Desenredou como que livrando-me dos sujos poços
lavando-me e deixando-me no fino trato.
E a alma, que até então perdida, renasceu
colocando farta comida no prato
e de fato sepultando os ossos.
A poesia tirou-me de um sujo e apertado buraco
e jogou-me num asseado e extenso espaço:
- Meu muito obrigado!
André Anlub®
(9/3/14)
Não poderia deixar de colocar por aqui o belíssimo cartão da amiga Eliani.
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