2 de setembro de 2014

OPB - ENTREVISTA ANDRÉ ANLUB


OPB - ENTREVISTA ANDRÉ ANLUB
ENTREVISTA CONCEDIDA A MAURICIO DE AZEVEDO
UM POETA DO MODERNO

POETA E ARTISTA PLÁSTICO PRESTIGIADO POR SEUS PARES E MEMBRO ATUANTE DE VARIAS ENTIDADES DE CULTURA E ACADEMIA DE LETRAS, ANDRÉ ANLUB É UM AUTOR PREMIADO E DE VERSO MODERNOS E INTELIGENTES. UM PRAZER-LO COMO MEMBRO DA NOSSA ORDEM DOS PETAS DO BRASIL. MUITO OBRIGADO; COM VOCES, O POETA ANDRÉ ANLUB.

ANDRÉ ANLUB
Escritor, imortal da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba Grande (RJ) Cadeira N° 95 - Prêmio Medalha Personalidade 2013 pela Academia de Artes de Cabo Frio e Comenda Excelência e Qualidade 2014 pela Braslider. Em novembro será empossado Acadêmico Correspondente da ALB - Academia de Letras do Brasil Seccional Araraquara (SP). Artista Plástico com uma pintura no Acervo Permanente do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Bahia - Membro Escbras (MG) e membro N°55 da Associação Cultural Poemas à Flor da Pele de Porto Alegre (RS) - Técnico em Prótese Dentária formado pela SPDERJ. 

1- QUEM É O POETA ANDRE ANLUB?
RESP – André Anlub é uma pessoa simples no dia a dia, na convivência com o trabalho, com a família e amigos, mas complexo no si próprio. Teve uma infância tranquila na Rua Siqueira Campos (Copacabana) até os 10 anos, depois continuou no mesmo Bairro na Rua Santa Clara, sempre frequentando a Praça Edmundo Bittencourt (Bairro Peixoto) e ficando por ali até os 31 anos, quando mudou-se para a cidade de Itaipava (distrito de Petrópolis). Na pré-adolescência, durante e pós, fez inúmeras amizades, percorria o Rio de Janeiro de bicicleta para cima e para baixo, ia em diversas turmas de rua e turmas de surfistas para trocar ideias, fazendo assim amizade com várias mentes pensantes de histórias e ideologias diferentes.
2- COMO AVALIA A SUA TRAJETÓRIA POÉTICA ATÉ O MOMENTO?
RESP - Comecei a escrever tarde, sempre penso como seria se eu já conhecesse a poesia na época que montava num cavalo e, na maioria das vezes, ia solitário até o açude, me balançava num balanço que fiz e sentava num banco de madeira para ponderarsobre a vida; quantas vezes me vi também na praia do Arpoador... ficava sentado na pedra, na areia ou na prancha admirando o sol ao longe... A poesia já existia em mim, mas ainda não se manifestava.
Os anos de 2012, 2013 e início de 2014 foram excepcionais em minha trajetória artística; conquistei alguns espaços, fiz novas e importantes amizades (sem jamais esquecer das velhas) e tive um retorno muito bom. Mas meu divisor de águas se deu no início de 2009, quando já estava com meu primeiro livro solo todo no papel (rascunho) e decidi coloca-lo num livro e publicá-lo; foi o ano também em que me mudei para o Nordeste, e em meados desse mesmo ano comecei uma produção sem freio para em outubro estar com o livro finalizado. 
O livro em questão é o “Poeteideser”, livro modesto, despretensioso, livro que fiz para desafogar os sentimentos e colocar os desabafos em dia. Consegui vender muito bem, a um preço bastante popular, graças aos amigos que fiz na rede social do Orkut.

3- VOCÊ É UM POETA QUE PARTICIPA DE VÁRIAS ANTOLOGIAS E FAZ PARTE DE ACADEMIAS. QUAL A IMPORTÂNCIA DELAS PARA A ATIVIDADE DE ESCRITOR?
RESP - Apoiar a literatura, sobretudo em um país com baixíssimo número de leitores, é primordial. Qualquer incentivo à leitura será sempre valido, qualquer manifestação artística, idem; temos que colocar a literatura de um modo muito mais significativo na vida das novas gerações... vê-los desligando os televisores e computadores (redes sociais) e abrindo os livros, principalmente os de papel (o cheiro do livro é salutar, é vicioso e transformador).
As antologias são de suma importância para os nossos registros poéticos, para divulgações e para outros terem acesso ao trabalho do escritor que ainda se encontra engatinhando, ainda se encontra no ostracismo.

