2 de outubro de 2023

Das Loucuras (morrendo e nascendo um par de vezes)


Das Loucuras (morrendo e nascendo um par de vezes)

Fez da vida um livro aberto, com letras garrafais;
Os segredos estavam dispersos, em linguajar popular.
Ao alcance de todos tudo do bem e mal que há...
Um tapa de luva de pelica nos boçais.

Em garrafas de café ou jarras de chá,
A tristeza nunca fez moradia – e nem há!
Numa ação vagarosa e tardia – porém a tempo -,
A saudade à mente é transformada em alento.

Numa canção de momento; num ré bemol ou dó sustenido,
No rosto cai o pranto singelo com cheiro de lavanda.
Reclama da poluição e coloca plantas na varanda;
Estranha o silencio da noite e ouve som com fone de ouvido.

É um interlocutor de si mesmo recorrente,
Quebrando correntes, queimando falsas posturas.
Não há estresse na distração da mente
E aos montes saem as suas escrituras.

Sorri um sorriso verdadeiro que guarda em cumbucas de gelo;
Aquece o coração com o calor de um sol inventado.
Desvenda o futuro com os moldes de seu passado;
Chora por um amor que ainda não existe – por medo de não tê-lo.

Assim carrega os seus dias, com noites no meio;
Insônia, pesadelos; sonho bom, desvelos...
Vive na justificativa de se adequar ao seu povo.
Todo fim não justifica os meios – e assim aguenta o tranco –,
Chega ao fim da pintura com a tela em branco....
E começa tudo de novo. 

André Anlub®

28 de setembro de 2023

excelente noite a todos

O ano é 1914. Anos da Primeira Guerra Mundial e agricultores que cultivaram "cannabis" em troca de dólares americanos... Lembre-se disto e continue a ler.

O cânhamo industrial não é apenas uma planta agrícola.

É um antídoto para o óleo e o dólar.

COMO É PROIBIDO?

👉1. Um hectare de cannabis produz oxigênio como 25 hectares de floresta.

👉2. Mais uma vez, um hectare de cânhamo pode produzir a mesma quantidade de papel que 4 hectares de árvores.

👉3. Enquanto o cânhamo pode ser transformado em papel 8 vezes, a madeira pode ser transformada em papel 3 vezes.

👉4. Cânhamo cresce em 4 meses, árvore em 20-50 anos.

👉5. A cannabis é uma verdadeira armadilha de radiação.

👉6. A cannabis pode ser cultivada em qualquer lugar do mundo e precisa de muito pouca água. Além disso, como ele consegue manter os insetos longe, ele não precisa de pesticidas.

👉7. Se os têxteis de cânhamo se generalizassem, a indústria de pesticidas poderia desaparecer completamente.

👉8. Os primeiros jeans foram feitos de cânhamo; até a palavra "CANVAS" é o nome que os produtos Cannabis ganharam.

O cânhamo também é uma planta ideal para produzir cordas, atacadores, bolsas, sapatos e chapéus.

👉9. Reduz os efeitos da quimioterapia e radioterapia no tratamento da cannabis, AIDS e câncer; usado em pelo menos 250 doenças como reumatismo, coração, epilepsia, asma, estômago, insônia, psicologia e rigidez da coluna.

👉10. O valor proteico das sementes de cânhamo é muito alta e os dois ácidos gordos que elas contêm não estão em nenhum outro lugar na natureza.

👉11. A produção de cânhamo é ainda mais barata do que soja.

👉12. Animais que comem cannabis não precisam de aditivos hormonais.

👉13. Todos os produtos de plástico podem ser produzidos a partir de cânhamo, e o plástico de cânhamo é muito fácil de voltar à natureza.

👉14. Se o carro for feito de cânhamo, será 10 vezes mais forte que o aço.

👉15. Também pode ser usado para isolamento de construção; é resistente, barato e flexível.

👉16. Sabonetes e cosméticos feitos de cânhamo não contaminam a água, por isso são completamente amigos do ambiente.

