O Amor e a poesia, a Poesia e o amor (2010)


O Amor e a poesia, a Poesia e o amor (2010)

Frio intenso como nos pólos,
O calor das mais altas temperaturas...
É de rachar todos os solos;
É de congelar qualquer clima.

Mais escuro que a pior cegueira,
Tem a claridade da explosão nuclear;
Saem das bocas - vomitam besteiras
Somem as palavras - perde-se a rima.

Olho no olho, dente por dente,
É coerente que os opostos se atraem.
Na beira do abismo, um passo à frente,
Mergulho fundo pois só o amor constrói.
(para amar)

É sabido que no amor e na guerra vale tudo,
Por que na poesia seria diferente?
Todos os três fazem parte do meu mundo...
Nunca fui sábio, tampouco prepotente.
(para rimar)

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