Esfera serena (27/05/17)
No papel que pela vida é dado,
Numa novela mexicana frenética;
Em canetas que sangram as tintas
E abraçam as ideias e abrem as janelas.
Há vivas uvas ainda nos cachos
Na esperança de tornarem-se vinho;
No absinto de um achismo moderno:
Eterno feitiço, perene façanha, farto fascínio.
A vivência dos que não veem a violência,
Na indecência do luxo de serem cegas;
Clamam em plumas, rimam e pregam...
Vozes roucas em uma aquarela sem cor.
Há pequenas películas transparentes
Nas paredes de prisões confortáveis;
Há nuvens brancas em céus instáveis,
Anunciando olhos e sonhos fugazes.
Veem-se excelências e suas essências vorazes
Cantarolando alto por todas as partes,
Canções novas de um velho compositor,
Aquele redentor que constrói novos lares.
Em pífias poses do desconforto do pleito,
Fazem-se modelos de suas próprias fotos;
Criam fatos, criam fetos, creem em feitos...
Dentro do falso globo sereno e perfeito.
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Homônimo disse ao Sinônimo:
- seu redundante!
O Sinônimo rebateu:
- sou prolixo, pleonástico, tautológico, mas não tenho várias caras, rostos, faces...
O interesse e a adoração caminham de mãos dadas e às vezes trocam as máscaras!
8 de agosto de 2017
Ótima terça a todos
Na casualidade dos caminhos tortos
Parece sinóptico tal gesto simples,
Esse teu, que brilha num todo.
Precata, de jeito torto,
Serem delicadas quaisquer escolhas.
Aberto o enorme fosso,
Que aos brados chama aflito.
Equidistante é carne e osso,
Pequena fenda que flerta,
Num zunido.
Vejo estática tua íris,
Por compreenderes tamanha epístola.
Voas feito águia, tão majestosa,
Tal qual a vida.
Há brilho demais no inconformismo,
Sufoca e cega. Há equilíbrio e imagem,
E na miragem não há cegueira.
E qual atitude seria mais certa,
Senão entregar-te ao próprio destino?
Vai-te logo, fizeste o prólogo,
Sigo-te, em linha reta, feito menino.
7 de agosto de 2017
Hora do recreio
Hora do recreio no sofá de uma sala (releitura mista 2013)
Quem será o guardião desse coração
Tão intenso, raro e quente?
Nesse vai e vem do povo a cólera passa rente...
Tentando roubar o puro,
Esconder o tesouro,
Cavando um túmulo
E matando os loucos.
Tudo se transforma na fala
Da saliva da ponta da língua.
Na palma da mão que entorna a raiva,
Perdendo-se no céu anfitrião.
Sendo o alicerce mais forte,
Fez-se o castelo - nasce o coveiro...
Que rompe vis elos,
Enterra as contendas.
Encarcera o faqueiro que insiste no corte.
A verdade mostra para que veio
E o ópio evapora na veia.
Surge a sorte pisando na morte,
Tornando o instante um instante perfeito.
O som é mais ameno,
No feliz badalar dos sinos
Para a hora do recreio.
O amor é a maior das certezas
E mesmo assim acontecem infinitos equívocos.
Não se fala em outra coisa
Em todos os lugares:
Em bares, ginásios, tablados,
Basílicas, praias, boates,
Iates, aviões ou carros.
A bola gira, cabelo cai,
O amor derrotado.
Flecha no peito, faca nas costas,
O bobo da corte coroado.
A imagem escureceu,
Os braços ficaram pesados
E nada mais se pode fazer.
Há um enorme e frio buraco,
Onde o eco cantarola sua fala
E no perceber que chegou ao profundo
Vê-se sentado no sofá de uma sala.
Inocente e réu
Inocente e réu (21/12/10)
Andei por caminhos difíceis
(sombrios e íngremes)
Descobri a esperança e o renovar de cada andança
(caridades e crimes)
Peregrinando e observando no caminho
Pássaros que vão e vem
E seus gravetos nos bicos.
Lembro-me de outras épocas,
Ninhos de cantos e gemidos...
Vida de baixos e apogeus.
Ah! sinto saudade, sinto o perdão que outrora não conhecia. Aprendi durante esses anos vividos
A amar e saciar a quem me sacia.
Aprendi a doar-me mais e cobrar menos,
Ser moderno amando o eterno e ser bom aprendiz.
