19 de maio de 2015

Madrugada de 19 de maio de 2015


O que você faz quando percebe que uma coisa leva a outra e você não tem nenhum controle sobre isso?Às 22h, assista ao...
Publicação by Canal Brasil.


Alguns fatos amargos para quem ama café puro e limonada suíça sem açúcar.
(Madrugada de 19 de maio de 2015)

Corriqueiramente se pega pensando na sua adolescência atípica; por que atípica? Apenas por quatro poréns:
O primeiro aspecto é justamente a própria adolescência que durou até os trinta anos de idade. Não que ele tenha brincado com brinquedos de criança, muito pelo contrário; a convivência, os interesses e os desenvolvimentos familiares, amorosos e nas amizades evoluíram naturalmente; até mesmo quando terminou a escola, trabalhou e fez uma especialização em computação gráfica. Sendo que no ínterim de tudo isso, até os trinta, não aceitava as responsabilidades de adulto perante as diversões e às drogas.
O segundo aspecto é que ele foi extremamente imaturo. Ao ponto de encarar cada minuto da vida, cada situação com extrema surpresa e insano deslumbramento. Tudo era fascinante e em quase todas as manhãs tinha a consciência de que acordava para algo novo, curioso e formidável. Era como mágica, assim como a imaturidade é.
O terceiro aspecto – com correlação ao primeiro e ao segundo – é o fato de mesmo havendo imaturidade ele sempre arrumava um modo de estar ligado aos conhecidos mais velhos. Seja na turma de rua, na família, no gosto musical ou nos esportes. Havia naturalmente algo nele que queria transcender ao tempo, ir mais rápido, mergulhar mais fundo antes mesmo de se molhar. Mas isso nunca foi empecilho algum para ele ser um jovem realizado e extremamente feliz; jamais.
O quarto ponto é mais complexo e leva às drogas. Havia nele uma curiosidade e uma alacridade tamanhas em estar fora do eixo, fora do normal – da normalidade – fora do padrão e à margem das situações impostas pela sociedade.
Ele descobriu o clorofórmio com doze anos. Ficou apaixonado por aquele transe, aquela sensação de aparentemente estar bem aos outros; um corpo de fachada, como se usasse uma máscara com sua cara mais normal possível, e por dentro estar em turbilhão absoluto, além de Via-Láctea. Certa vez chegou a usar clorofórmio na sala de aula, com o professor dando aula e trinta ou mais alunos à sua volta. Com as mãos dentro da mochila molhava o líquido no pano, enfiava a cabeça e sugava o cheiro, o gás, pela boca. Ninguém reparava em nada, as pessoas até falavam com ele normalmente, sem nada perceber. Passou quase uma aula inteira fazendo isso. O corpo dele ali, inerte, olhando para as explicações do professor como se fosse o mais atento dos alunos; e, ao mesmo tempo, inteiramente em outro planeta. Também aconteceu no recreio e até mesmo em casa, várias vezes, ao sentar-se para jantar com a família estando em completo voo.
(continuando nesse quarto aspecto) A coisa foi piorando (como era de se esperar) – ele então a cada dia se enturmava mais com os mais velhos. Eram encontros em casa e nos bares da vida. Procurou essa saída já que alguns da sua idade eram sóbrios, outros fumavam cigarro e maconha (nada do seu interesse) e poucos estavam alienados por algo mais forte. Esses que estavam no pique mais forte geralmente procuravam se esconder dos amigos e família, não tinha convívio de amizade plena e dependiam de bocas de fumo para conseguir o que queriam... Os mais velhos tinham acesso a outros tipos de drogas, como ácidos, coca, bola, anfetaminas e cogumelo... Coisas de maluco!
Isso acima daria para escrever um livro; e ele, como não perde tempo, já está providenciando isso.

André Anlub

Dueto da tarde (CLVIII)



Dueto da tarde (CLVIII)

A vontade de chegar regula os passos desde a partida.
Nos pés as feridas aumentam, o corpo é bigorna e a exaustão é lamento.
Respiração arfante, o peso da determinação determinando a velocidade. E as consequências. 
Nas mãos os calos calados na corda da calada escalada.
Os olhos fixos numa estrada que já foi enluarada, na calçada descalça e no anseio da liberdade alcançada.
Talvez chova. Talvez o sol rache. Talvez não ache o caminho. Talvez falte luz nos olhos. Mas vai adiante.
A vontade de chegar regula as asas desde o desfiladeiro passado.
Metro a metro, pedra por pedra, expectativa por expectativa. O que chega nunca é o imaginado, mas o que a experiência obteve não bota fora, os olhos comprovam, as mãos aprovam e os pés renovam juramentos: um, dois; um, dois; um, dois...
Há muito que andar e andar é muito. O fogo pode estar quase morto, mas a chama nunca morre.
O desejo escorre pelas mãos junto ao suor, e em sol maior se queima e canta uma canção que o silêncio escuta respeitoso e ajuda a criar clima. E este é o clima: 
O desejo da chegada regula os passos, mas há tempos não mais regula o homem.