Na América aos 18. século, sua produção era obrigatória, e os agricultores que não produziam foram fechados. Mas agora a situação virou de cabeça para baixo. DE ONDE?

👎-V. R. Hurst possuía jornais, revistas e meios de comunicação nos Estados Unidos no século XIX. Eles tinham florestas e produziam papel. Se o papel fosse feito de cânhamo, ele poderia ter perdido milhões.

👎-Rockefeller era o homem mais rico do mundo. Eu era dono de uma companhia petrolífera. Biocombustível, óleo de cannabis, era, claro, o seu maior inimigo.

👎-Melon era um dos principais acionistas da empresa Dupont e tinha uma patente para a produção de plástico a partir de derivados do petróleo. E a indústria da cannabis pôs em perigo o seu mercado.

Melon mais tarde tornou-se ministro das finanças do presidente Hoover. Estes grandes nomes de que temos estado a falar nas suas reuniões decidiram que a Cannabis é o inimigo e removeram-na. Através da mídia, eles gravaram marijuana no cérebro das pessoas como um veneno, juntamente com a palavra marijuana.

As drogas para a cannabis foram retiradas do mercado, substituindo pelas drogas químicas usadas hoje.

As florestas são cortadas para produzir papel.

Envenenamento por peste e cancro estão a aumentar.

E então enchemos nosso mundo com lixo plástico, resíduos nocivos..

22 de setembro de 2023

Excelente final de semana

                                                                Gustav Klimt - Judit I


Das Loucuras (vive dizendo que isso e aquilo...)


Segue consigo conciso dos crepúsculos às auroras,

Mas é impreciso no tiro, na escultura, na fôrma e forma...

Quer trocar a flecha por dois trilhões de metralhadoras.


Um dia sim e outro também – isso é icônico –,

A labuta passa a ser sua dona...

Essa é sua forma de viver – doido adoidado –,

E assim seu fardo é lacônico...

Agora, pode-se dizer que logo mais os seus anseios

Ficarão ainda mais anabolizados.


Sigo seguindo o fluxo do meu desleixo,

Continuo no contínuo da existência – choro e sorrio,

Sou preciso no que não quero,

Mas o que desejo, ao vento eu deixo.


Invento hobbies e crio paixões, 

Às vezes até moldo limitações...

Fortaleço-me e obedeço

Fielmente as minhas ações.


Não me torno falso,

Torno-me um Eu que surfo no meu rio;

Assim sou do Rio - quente e frio -,

Sou do Ceará e desse momento...

Tentando ser água, fumaça,

Vitória e fracasso,

Latão ou aço...


Mas – na medida do possível – preparado e atento

Para o que surgirá no amanhã, no próximo passo. 


Com café expresso, expresso experiências,

Conseguindo me expressar como posso.

Nem aves em gaiolas, nem uvas no cacho,

Acho que no jardim tem hortênsias...


E as boas e belas adormecidas,

Posso ouvi-las – nada mal,

Nesse momento o cantar

Remete-me a Diana Krall.


Tento ouvir de tudo,

Pois tudo é eco no beco escuro de um poço.

Vossa Excelência fez a carne,

Moldou a alma e fortaleceu o osso.


Alguém fez esse mundo com esmero,

E pitadas de loucura e envergadura.


Surge a esperança, e espero

De tal maneira para mim, de outras tantas ao povo,

Que luta, labuta,

Descansa, dança e faz trança, 

Pinta o rosto

Firme no posto

Para o combate da vida dura.


André Anlub®





Vídeo do instagram de Atiashuynh (Alessandra Huynh)

Das Loucuras (os Sumérios, os sumidos)

Vivendo no ostracismo,
O seu trabalho é dar a si trabalho
E sempre foi muito bom nisso.
Espera por soluções com otimismo,
Mas também corre atrás do prejuízo.

