15 de junho de 2015

Vespertinos...

O "macho alfa-jurubeba" mais porreta (e sincero) do Brasil, Xico Sá é o convidado de hoje de Lázaro Ramos, no Programa Espelho. Confira, às 21h30.Veja um trechinho desse papo: http://bit.ly/XicoSÁ
Posted by Canal Brasil on Segunda, 15 de junho de 2015


“Não troco o meu "oxente" pelo "ok" de ninguém!” - Ariano Suassuna 

No embalo:

Gosto de falar “brother”; mas gosto ainda mais do “mermão”.

Só há duas maneiras aceitáveis de uma pessoa ficar sabendo da vida particular do outro: o outro contando e/ou trabalhando no Censo.

Prato bem Brasileiro: 

Caldo de inércias social e cultural, com folhas de "comigo ninguém pode" com raiz de “só eu tenho razão”; pitadas generosas de bocas nervosas, “reclamonas”,  e acomodação! Lembrar-se de tirar a “ação” da receita, pois deixa a mesma com gosto salgada do suor. 

Para não ser prolixo: a meu ver a pessoa colhe o que planta no âmbito machista, ou não. Todos tem o direito de "usar" o corpo como bem entender, e nessa entra o encargo pelas decorrências. Cabe à pessoa colocar na balança se vale a pena ou não. O que não pode ser feito é criar um embate entre o politicamente errado com o hipocritamente correto.
Não é questão de sexismo – mas influencias existem –, e junto com as ações midiáticas desenfreadas torna-se uma bola de neve e de nervos à flor da pele. Vejo esse assunto como um morde e assopra sem fim; mas sempre que o chão some põe-se a culpa no politicamente correto! Tudo que o machismo quer.
"O homem fica com quatro mulheres no final de semana, a mulher também tem direito!", Concordo! mas não seria certo tentar “corrigir” o homem ao invés de "errar" a mulher? De repente sou muito conservador... Vou mudar: amanhã mesmo colocarei um piercing no mamilo.

- André Anlub

Madrugada de 15 de junho de 2015



Dizem que tudo aquilo deu em nada; mas se deu, já é alguma coisa.
(Madrugada de 15 de junho de 2015)

Olho para um lado e olho para outro; vejo um muro alto – obstáculo – soltando seus tentáculos em um peso morto - não vejo nada novo -; e a essa altura do fato já estou farto do mundo me faltar o respeito e não ter, pelo menos peito, de se retratar. O melhor agora é abrir uma Coca-Cola ou um guaraná. Aceito palpite de quem me quer bem, quem está ao meu lado, dá opinião no meu sapato, na blusa, meus anéis e além; aceito o “spoiler” da próxima peça de teatro, do filme de hoje na sessão da tarde, das minhas contas no fim do mês. Quero sim saber o fim, não vejo problema algum nisso. É comum conhecer o final, é tão comum que o livro mais famoso do mundo funciona assim... Agora senti! É cheiro de jasmim; germina no seu ínterim, dá-se vivo no início imperceptível – abrolha –, e acalenta lentamente a mente, as narinas e a posteriori a alma. Não fazia parte dos planos os roubos no pouco tempo vivido em sacrifício ao nada, ao mínimo, à tumba de um Faraó Egípcio (gosto de Hórus) ou um Rei qualquer da Espanha. Vejo aquele ser dividido com a fé, aromatizado pela busca e automatizado pela brusca obsessão de ser o que já era e sempre foi. Veio o som aos ouvidos e a imagem à retina, e quebrando a rotina veio uma força perversa, atroz e atriz, levando-o com pressa sem ponto e vírgula, sem um minuto a mais; mais célere que o absurdo, como um raio no ímpeto de nem se fazer perceber. A história é longa, muitas linhas para contar, os caminhos muitas vezes são falhos e nos pregam uma peça sinistra e indigesta, incontestável ao clamar. Nuvens negras que aparecem atrapalham o nosso dócil piquenique de domingo. A vida é o assim: sopro. A energia desfaz-se no ar, voa e some na morte que subtrai e soma e come e traga e enterra e é negra, branca, amarela... qualquer coisa que queira ser e é; para vir e se mostrar ou se camuflar; ser bandida ou heroína, ser rainha ou vagabunda de esquina... Nada importa, se faraó, rei, rainha, ou outra coisa... Pois é escolha dela. Aquele pássaro amarelo nos deu bom dia, pousou na árvore, sorriu para a vida e nos fitou com esmero. Hoje as montanhas nos chamam; bocas verdes com hálito afável, olhos negros com visão sem limite. Hoje a vida é aquarela – gengibre – com ocre com pinceladas de azul turquesa. Vou esfriar a cabeça, tirar a mesa, lavar a louça e limpar o fogão... Até o próximo piquenique na sala; até o próximo inverno.