Aprendi a conter minha raiva, ter paciência,
Pisar em ovos e passar feliz.
Nesse caminho, sob a luz da lua, declamo mansinho os Versos teus...
O vento mexe as margaridas
Campos de trigo - minha vida (baú de amigos).
Em outra vida devo ter sido rei,
Talvez um nobre,
Bobo da corte ou um plebeu.
(de nada importa!)
Na paisagem de tua janela, de frente ao lago, o pôr do sol.
E no crepúsculo, ouvindo os sapos, os violinos, clave de sol.
Sinto o toque divino no verde e no azul piscina do céu,
Vejo que ainda sou menino e sou desde pequeno
Inocente e réu.
O Desenho
O Desenho (6/2/10)
Apenas desenhei seu rosto
Com sombra e luz, com ar de desgosto,
A melancolia que te conduz.
Comecei pelos cabelos: completamente lisos,
Tom de fogo na madeira que deixam de paixão
A atração em teus vários vestígios.
Os olhos: de pantera, brilhantes, verdes.
Esfaqueiam de repente meu desejo, minha quimera.
Boca: não tem igual, toque de refúgio sensual...
Se movem em câmera lenta,
Cria um desenho na beleza que ostenta.
Depois de pronto fui ao extremo,
Beijei ardentemente tua face de papel,
Tintas me borraram todo o rosto
E por gosto, fui de palhaço ao céu.
6 de agosto de 2017
Mundo das Poesias
Lista dos participantes da antologia Mundo das Poesias (Livro com 310 páginas)
01 – ADRIANO FERRIS Adriano Ferris
02 - ADMILSON FARIA (ANGOLA) Admilson Faria Faria
03 - AFRICA GOMES (ANGOLA) África Gomes
04 - ALESSANDRA CRISTIANI DOS SANTOS WagnereAlessandra Generoso
05 - AMAURI SALES Amauri Sales
06 - ANA ANGÉLICA Ana Angélica
07 - ANDRE ANLUB André Anlub
08 – ANDREANE CUNHA Andreane Cunha
09 - ANTONIO MONTES Antonio Montes
10 - BENEDITO CARLOS Beneditocarlos Gonçalvesdelima
11 - CAIO GARCIA Caio Garcia
12 - CARMEM HADDAD Carmen Haddad
13 - CLAÍSE DE ALBUQUERQUE Claíse de Albuquerque
14 - CLÁUDIA SIMÃO SEMEDO (ANGOLA) AfryClaudia Anjo Semedo
15 - EDI ALMEIDA Edi Almeida
16 - ELAINE S SANTOS Elaine S Santos
17 - ERICO ALMEIDA Erico Renato Almeida
18 - EROS AFONSE Elias Rosa Fonseca
19 - FRANCISCO FERREIRA Francisco Petrônio
20 - FUTURO DA COSTA (ANGOLA) Manuel José Constantino José
21 - GABRIEL SANTANA SANTOS Gabriel de Santana
22 - ISVANIA MARQUES Isvânia Marques Ocampos
23 - JONNATA HENRIQUE Jonnata Henrique
24 - JORGE LUIZ ROSA Poeta Jorge Luiz Rosa
25 - JORGE MANUEL RAMOS (PORTUGAL) Jorge Manuel Ramos
26 - KAINHA BRITO Poetisa Kainha Brito
27 - KITY ARAÚJO Kity Araújo
28 - LADY INUYASHA
29 - LANE DIAS Lane Dias
30 - LIN QUINTINO Lin Quintino
31 - LUIZA SENIS Luiza Senis
32 - M. M. SIMÃO MMSimão
33 - MANUEL TIMÓTEO DE MATOS (PORTUGAL) Manuel Timóteo de Matos
34 - MARCOS NASCIMENTO Marcos Nascimento
35 - MAURÍCIO DUARTE Mauricio Swami Divyam Anuragi Duarte
36 - MAYANNA VELAME Mayanna Velame
37 - MIRIAM BRILHÓ Miriam Bilhó
38 - NAZARÉ FERREIRA Poetisa Nazaré Ferreira
39 - NILLO COSTA Nillo Costa
40 - OLIVER FABIO Oliver Fábio
41 - PAULO MAX
42 - POETA JARDIM Sergio Almeida
43 - RAUL THOMPSON
44 - SOARES BARBOSA Soares Barbosa
45 - SRTA CHAGAS Ítala Fernanda
46 - VANTI VYRENA Vanti Vyrena
47 - VIRGÍNIA DE OLIVEIRA Virgínia de Oliveira
48 - WALDIR PHILHO Walldir Waldir De Melo Filho
Ótimo domingo
Algumas (des)ponderações e frases de (d)efeito
Falaram sobre o Titanic: "Nem Deus afunda esse navio". Penso cá com meus botões o porquê de Deus querer afundá-lo! Mas também penso que o Diabo, sabendo que já teria um bode expiatório, foi lá e fez.