4- QUAIS OS POETAS QUE INFLUENCIARAM ANDRÉ ANLUB?
RESP- Pablo Neruda, Sylvia Plath, Ana Cristina Cruz Cesar, Emily Dickinson, Paulo Leminski e Manoel de Barros.
5 A ATUAL POESIA BRASILEIRA VIVE UM MOMENTO DE EXPANSÃO, ACHA QUE A QUALIDADE ACOMPANHA?
RESP - A qualidade sempre será mais divergente quando houver quantidade, as contradições, as discussões, as críticas, só fazem bem! Acho que o ato de escrever, por si só, já é válido e paga o “ingresso”.

5- QUE CONSELHO DARIA A ALGUÉM QUE DESEJA SE INICIAR NA CARREIRA POÉTICA?
RESP - Ler muito, o tempo todo. Sempre carregar um bloquinho e uma caneta, ter blocos espalhados pela casa e pelo trabalho, banheiro, gavetas, etc. Mas o mais importante é a leitura.

6- ACHA QUO BRASIL TEM VALORIZADO OS SEUS POETAS?
RESP - A meu ver não! Acho que o hábito de estacionar nos grandes nomes do passado abafou os escritores atuais, principalmente os poetas e/ou os que têm uma escrita mais moderna, mais arrojada e marginal; não devemos deixar nada ser empecilho para uma produção artística, em todos os âmbitos. A arte, assim como o dom, não pode ser sobrepujada por pessimismos ou modismos, ela é muito além de qualquer coisa artificial de cunho materialista. Escrever é um parto, e a cada poesia gerada é mais um filho no mundo. 

7- FALE SOBRE A POESIA NA SUA VIDA ESCOLAR?

RESP - Não era um leitor de poesias; lia muitos jornais, gibis de humor, alguns romancistas clássicos, quadrinhos do Sandman e as revistas MAD e Playboy. 
Sempre me liguei demais em música, principalmente nas letras (brasileiras e estrangeiras). Meus ouvidos podem ser definidos como: Antes de Chico e Depois de Chico. (Chico Buarque)

8- ACREDITA QUE MOVIMENTOS COMO A ORDEM SÃO IMPORTANTES PARA A POESIA?

RESP - Sem sombra de dúvida. Incentivar a literatura no seu ventre e a posteriori na sua nascente, tendo ajudado a chocar esse “ovo” na concepção, é o tapa de luva de pelica na inatividade dos pincéis e das penas (no modo geral)... é o grande “touché” da arte!
9- CITE UM LIVRO EXCELENTE DE POESIAS PARA SER LIDO?
RESP - Canto Geral - Pablo Neruda

10 - O QUE A SUA POESIA OFERECE EM ESPECIAL AO LEITOR PARA QUE ELE A CONHEÇA?
RESP - Minha poesia é uma enorme metamorfose e totalmente indisciplinada, não segue preceitos, Normas nem Marias e Joãos (brincadeira). É uma poesia do âmago, do dia a dia, do suor do momento. Denomino-me um voador e um eterno aprendiz.

11-ACHA QUE A POESIA BRASILEIRA ESTÁ NO MESMO NÍVEL DA POESIA UNIVERSAL?
RESP - Absolutamente! (no sentido de com certeza).
12-A POESIA É IMPORTANTE EM QUE ASPECTO PARA AUXILIAR NA EDUCAÇÃO:
RESP - A leitura é o principal aliado da educação. Mas tem que se tomar muito cuidado com o que lê! Sempre pesquisando, quando houver dúvida, sempre questionando e variando nos estilos, sendo em poesias ou romances. Acho interessante conhecer as épocas, as maneiras de pensar e escrever dos autores. Particularmente leio muito os amigos poetas, muito mais do que os poetas renomados. 
13 - FALE TUDO O QUE DESEJAR SOBRE POESIA.

Eu poesia
(André Anlub)

Não seremos prolixos, vamos falar de poesia:
Eu, meu Eu lírico e o Alterego se exporão:
Poesia no âmago é cega - um lince
Feia – linda; em sua saída, abraçada na verve
Leva contigo tato e emoção.
Poesia pode lhe trair - atrair - extrair.
Estimular muitos - ou nenhum.
Ser alento, veneno, somar, subtrair;
Levar aos sonhos, ser foice perversa, vertigem, seu “metiê”,
Ócio, dar ordens, ser forte, obedecer.
Em poemas libertinos, que quase sempre em linhas tortas,
Ficariam mortos (desatinos),
Mas comovem plateias e alcançam destinos.
No arcano que é a poesia,
Fazemos uma idolatria doentia;
Poesia pode ser menina traidora, menina mentirosa;
Mesmo que na ferida exposta da fossa, batemos palmas - damos guarida,
Damos espaço - nossas almas.
Tem sido poesia que me invade, e em alarde e envaidecido, 
Sigo saciado na sua maestria.
Malucos são os que tempo perdem
Nas ingênuas redundâncias da vida,
Loucos nas frias vielas imaginárias,
Procurando a boemia das letras mal resolvidas;
Contudo, naquele por do sol ao longe, vê-se a luz (fim do dia)
Refletido na gota do pranto etílico,
Que cai por baixo de uma máscara sombria...
Vejo novos poetas parindo vida e feitiço,
Graça e sonoridade, avivando o agora, 
Alcançando os ouvidos e bulindo mil verves afora.