Rogério Camargo e André Anlub
(19/5/15)

Malcolm X

Hoje o grande líder negro faria 90 anos se não tivesse sido executado em frente à esposa grávida e às filhas menores a mando dos racistas que temiam a emancipação do povo negro.

“Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo.” 

―Malcolm X






18 de maio de 2015

O Sertão vai virar Céu

Fato
Posted by Marcos Santos da Silva on Quarta, 15 de abril de 2015


O Sertão vai virar Céu
(André Anlub - 13/3/11)

Com os pés na terra ele se sente em casa,
Enxada na mão, sol como irmão.

Na fome, sede, cedo e na raça,
Dá bom dia pra cactos - filho do sertão.

Na luz do lampião lê histórias de Lampião.
No chão rachado, passado e presente na guerra.

Sabedoria lhe dizendo: sempre alcança quem espera.
Massa de gente pobre que nem sempre luta em vão.

Enquanto descansa pouco, pouco ganha pão.
Alguns calangos o observam - outros vão para o fogo.

Assim se vai levando, dia sim sem dia não...
Não se pode dar ao luxo de perder esse jogo.

Nessa vida em aberto, todos os dias são incertos,
No milho na cana, na cana ardente e rapadura.

Muitos pés descalços na chuva de insetos,

Tendo a garra, fé e solidão como armaduras.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Posted by Camilla Uckers on Terça, 27 de janeiro de 2015

Madrugada de 18 de Maio de 2015



Nosso esforço de busca ao prefeito Geraldo Júlio resultou hoje no flagrante do que ele vinha aprontando desde que o...
Posted by Movimento#OcupeEstelita on Quarta, 13 de maio de 2015


Desafio é quando você se enturma consigo mesmo
(Madrugada de 18 de Maio de 2015)

“Eta mermão”! É brincadeira, é zoeira, dá medo das notícias na tevê, todas terríveis; tanto crime – morte – roubo. As luzes vermelhas piscam o tempo todo em todos os lados; há sombras assombrando os escombros nos ombros dos Diabos; há o medo de faltar dinheiro, medo do desapego, do desemprego, do pé no prego e de arrebentar o tendão; há o temor de não sentir mais dor, não guardar o segredo, quebrar o elo, o gelo e o dedo, carregar a sina ao descobrir no espelho que você é um psicopata homicida. Mas isso é tão normal... É loucura mesmo, ou o mundo está mais normal e eu que enlouqueci de vez? Pois até sei que de vez em quando dou uma de maluco para me sentir mais em casa. Mas vamos à história: Hoje pela manhã derrubei seis abacates do pé daqui de casa antes que caíssem na cabeça dos cachorros. Os coloquei em uma sacola de mercado, dessas sacolas comuns biodegradáveis, bem fracas mesmo; e mesmo sabendo que hoje não era dia do lixeiro, coloquei-a lá fora na minha lixeira que fica no alto para caso alguém passasse e se interessasse e levasse. O inusitado absoluto aconteceu... Levaram a sacola e deixaram os abacates. É ou não é uma singular loucura? 
Mudando de assunto e continuando no mesmo (loucura): a dica é discar direto, falar ao vivo e se comunicar muito sabendo sempre ouvir. Ontem vi sinais de fumaça, ao longe; de repente era alguma tribo antiga, um elo perdido ou achado, no meio do mato ou no terraço de um arranha-céu. Vá buscar nos anais das assombrações, dos cães chupando manga ou “mangando” do macaco Tião; vá realmente se inteirar sobre a obra e abrir o Abril que por lá é verão. Procure instabilidade nas suas inseguranças, segurando nas mãos das crianças e brincando de roda e pião. Loucas teorias: invista na potencia de sua poesia – invista no cantar e dançar sem melodia – leia versos nas ondas, nos lagos, no céu e no chão. É brincadeira, é zoeira... Pode ser que não.

