na sua blusa.
Nem Van Gogh, nem Tom Jobim, nem um Gonzaga, nem Diadorim.
Você vai rimar com números.
Vai dormir com raiva e acordar sem sonhos, sem nada.
E esse vazio no seu peito não tem refrão pra dar jeito, não tem balé para bailar.
Você não precisa de artistas?! Então, nos perca de vista.
Nos deixe de fora desse seu mundo perverso, sem graça, sem alma. ."
Zélia Duncan
Excelente noite a todos
Neil Ellwood Peart (Hamilton, 12 de setembro de 1952 - Santa Mônica, 7 de janeiro de 2020)[1] foi um músico canadense, que ficou conhecido como baterista e letrista da banda de rock progressivo Rush.
Peart recebeu inúmeras premiações por suas performances musicais e foi conhecido por sua agilidade, proficiência e energia.
Peart cresceu em Port Dalhousie, Ontário no Canadá (agora parte de St. Catharines) trabalhando em serviços ocasionais. Com 13 anos, Neil recebeu um par de baquetas, algumas almofadas de aprendizado e lições de bateria com a promessa de que se estudasse durante um ano com afinco, seus pais comprariam para ele uma bateria. Como prometido, ele recebeu sua primeira bateria aos 14 anos e passou a praticar rigorosamente.
Durante a adolescência, ele vagou de banda regional em banda regional e eventualmente acabou largando os estudos para dedicar-se em tempo integral à sua carreira de baterista. Após uma temporada desencorajadora na Inglaterra, Peart retornou para casa, onde entrou na banda regional de Toronto, Rush, no verão de 1974.
Fonte: Wikipédia
9 de janeiro de 2020
Chá de Sumiço (música feita em 2006)
Chá de Sumiço (música feita em 2006)
Estou vendo lá, ao longe
Um micro umbigo abominável
Pensa ser deus ou um monge
Mas nem sequer é palpável!
Aos que amam poesia, desejo saúde.
Aos que criam a melodia, plenitude.
Na inquietude da melancolia...
Que se cala diante da inspiração
Coloca-se a mão e dá-se o grito de alerta...
Constrói-se uma Taba (ou não).
Para quem não gosta de nada disso...
É chouriço, chá de sumiço,
Chá de voo ou chá de queda
Ou vá à meLda!
Aos que amam poesia, desejo saúde.
Aos que criam a melodia, plenitude.
Na verdade pronunciada, pré-nupciais anuncia o pé na estrada:
Esteve em estada completa, na campana da cabana da mata...
Morre ou mata...
Vá à guerra, vá à farra,
Vai na marra, vá e se amarra,
Ou vá à meLda.
Filha chave de cadeia
Tomou chá de sumiço
Experimentou um chouriço...
A mãe há nove meses
Com o compromisso
Toma chá de cadeira.
Desejo saúde, aos que criam a melodia
Desejo plenitude, aos que amam poesia.
André Anlub®
8 de janeiro de 2020
excelente quarta
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A admiração tornando-se paixão, e equivocadamente confundida
por amor, nascida da idolatria pelo trabalho – pela arte de alguém –, cria uma
projeção de perfeição ao ‘amado’ e esculpe às cegas algo inatingível até para
as almas mais bondosas do planeta. O amor verdadeiro costuma ser o inverso – às
claras –; é conhecer os alicerces e os escombros de alguém que já foi, é, ou
pode ser algo belo e sólido.
6 de janeiro de 2020
Árvore de Josué
Árvore de Josué
Isolado no deserto, na sombra da grande árvore de Josué
Escrevo alguns singelos rabiscos líricos
Com o pensamento em nossa casa, lá, distante
Em nossos cães correndo, deselegantes...
Vindo de encontro a você.
Por um instante a alma estacionada aqui se eleva
- Não há treva nem angústia
Sinto meu corpo acompanhando
Por dentro de memórias e histórias sublimes.
Sentindo o belo em todos e em tudo
Caminhando na chuva por cima de um arco-íris sem cor
Surdo para qualquer som absurdo
Um banho de chuva e de glória.
Estou no alto e vejo-me pequenino sentado
Estendo as mãos e solto um dilúvio de letras
Elas se unem formando versos
Casam-se como bolas de neve
Banham minha carcaça, minha pele
Deixando-me ainda mais extasiado.
São dois de mim que se completam
Ilustrando para expor como me sinto
Porre de absinto de inspiração
Banho de chuva, seiva suave,
Que salva a todos – no tudo,
No corpo, no avejão.
André Anlub®
5 de janeiro de 2020
Olhos largos de Afrodite
Olhos largos de Afrodite
Quero vê-la com olhos largos
Dos que tem na mais modesta luz os seus focos.
Venha beber na fonte e andar nos trilhos,
Siga o sutil caminho na carona de um longo vagão;
Nas curvas íngremes é deselegante, mas não é importante outra opinião;
A caçadora agora é caça, e eu, de Maria fumaça deixei seguramente a estação.
Busca na minha boca o enfoque
Da voz rouca quão trovoada,
Tem corte horizontal de sorriso vasto
Perpetuando o estrago.
Hora certa de um tempo perfeito,
Minuto cravado no seu brando jeito.
Andar que vai me conquistando inteiro,
Da sola do pé ao fio de cabelo.
Vá com calma e leve o tempo que for preciso,
Ao som de Joni Mitchell escandalize seu sentimento...
Foi assim comigo!
Quero vê-la partindo, e voltando, e sorrindo, e vindo, e ficando,
Quero vê-la parindo, aquele, e esse, e qualquer outro filho... e amando.
De tantos preceitos largados por nós,
O pior não veio, e depois de tudo isso jamais virá.
Foi divertido – foi fácil – foi vivo
Foi tudo de melhor que há.
Enquanto o agora fica o eco, pois não estou.
Sumiu a dor e a paixão de um amor cego, enquanto durou.
André Anlub®
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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Filha e esposa de Edir Macedo dando, aula de desapego:
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Ontem tarde esqueci seu nome... Mas hoje cedo me lembrei de que isso não faz/fazia/fará a menor diferença. As melhores opções nem sempre s...