A vida lhe dá coices
Mas permite que se monte nela.
Mesmo com chuva, sol, balas perdidas,
Deve-se sempre arriscar abrir as janelas.

O excesso ou a falta de dinheiro,
Costuma enlouquecer as pessoas...
E ele já viu essa cena centenas de vezes.
Seu coração pode ser de pedra, de pó ou amigo,
É só ter compaixão, empatia, zelo.

Mudando de pau para cavaco:
A vida a todo o momento se repete
E as coisas vão bem para seu cavalo...
Nesse instante está curtindo Andrea Motis no trompete
E anda com motivos de querer ficar apaixonado.

Amores vão; amores vêm; amores ficam...
São como sonhos bons
Que acabam e te fazem querer bis.

A vida dói e afaga,
A faca amolada corta, fere,
Mas também prepara delirantes pratos – é o que se diz.

André Anlub

16 de setembro de 2023

Das Loucuras (die versagung)




Das Loucuras (Mais tubo ação)


Eis que surge como ofício

Alargar na fechadura o orifício

Arruma o meio dentre o fim e o início

Faz da admiração o hospício.


Afim a todos, afim até a mim

Iça, acende e segura vela

Enfim fará o fim

Se te virem a fim

Beijando uma fria tela.


Nada incomum ou insana é sua gana

Até ser platônico não é coisa rara

Quando é De Armas a Ana 

E a Delevingne de Cara.


André Anlub


Das Loucuras (die versagung)


Nessa terra do sempre fiz meu pomar florido,

Vendo e prevendo seu rosto risonho;

Nesse caso olha-me com carinho e ironia,

Renovo a compaixão a cada novo dia.


Pinto, escrevo e canto o desejo

Em bons e breves sonhos e lampejos...

Jogo mil sementes distintas;

Vario vadio nas músicas, papeis e tintas.


Há de se tornar verdadeiro;

Há de me diferenciar dos fantoches...

É terra do sempre, terra do nunca;

É terra do seu céu e chão, sem pretensão ou deboche.


Amor ambíguo às vezes é sólido, é só, é vivo, é morto;

Um “s.o.s” para essa ardor implacável que impacta ao não;

Estigma na alma, na calma, na aura, no conforto...

Memórias de cartas ainda não escritas, incineradas de antemão.


Vasto projeto de uma união protegida, mas assolada,

Focada em telefonemas que nunca foram desligados na cara.

Tudo é líquido e liquida nossa linguagem quase em linguafone...

A fome de estar junto junta com a falsa fama e a verdadeira tara.


Amor que circula – cicuta –, que se escuta do céu ao chão;

E é minha sombra que me assombra no tudo e no nada...

Alma lavada, corpo quase no esgoto – emboscada.

Meu pensamento em seus olhos... E lá estão.


André Anlub®

15 de setembro de 2023

Das Loucuras (o voo e o pouso da coruja de Atena)


Das Loucuras (o voo e o pouso da coruja de Atena)

E a inspiração mergulha profundamente num cio...
A infalibilidade da coruja ao perceber sua essência,
Na metáfora proposital da “inteligência vazia”,
Deixa todos como num sonho – invídia –, a ver navios.

Segue sua vida na humildade da experiência,
Hoje se vai, ao contrário de um passado “dia do fico”...
Assimilando a lógica e logicamente, assim, mirando
E calando modestamente o bico.

O voo pela vida não é alto, pelo contrário,
É extremamente profundo.
Entra num túnel confuso, arbitrário,
Flerta com o mundo, o submundo e o sobre mundo do tudo. 

A coruja é faceira de infinitas faces,
E fazes que fizeram, fazem e farão feitos infindos.
Abre as asas e defeca nos trastes,
Agarra com suas garras e beija os bem-vindos.

Ao som de Charlie Parker passeia no parque,
Delicia-se com a delicia de ser quem é – à vontade!
Tudo que ensinarem está de bom tamanho – é de praxe...
É receptiva ao aprendizado; é devoradora de detalhes.