André Anlub

Dueto da tarde (CLVII)



Dueto da tarde (CLVII)

Já não procura me entender desde que perdeu até o interesse em procurar.
E se procuro entender porque não procura me entender, é sozinho que faço isto.
Rasgo a farda, o tempo e o verbo, e costuro novamente ao inverso e embaralhado para ver que bicho dá.
É um salto no escuro com direito a cambalhota. Não sou acrobata, não gosto de circo e tenho cãibras. Mas insisto.
Adoro sonhar alto a possibilidade de estarmos juntos. Odeio sonhos baixos. Quero viver novamente nosso voo, lado a lado, caçoando dos abismos.
E o chão me chama. O chão me chama como um ímã atrai os pregos. Faço com eles uma cama de faquir se contrario o chão.
Cada dia ao amanhecer sinto carecer e merecer sua presença; cada dia ao se findar lamento e suplico que o amanhã não seja o mesmo.
Tomo a forma de meu inconformismo e te levo a imagem do desespero. Você está fazendo crochê e fazendo crochê continua.
Não há paisagem que te distraia; não há fetiche a ser feito; não há defeito nem vaias; o ar que te circunda é rarefeito.
E é deste ar que eu quero a força para minhas pipas, meus balões, minhas viagens ao redor do mundo.
Agora eu não procuro me entender, entender você ou entender ninguém. Vou me entreter existindo trasvestido de céu e assistindo abaixo, ao chão, as formigas humanas andando.
Repito: agora. Porque daqui a pouco não sei. Daqui a pouco pode ser que você largue o crochê.

Rogério Camargo e André Anlub
(18/5/15)

17 de maio de 2015

Ótima tarde de domingo a todos.


Preconceito pela prostituição é um dos mais hipócritas existentes. A pessoa se casa com outra por dinheiro, tem filho – cria da melhor maneira possível –, o filho cresce em um lar religioso (ou não) e o casamento dura a vida toda. Esse filho, por sua vez, pode vir a demonstrar tal preconceito – às vezes pelo subconsciente, outras por ignorância ou até mesmo ingenuidade, – mas nada nesse todo, em absoluto, apagará o fato que a pessoa que o criou se prostituiu em um passado remoto. 

Não devemos esconder dos nossos filhos o que julgamos certo e errado (a nosso ver). Só devemos mostrar-lhes de maneira honesta, tolerante, clara e justa. Sem preconceitos, ódios e sem rancor e prepotência.

Em tempo, existe a prostituição velada e a exposta. Mas nos dois casos a prostituição está lá.

André Anlub


"É maravilhoso ter algo pelo que lutar, ter um horizonte"Às 16h30, no Sangue Latino, @Marcia Scantlebury , vítima da...
Posted by Canal Brasil on Domingo, 17 de maio de 2015

Dueto da tarde (CLVI)

"O mito Kelly Slater, o fenômeno John John Florence e o ex-top Ross Williams aproveitaram o dia de ontem sem competição para um free surf em Copacabana. O mar estava com ondas pesadas e difíceis até mesmo para eles, mas mesmo assim mandaram bem!"

John John Florence x Kelly Slater em Copacabana P5Bem-vindos ao confronto entre o Homem e o Garoto!O mito Kelly Slater, o fenômeno John John Florence e o ex-top Ross Williams aproveitaram o dia de ontem sem competição para um free surf em Copacabana. O mar estava com ondas pesadas e difíceis até mesmo para eles, mas mesmo assim mandaram bem!Confira o ~duelo~ no vídeo :D #vemprapraia #riopro #wsl
Posted by Canal OFF on Quinta, 14 de maio de 2015


Dueto da tarde (CLVI)

Quero fazer um poema para ter um poema depois, quando pouca coisa tiver.
Dentro do talvez e do até, achar matéria-prima para uma rima muita ou qualquer.
Como quem sai da sombra e agarra docemente todo o sol que puder.
Baú e as gavetas abertas, papéis revirados em mil verves incertas.
Sutilmente seguindo um rastro de estrela, uma réstia de lua, um perfume de mulher.
Olhos em preto e branco – que se foram; alternativas multicoloridas – agora abertas
Como os braços do céu esperando o cometa que lhe convier,
Como a vida servindo em colher uma sopa de infindas descobertas.
Quero fazer um poema que seja a sopa, que seja a descoberta e que seja a colher.
A mente descansa correta, pois a criação oculta se faz inteiramente concreta.
É como a alma da alma passeando livre e desimpedida por onde quer.
A flecha em chamas indo a esmo pela chuva, entre curvas de rios e ruas no alvo acerta. 
E enquanto queima o que se deixa queimar com resignação, abre os olhos para não ver
E enquanto não teima em não querer ser o que é, faz nascer e renascer sua poesia e o seu poeta. 

Rogério Camargo e André Anlub
(17/5/15)

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.