- E vida após a morte?
- Acredito. Só não simpatizo com a ideia de eu o dia todo sorrindo, vestindo branco num jardim florido.
- Por que?
- Branco me engorda muito.
- Dou mais valor ao artesão de rua do que ao Picasso!
- Você compra muita arte de rua?
- Quase nunca!
- Você deve odiar o Picasso.
- Negócio brega e antiquado escrever RIP quando alguém morre!
- Fica tranquilo, quando você morrer escreverão: JFT (Já Foi Tarde)
Nas lacunas entre os "sins" e os "nãos" existe tal vez; essa tal vez do povo novamente entrar pelo cano.
Nos teus olhos pareço escutar o amor que ecoa sem fim; há de abafar o sombrio, o nublado, o vazio, o banal, o chinfrim.
Amor verdadeiro não foca em anel e nem todo Coco é Chanel.
correndo, o bicho pega
ficando, o bicho come
ignorando, é alienado
poetizando, o bicho é rango.
Insanidade de horas perdidas no 'líquido sagrado de Baco': com uma mão vai afundando o barco, com a outra fornece o salva-vidas.
"Brasil, ame-o ou deixe-o!"
Mas se você tiver bastante dinheiro,
pode odiá-lo e ficar por aqui mesmo!
O sujeito se diz Capitalista, adora feriado prolongado, curte um atestado médico falso, reclama do seu trabalho e do seu salário.
Virou modismo se auto-elogiar: "sou pessoa de bem!".
É porr@ nenhuma, falar é fácil, queremos ver na ação!
Mais uma sobre o autoelogio:
– Sou o Super-homem!
– Não! nem é um pássaro, tampouco um avião; é só um humano prepotente mesmo!
Prometo que essa é a última sobre autoelogio:
tenho um amigo que chega a falar muito,
mas muito bem dele mesmo na terceira pessoa.
Indo ao brio
O corpo se contorce nas belas curvas do mistério,
E meu universo se entorpece em um minuto;
Vejo minha vida, sua verve - seu externo,
Rogo amor eterno e me completo absoluto.
Indo ao brio (6/8/14)
Pousa para dar pé, pausa para um café;
Asa em construção – voo em atuação;
Ao distante a verve chamando, pois...
Incitante é a vida entoando:
Ela está insatisfeita (sem motivo),
Vive questionando o próprio talento,
Diz que é como um cágado...
Está lenta:
- não consigo agora chegar, ou, talvez, me virar no improviso.
Pausa para ter fé, pousa para outro café;
Pena, papel, ideia e silêncio...
Deixou bem longe a peleja, a amnésia,
A ausência de novo pensamento...
A inércia.
Alçando voo desbancando o frio, cruza o vale e o rio,
Voa com os sãos falcões peregrinos, aves de rapina,
Sente quão facões na espinha, rasgando a carne e a alma...
A inspiração que lhe ataca,
Afaga, assanha... e, na manha, a eleva ao brio.
Acesso da Fantasia (31/07/11)
Milhões de vozes que chamam
Atrozes escritores que banham
Terror e beleza de sonhos! Mensageiro nas portas
Comporto a inspiração derradeira
Tu és a única, esperança do divino
Fazes soltar tintas em papéis
Mas me engano ao pensar que perecerás
Pois sempre precede o silêncio da balbúrdia dos sinos!
Portas que tu abres chaves que nunca perdes
No engodo do fracassado, tu renovas, acordas a cada letra
Fazendo valer o som das trombetas
Trazendo harmonia as flautas que ergues.
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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Filha e esposa de Edir Macedo dando, aula de desapego:
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Poemas de Manoel de Barros Via: Templo Cultural Delfos SEU MARGENS Seu Zezinho-margens-plácidas, célebre fazedor de discursos patr...
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Ontem tarde esqueci seu nome... Mas hoje cedo me lembrei de que isso não faz/fazia/fará a menor diferença. As melhores opções nem sempre s...