André Anlub

Mãe dos libertos

Verdadeiro localismo. O resto é apropriação ou uso compartilhado.Verdadeiro "localismo". O resto é apropriação ou uso compartilhado.Curta: Ecosurf
Posted by Ecosurf on Sexta, 1 de maio de 2015


Mãe dos libertos     
(André Anlub - 10/5/14)

Lá tem tudo e é para quem tudo quer mesmo,
Tem aconchego para moleque travesso,
Também tem o avesso da escuridão.

Tem aquele odor de fruta madura
Que quando ainda verde lhe coube o flerte...

E assim, de repente, pousa contente,
Saborosamente na palma da mão.

Lá tem história com nostalgia,
Tem o poder da cria num belo cordão.

Tem lá o calor e águas de vida,
E intensa ventania, mas só quando há fervor.

Lá tem a mãe, tem a vó e a filha,
Tem a imaculada magia – procriação.

Existe o amor – alegria – harmonia,
Existe o sim e o certo ao ensinar com o não.

Enfim lá tem tudo na fidúcia do afeto
Aos olhos do reto (segurança e abrigo);

Onde prevalece a bonança não há oprimido,
Genitora dos deuses, mãe dos libertos.

Dueto da tarde (CLXXVIII)



Dueto da tarde (CLXXVIII)

Você sabia o tempo todo que o tempo todo você não sabia.
Era a certa incerteza de uma sincronicidade da mais pura idiossincrasia.
Insistia porque era isso, um modo pessoal de funcionar. Funcionava?
Você sabia de quase tudo e o quase tudo sabia de você... Mas não era o bastante.
Nunca é o bastante quando uma pessoa não sabe e sabe que não sabe.
Satisfatório a ela é ela pensar que sabe. Ou até mesmo saber; insatisfatório ao mundo é ela pensar que sabe.
O mundo não sabe o que ela sabe. Mas está sempre insatisfeito. Formam um par perfeito.
Na obscuridade ela sabe claramente onde fica o lume... Sai louca, obstinada e ágil floresta adentro trocando a pilha dos vagalumes.
O mundo gira porque os loucos são “giras”. O mundo vai adiante porque ninguém para. É o que ela sabe.
Por saber de tudo ela não lia mais seus livros, não conversava com amigos, não esperava o nascer do dia e com nada se entretinha.
Ela já se tinha. Ela/você. A pessoa/uma pessoa/você já se tinha. Com tudo isso que a sabedoria chama de saber.
A vida torna-se um círculo vicioso, pois já sabe a largada e onde irá chegar; o seu ser torna-se somente um ser rancoroso, pois ousar torna-se tão somente o verbo arriscar.
Ah, riscar! Riscar dos horizontes o sol do pode ser, o sol do também é e o sol do talvez. Não há talvez. Só há uma certeza: a de que você sabia o tempo todo que o tempo todo você não sabia.

Rogério Camargo e André Anlub
(15/6/15)

No Silêncio do Nada

Melhor cena improvisada de TODOS os tempos!
Posted by AdoroCinema on Segunda, 5 de janeiro de 2015


No Silêncio do Nada (Por nada não)
(André Anlub - 3/8/10)

Escrever é expressão, é dar pressão e se exceder.
É no viver levar o mesmo com mais emoção.
Aos que temem a caneta:
Fiquem imbuídos de lançar a flecha
E terão a certeza de acertar pelo menos um coração.
Os pensamentos são mutáveis,
Assim como a inspiração.
Variam conforme o dia, o clima,
Moldam-se de acordo com o humor,
Com a razão e a dor.
Por isso, ninguém jamais poderá mudar a escrita!
Ela, por si só, já é mutante.
Isso que a torna sempre viva
E deveras interessante.
O renascer a cada segundo 
faz-nos pensar em Coisas novas – novos temas.
Migramos de um ser com o âmago quase Moribundo, 
para aquele que ilumina com sons, artes e poemas.
Faço essas anotações num domingo, madrugada,
Flagro-me escrevendo com os olhos quase fechando 
sob a luz da cabeceira, dentro do silêncio do nada.
Pingos que caem ao chão,
Nuvens nublando o tempo que se arrasta
Em um céu total e ampliado (amor de irmão).
Ouço sons que outrora eram de pássaros,
Vejo rastros de coloridos animais
Voando entre suas pernas e braços
Aquecimentos e afeições (amor de mãe).
Na infância maravilhosa pulando cordas,
Nas bordas das encostas crio asas
E palavras e desculpas inexistem...
Bordões escritos em ovos fritos,
Suas surdas calúnias de salto alto
Atravessam a avenida em um domingo.
Pelos sorrisos de crianças 
Que nunca se perdem, semblante belo,
Imponente e irrestrito (amor de filho).
Invadi o campo inimigo, 
fui render e ser rendido, 
Sem a menor cerimonia, 
sem medo do sentimento, 
Sem convite e sem umbigo.
As veias não mais enferrujam! 
O óleo quente e doce do sangue 
passeia dando Alimento ao corpo, 
dando luz à vida... Adoçando a alma.

14 de junho de 2015

Três para esta tarde...

