15 de maio de 2019


Das Loucuras (tal tempo)

O rio fica mais frio ao passar pela sua casa
A doçura do tempo que se quebra com ele
As coisas que vem e vão e se miram no espelho
São os deuses forjando politica na praça

Fizeram o exame sem vexame
Pois foram mordidos pelo enxame de abelhas...
As orelhas inchadas, as enxadas chafurdavam na areia, 
E todos olharam com afinco todos os próprios erros
Esculpiram ali, reformaram aqui, o sangue corria na veia...
Agora deixaram só as cabras reclamando aos bezerros.

A mensagem exagerada foi dada
Os dados jogados aos jogadores de dados...
Os pés novamente na estrada
E os peixes sorriram quando tudo foi alagado.

A buzina na cachola chacoalhava suavemente a bandeira e o suingue
Danças e festas, rebeliões, pés frenéticos ao embalo sísmico...
E na China tudo estava num automático pensamento crítico,
Num liga e desliga de socos na guerra dos Boxers no seu ringue.

A mensagem dessa vez foi recebida
Ecoada na toada dos tempos cheios e tempos vazios.
A caneta na mão tremia com o frio,
E na estante a garrafa chorava vazia.

André Anlub®
(15/5/19)


Das Loucuras (Pascoal, os Montes: Hermeto e Meirelles, entre outros)


Das Loucuras (Pascoal, os Montes: Hermeto e Meirelles, entre outros)

Os ouvidos atentos,
O barulho acaricia e carece de concentração.
Deitado no sofá só falta também a paisagem...
O momento é de meditação;
Os olhos se fecham e decola-se rumo à viagem.

Com Hermeto eu me meto, e o consagro;
Com o Meirelles, dos dois “l”, também.
Os batuques primíssimos que são levados,
Lavo minhas mãos junto com a alma,
Levo minha vida desde então.

A variação de postura de identidade,
Do Eu monstro para o Eu normal,
Ultrapassa o etc. e tal, vai à fonte,
Pois bebe tanta água que passarinho não atreve,
Desintegrou o reflexo abstêmio,
Blasfêmia com a cena que se oferece.

Um transgressor de si mesmo;
Quase um boxer no ringue do espelho.
Nocaute no encalço da alma que voa leve,
E não se atreve e fingir não conhecê-lo.

A percussão de sua vida já foi mais frenética,
Rock zeppeliano, um viver espanéfico,
Quase usava um pano de prato de cueca.

O suingue atual é de jazz,
Mas com forte batera...
Corre lá e cá,
Corrimão ao planear sua galera nua boa,
Imaginativa serpente de asas,
Sem peçonha, sem pessoa.

André Anlub®
(25/9/28)


14 de maio de 2019

Das Loucuras (rundll32.exe)



Das Loucuras (rundll32.exe) 

Eta, o som da música estava porreta,
Havia uma harmonia no instrumental.
Aquela percussão ritmada no compasso dos astros,
Aquele contrabaixo que era o bicho, um arraso...
Genial, lâmpada mágica, gênio do bem e do mal.

A iluminação estava o “cão”,
Tudo encontrava-se sempre em ação.
Qualquer coisa ruim, pra baixo,
Batia partida às avessas.

A energia estava tão forte
Que se dilatava do centro da terra ao céu.
E ao Léo, e ao Lido, aos vices e vícios...
E também às vespas e versas.

Tragam a coroa para o Rei;
Mas esperem o efeito da moqueca apimentada passar.
Sairá de um trono rumo ao outro – “é de lei”...
Há de um mundo de incenso queimar.

Não é bom em dar conselhos,
Mas os recebe bem;
Pensa no tempo que se perde
No querer aparentar que tudo entendeu.

Há prazer no vagar vago, vagão de trem em vistosa viagem; 
Há prosar no pesado, vê-se leveza no bem querer...
Vende-se a vertigem virgem no copo que não bebeu.

Eta, a luz da lua bateu na mente num infinito romantismo...
E no mar o sorriso largo fez espelho.
Pegou força, desfez desencontros;
Assumiu o sumiço dos seus fantasmas...
Principalmente a fobia de não aceitar seu otimismo.

Quer dança, festividades, saúde, amores e ponto.
Pronto... Parágrafos inúteis surgirão quase sem fim...
Penhora de linhas perdidas no tempo...
Mas o que fazer? 
O poeta quis assim.

André Anlub®
(Petrópolis/RJ – 2/9/18)


Das Loucuras (Ela, Elaine e a adrenalina de Adriane)


Das Loucuras (Ela, Elaine e a adrenalina de Adriane)

Bocas se mexem juntos com suas mechas do cabelo...
Crespo, comprido, vermelho.
Meticulosamente as mãos são dadas – sem pretexto;
Mas suadas, sem querer
Pressentem o subsequente texto.