1 de setembro de 2014

Luto...

Movimento das Academias de Ciencias Artes e Letras em Luto! Morre o Presidente da Academia de Artes Ciencias e Letras de Iguaba Grande-RJ.
O Conde Jacques Azicoff
Nota da Academia de Letras do Brasil: http://albswiss.blogspot.ch/2014/09/movimento-das-academias-de-letras-e.html

Luto...

Na manhã desta segunda, dia 01, faleceu o Conde Jacques Azicoff, fundador e presidente da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba Grande. O corpo será velado nesta tarde no Esporte Clube Palmeiras de Iguaba Grande e o sepultamento acontecerá às 16h30 no cemitério local.




Perdi um grande amigo, um mestre confrade, apoiador ímpar da literatura e dos novos e antigos escritores. (André Anlub)




28 de agosto de 2014

Otima noite...

Parte disso ou daquilo, parte o principio de um novo. ele está no começo, o começo faz o corte da navalha; é tudo imaginação, o sol não morre ao longe, tampouco nascerá num amanhã.
A agaga invisível faz risível e apaga o equilibrio... o corpo dele ao vento, no trapézio do tempo amigo. (continua)


25 de agosto de 2014

Ziguezague e “ziquizira”


Ziguezague e “ziquizira”

Na vida da dama os fulgentes ofícios
Dócil anjo do hospício que tingiu em sua vida:
Guaches, canções, letras, artifícios...
Do repente que trouxe delicada guarida.

Ziguezague de arranque, bucólico sentimento,
Mão dançante e frenética da mente produtiva.
Ziquizira que se rendeu ao faminto fomento
E no momento só enxerga a real perspectiva.

Andarilha no trilho, falcão de voo sucessivo,
Faz do seu trabalho o ato muito mais expressivo.
Do suor do seu couro nesse denso mundo raro,

Faz de seu umbigo somente mais um detalhe.
Que a inspiração não suma, não durma e não falhe...
E se doe doce no eterno, açucarando o seu faro.

André Anlub
(24/8/14)

24 de agosto de 2014

Minha alma é como um pastor
e no meu poema está o assobio
que ele usa.

..........................

Conhece o vento e o sol
como se ventasse,
como se solasse
também.

..........................

A tarde nas mãos.
Impossível fazer manhã
outra vez.

..........................

Princesa dos olhos mansos.
Pousa os olhos
como se tivesse luvas neles.

..........................

Onde costumas deixar a vida
também deixaste teu coração.
Para buscá-lo, que esta ferida
seja teu signo, sol, direção.

..........................

O vento desgrenhado
e sua disposição
de desgrenhar todo o resto.

..........................

Quando cheguei,
era o princípio.
Fui ficando
e ainda era o princípio.

...........................

Não sei de mim
sem saber
que sei de mim.

..........................

O sangue da pedra
escorre em pedra
pelo sentimento dela.

.........................

Verás e estará visto.
De toda vez
e ainda porque não sabes.

(Rogério Camargo)

Hoje Paulo Leminski completaria 70 anos

Hoje o poeta Paulo Leminski completaria 70 anos se estivesse vivo. (homenagem do Geração Editorial e (na cola) Poeta Hei de Ser)


Paulo Leminski Filho (Curitiba, 24 de agosto de 1944 — Curitiba, 7 de junho de 1989) foi um escritor, poeta, crítico literário, tradutor e professor brasileiro. Era, também, faixa-preta de judô.

Filho de Paulo Leminski II e Áurea Pereira Mendes. Mestiço de pai polonês com mãe negra, Paulo Leminski foi um filho que sempre chamou a atenção por sua intelectualidade, cultura e genialidade. Estava sempre à beira de uma explosão e assim produziu muito. É dono de uma extensa e relevante obra. Desde muito cedo, Leminski inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, muitas vezes fazendo haicais, trocadilhos, ou brincando com ditados franceses1 2 .