"A Burrice"
Posted by Francisco Filho on Quinta, 11 de junho de 2015




NI UNA MENOS/NENHUMA A MENOS

“Nenhuma a mais” foi um verso de repúdio às mortes de mulheres em Ciudad Juárez, no México. O verso de Susana Chavez Castillo determinava um limite: nenhuma morta a mais. Não aceitaríamos mais a morte mulheres. E quando falamos nós, nos referimos a todas as mulheres unidas em torno desse “NÃO” rigoroso. Um “não” capaz de nos manter unidas e solidárias. Um “não” que estabelece os limites do intolerável e do inegociável no que se refere aos feminicídios na América Latina. Um “não” capaz de criar uma comunidade.
Susana Chavez também foi vítima de feminicídio. Aos 37 anos, ela morreu por ser mulher. Morreu por defender os direitos das mulheres. Susana não é exceção. Todos os dias mulheres são mortas no mundo inteiro pelo simples fato de serem mulheres. A violência contra a mulher ocorre em todos os países, em todos os estados, em todas as cidades. A violência contra mulher não tem fronteiras. O nosso “não” coletivo também não pode ter limites. Não podemos assistir as mulheres argentinas tomarem as ruas e não fazermos do grito delas o nosso grito. O grito delas é o nosso grito. Porque a dor delas é a nossa dor: NENHUMA A MENOS/NI UMA MENOS.
Toda participação é importante: toda mão que segurar a outra, toda voz que se levantar é importante. Mais do que isso: é a condição para que muitas mulheres não sejam mortas como Susana. Não sejam mortas como Elisa Samúdio, Eloá Pimentel, Claudia Silva Ferreira, Daniele Rodrigues Feitosa, Laís Rodrigues Castano e tantas outras mulheres brasileiras e latinas.
Mulheres que puderam ser protegidas pela nossa união: “eu me rebelo, nós existimos”. Não existe emancipação individual. É o momento de perceber que estamos interligadas, embora nossos grilhões tenham pesos diferentes: alguns mais leves, que nos permitam caminhar e ter alguma fantasia de liberdade. Outros mais pesados e imobilizadores. Estamos interligadas. Toda mulher pode morrer por ser mulher. No Brasil, a cada 90 minutos, uma mulher é morta. Um dos maiores legados de Junho é a compreensão de que as ruas são nossas. Vamos ocupá-las. A primavera é feminista. É contra o genocídio de mulheres. É sem fronteiras. É por uma liberdade real. A liberdade real é a liberdade de todas.
Assinem o manifesto deixando o seu nome ou o nome de um coletivo, ONG ou partido político. Enviem textos, fotos, artes para a página. Chegou a hora de nos reconhecermos e nos unirmos. Não podemos aceitar que as nossas experiências sejam estilhaçadas ao ponto de não nos reconhecermos em outras mulheres. De lutarmos para sermos diferentes de outras. Para não sermos como as outras. É essa fragmentação que retirou as nossas forças. Não mais. Vamos romper estes limites estabelecidos para que não haja mobilização. Juntas somos fortes. Nenhuma mulher a menos. Nenhuma morta a mais.

Dueto da tarde (CLXXVII)



Dueto da tarde (CLXXVII)

O cheiro chega mansinho e arrasando, parece dar colorido ao local.
Toma conta e faz as contas: o mundo é grande, mas ele também.
A mentira esconde na terra sua cara e a verdade retorna célere do além; a terra torna-se improdutiva enquanto o além protesta pelo retorno da verdade.
O aroma do inconformismo se espalha: não é possível viver com tanta morte.
A sorte estava lançada: vamos erguer nossas espadas, acender os incensos e nos doar por inteiro.
A promessa de um mundo novo no grito do mundo velho. A promessa da renovação na ânsia da permanência.
A carência de cor em pleno arco-íris no céu. Ao léu, jogados sem escrúpulos, estão tudo e todos.
A novidade é a mesma de sempre. A surpresa é estarem todos ali como sempre estiveram. E um vento quente, abafado, fazendo as vezes de alívio.
O corriqueiro estava ausente, banalizou o momento e resolveu só voltar na próxima sexta ao cair da tarde.
Enquanto isso, é isso. E aquilo que poderia ser vai-se também diluindo em um aroma de frustração.
Aparecem quatro pegadas de entendimento e o cheiro ao mesmo tempo transmuta em algo bom. Um aroma de nova residência com misto de sexo e inocência jamais visto no real ou na imaginação.
É o velho mudando de casa, dando uma tinta nas paredes, trocando os móveis, trocando as roupas, trocando os trocados.
É o novo que surge do velho e reaprende coisas novas mantendo e ensinando as antigas: velhas canções em novas vozes e velhas vozes em novas canções.
Tudo igual diferente, tudo diferente igual. É sempre a vida, mais que tudo, com o sopro de tudo que tenta ser maior do que ela. 

Rogério Camargo e André Anlub
(14/6/15)

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.