O pouso bem suave numa jam session é seu lema,
Seus ouvidos agradecem todo esse afago.
Por hoje basta de sacanagem, capricho ou moralidade...
Amanhã lubrificará as engrenagens para o Sistema.

André Anlub®

 

Excelente final de semana

 Lyudmilla Pavlichenko


Abateu mais de 500 inimigos, 309 reconhecidos de maneira oficial sendo 36 snipers alemães. 

As mulheres foram peça chave para a vitória Soviética e a consequente derrota de Hitler.

"-Quantos homens você matou?

- 309. E não eram homens, eram fascistas."

31 de agosto de 2023

Das Loucuras (1994, Copa, 1 da matina – arrebatamento)


Das Loucuras (1994, Copa, 1 da matina – arrebatamento)


A quietação da sagrada inspiração 

E o surreal e o real do imaginário

São sombras no caminhar solitário...

Mas que também pode ser que não.


Olho de soslaio um ser estranho vindo na outra calçada

A visão é alçada às ideias de sair da situação.

Franzo a testa e o que resta é descontração...

Pois ali fui criado, conheço as flores e os buracos

E esse saber está longe de ser nada. 


A solução do problema pode estar

Ao deixar de tentar pegar

Uma das visíveis e infinitas estrelas no céu,

E se contentar em pegar

Uma rara estrela do mar.


Pronto, o pensamento se perdeu na musa...

E no seu olhar há luz além dos calvários,

Vê-se onde o sossego descansa,

Vê no preconceito a repulsa.


Lido, ledo engano – felicidade...

É madrugada na minha cidade;

Alma drogada, não quer saber de nada – nunca quis...

Contorno de álcool, coturno, casaco e algo...

Tudo misturado com parafernálias vis.


Há algo que se possa fazer,

Mas é dar continuidade ao nada.

Quiçá exista a paz no que apraz – sacou a sacada?


Mas nunca ficou em pé – de guarda em seu posto,

Vigiando para os outros não saírem dos armários;

A ganância por detrás da máscara em seu rosto,

É problematizar problemas – inventar inventários.


Vem musa, me salvar desse “ouroboros”

Vem sorrir, expor o profícuo do que pra mim é finito,

Pois sou herói em meu sonho – e na real um tolo.

Nem leite nem bolo – só veneno – senão eu vomito.


E ela realmente veio...

Permanecendo ainda uma herança – sua sina...

De ter na alma o solidário – fazer bonito,

Estendendo as mãos aos que estão na latrina.


No coração há o transbordo do amor...

E as correntes ela abandona à dor.

Não há confisco, tampouco atrito,

Enfim, amores aprumando-se nas esquinas,

Do ser livre, do livre arbítrio.


André Anlub®

 

26 de agosto de 2023

Das Loucuras (Tarde de sábado)


Das Loucuras (Tarde de sábado)

O estreito furo do observador
A galinha ciscando no quintal
Tal de etc. de afago e dor
Enquanto a enfermeira prepara o mingau.

O que há dentro de nós?
Uma guerra sem fim;
Uma festa uníssona...
Aquele algo além do passível, enfim:
Tudo que se faz combustível.

É como se os verões quisessem sair,
Alavancando novos rumos,
Flertando com o ir e o vir,
Um futuro além de seus túmulos.

Então, enquanto o incenso invade a casa
Falsificando o cheiro puro do jasmim.
Para recomeços sempre será tarde criar asas
Se a cicatriz não se torna tatuagem assim.

Inícios, recomeços, medos, a rocha frágil, veeiros...
A roupa rasgada lavada; o pássaro preso ao viveiro.
De dia aquele clarão que põe à prova a coragem,
De noite a engrenagem que se quebra na cegueira do covarde.

Pés pisando em pequenos cascalhos,
A maresia, a adrenalina, a música e a sacanagem.
O pensar vago enquanto vagueia nas imagens
Numa bela praia do acaso;
Numa pintura de tarde de sábado.

André Anlub®


 

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.