Em 1958, aos catorze anos, foi para o Mosteiro de São Bento em São Paulo e lá ficou o ano inteiro2 . Participou do I Congresso Brasileiro de Poesia de Vanguarda em Belo Horizonte onde conheceu Haroldo de Campos, amigo e parceiro em várias obras. Leminski casou-se, aos dezessete anos, com a desenhista e artista plástica Neiva Maria de Sousa (da qual se separou em 1968). Estreou em 1964 com cinco poemas na revista Invenção, dirigida por Décio Pignatari, em São Paulo, porta-voz da poesia concreta paulista. Em 1965 tornou-se professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, e também era professor de judô. Classificado em 1966 em primeiro lugar no II Concurso Popular de Poesia Moderna3 .

Casou-se em 1968 com a também poetisa Alice Ruiz, com quem viveu durante vinte anos. Algum tempo depois de começarem a namorar, Leminski e Alice foram morar com a primeira mulher do poeta e seu namorado, em uma espécie de comunidade hippie. Ficaram lá por mais de um ano, e só saíram com a chegada do primeiro de seus três filhos: Miguel Ângelo (que morreu com dez anos de idade, vítima de um linfoma). Eles também tiveram duas meninas, Áurea (homenagem a sua mãe) e Estrela Ruiz Leminski. De 1969 a 1970 decidiu morar no Rio de Janeiro, retornando a Curitiba para se tornar diretor de criação e redator publicitário.

Dentre suas atividades, criou habilidade de letrista e músico. Verdura, de 1981, foi gravada por Caetano Veloso no disco Outras Palavras. A própria bossa nova resulta, em partes iguais, da evolução normal da MPB e do feliz acidente de ter o modernismo criado uma linguagem poética, capaz de se associar com suas letras mais maleáveis e enganadoramente ingênuas às tendências de então da música popular internacional. A jovem guarda e o tropicalismo, à sua maneira, atualizariam esse processo ao operar com outras correntes musicais e poéticas3 . Por sua formação intelectual, Leminski é visto por muitos como um poeta de vanguarda, todavia por ter aderido à contracultura e ter publicado em revistas alternativas, muitos o aproximam da geração de poetas marginais, embora ele jamais tenha sido próximo de poetas como Francisco Alvim, Ana Cristina César ou Cacaso. Por sua vez, em muitas ocasiões declarou sua admiração por Torquato Neto, poeta tropicalista e que antecipou muito da estética da década de 1970.

Na década de 1970, teve poemas e textos publicados em diversas revistas - como Corpo Estranho, Muda Código (editadas por Régis Bonvicino) e Raposa. Em 1975 - e lançou o seu ousado Catatau, que denominou "prosa experimental", em edição particular. Além de poeta e prosista, Leminski era também tradutor (traduziu para o castelhano e o inglês alguns trechos de sua obra Catatau, a qual foi traduzida na íntegra para o castelhano).

Na poesia de Paulo Leminski, por exemplo, a influência da MPB é tão clara que o poeta paranaense só poderia mesmo tê-la reconhecido escrevendo belas letras de música, como Verdura.

Músico e letrista, Leminski fez parcerias com Caetano Veloso, o grupo A Cor do Som e o a banda de punk rock Beijo AA Força4 entre 1970 e 1989. Teve influência da poesia de Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos, convivência com Régis Bonvicino, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Moraes Moreira, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Arnaldo Antunes, Wally Salomão, Antônio Cícero, Antonio Risério, Julio Plaza, Reinaldo Jardim, Regina Silveira, Helena Kolody, Turiba, Ivo Rodrigues2 .

A música estava ligada às obras de Paulo Leminski, uma de suas paixões, proporcionando uma discografia rica e variada.

Entre 1984 e 1986, em Curitiba, foi tradutor de Petrônio, Alfred Jarry, James Joyce, John Fante, John Lennon, Samuel Beckett e Yukio Mishima, pois falava 6 línguas estrangeiras (inglês, francês, latim, grego, japonês, espanhol). Publicou o livro infanto-juvenil ‘’Guerra dentro da gente’’, em 1986 em São Paulo.

Entre 1987 e 1989 foi colunista do Jornal de Vanguarda que era apresentado por Doris Giesse na Rede Bandeirantes;

Paulo Leminski foi um estudioso da língua e cultura japonesas e publicou em 1983 uma biografia de Bashô. Além de escritor, Leminski também era faixa-preta de judô. Sua obra literária tem exercido marcante influência em todos os movimentos poéticos dos últimos 20 anos.

Morreu em 7 de junho de 1989, em consequência do agravamento de uma cirrose hepática que o acompanhou por vários anos. 

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.