Grito sustenido

Anunciaram e garantiram que ninguém anda de bicicleta em São Paulo :) #cicloviapaulista
Posted by Prefeitura de São Paulo on Domingo, 28 de junho de 2015


Rede(moinhos) rendeiras 
Aves ou rendas?
Rendez-vous...
Saio da rede e vou para a rede,
Se a rede cair, volto pra rede:
- “Mon amour”.

Grito sustenido
(André Anlub - 11/05/13)

A paixão que é aceita em quaisquer lugares ou formas, no mais raso e no mais fundo, devidamente preenchido ou oco, um balde trazendo água limpa do mais profundo poço. 

Em anos que passam, voam, no “tic-tac” das respirações, no nascimento de novas vidas, nos leitos dos hospitais, no sexo dos anjos ou dos reles mortais, a emoção vai e vem e fica o etecetera e tal. 

Agradeço a chance de tentar novamente, endurecido coração, mas ainda vivo amadurecido, mas ainda brincalhão bobo e pirracento.
Com o apoio da lua meus olhos de coruja percebem o movimento, são os amores noturnos, são corações de luz própria que se embrenharam no breu soturno.

Com o apoio do sol meus olhos não dormem inertes, passam o dia fitando o futuro, proseando com a esperança e jogando charme ao vento.

Tenho a chave da vida, pelo menos uma delas, pois são milhares e muitos cadeados, soldas, trancas e grades... mas tenho uma chave da vida.

Nesse espaço entre o sonho e o real, armo meu acampamento, minha vida ao relento, um abrigo, meu canto no coral do perigo, minha voz de sustento, cá, aqui dentro, ouçam o grito sustenido.

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