Há um terceiro amor entre elas,
O colorido pode se tornar ainda mais aquarela.
A anuência é que há de se fazer janela no lugar de grade...
Sorrisos à parte, os lábios se beijam sem queixas,
E estala então o aval da reciprocidade.

Elaine é mulher guerreira, tem a alcunha de Lorein...
No reino é povo, rainha, rei – cem mil mulheres em uma.
Ficariam o ano enumerando seus predicados – mas em suma:
Forte, decidida, olhos vivos, mãos e pernas “de matar”.

Também fiel, fêmea de alma linda, excelente filha e mãe exemplar.

Adriane é um pouco insegura, traz a alcunha de Andja
Mulher felina, sagaz, com fé, heroína que transborda paz.
De dia é camaleão de cores; a noite se camufla na escuridão...
Roga sonhos, rega amores, rasga o céu que lhe apraz.

Ainda é andarilha e relutante, com um pé à frente e o outro atrás.

E Ela? 
Ela é um segredo que com o tempo varia...
Pássaro que chega com a minhoca no ninho.
Um dia caminha comendo pitanga,
Pode ser flor, pode ser espinho...
Às vezes voa sob os olhos de Maria.

É nuvem branca que ninguém alcança,
Sabor doce nas línguas mais azedas;
Pega a separação e demuda em aliança,
Água que escorre descendo alamedas.

Vive em tempos novos e flerta com os antigos...
É Stevie Nicks, Sosa, Joplin, Joni Mitchell;
É Roberta Sá, Pitty, Elza, Alice Phoebe.

Mulher de porte e de sorte – todas numa só...
Contornos, carícias, fetiches – haja nó.
Constrói o próprio norte – tem poder para isso...
Vivem juntas, bocas conjuntas – alguém com isso?

O amor em explosão atômica, aliança sem cobrança,
Derrubando preconceitos, espalhando esperança,
Ela pode ser Ella, Nina, também Esperanza,
Diane Krall, Julie Byrne, Alice Coltrane...
Pode ser trem, pode ser zen, Billie Holiday.

André Anlub®
(08/11/2018)

Das Loucuras (eu, você, latência, inocência, 3pc)




Das Loucuras (eu, você, latência, inocência, 3pc)

Nem sempre, no real ou num sonho, a lua lhe sorriu
Às vezes era fazia “doce”, fingia não entender.
Todas essas noites passadas ao som da passada da viola,
A paz que tanto procurava, bateu as pernas e sucumbiu.

Livre, em contato com o antigo que se faz de novo,
Fez inimagináveis viagens,
Ilustrando-as com o chafariz, os amigos e uma enorme mangueira.
Pega fogo, prega a Freira, pega figo na feira...
Mas não se atordoa nas ideias – pois há quem o faça.
Tudo dito e dentro da brincadeira que projetava ao mundo,
No entorno de sua idealizada praça.

Fez inimigos e amigos;
Fez crianças de barro e homens de fumaça...
Manifestação induzida e reduzida a sonho utópico.
Topa começar tudo do começo, refazer seu caminho,
Entregar tudo de graça às traças; ser novamente menino.

Fez que não fez um faz de contas,
Colocou o nariz de palhaço e combinou bonito...
A imagem é sua realidade nesse mundo de circo.
Cinco vezes dez – alcança a maturidade nos algarismos;
Sente a faca na tez – só a morte é se libertar de vez.

André Anlub®
(29/8/18)


Excelente dia a todos


"Confesso sem hesitação a minha dependência no que diz respeito aos ensinamentos de Espinosa. Mas se nunca me dei o trabalho de citar o seu nome diretamente é porque nunca derivei os princípios do meu pensamento do estudo desse autor, mas sim da atmosfera que ele criou. Tenho tido, na minha vida inteira, uma extraordinária estima pela pessoa e pelo pensamento desse grande filósofo. Mas não creio que essa atitude me dê o direito de dizer publicamente qualquer coisa sobre ele, quanto mais não seja pela boa razão de que não poderia dizer nada que já não tivesse sido dito por outros"

Sigmund FREUD 
trecho extraído do livro "Em busca de Espinosa: prazer e dor na ciência dos sentimentos", de António Damásio, Companhia das Letras.

Qual é a diferença entre olhar e ver?


Qual é a diferença entre olhar e ver?

Existe uma grande diferença. 
Procurando significa que você está procurando por algo; você já tem alguma ideia para procurar. Você vem aqui e diz: 
"Estou procurando por Teertha" - então você tem uma ideia. Então você olha ao redor para onde Teertha está. A ideia já está aí.

Olhar já é preconceituoso. 
Se você está procurando por Deus, você nunca O encontrará - porque olhar significa que você já tem uma certa idéia de quem é Deus. 
E sua ideia está fadada a ser cristã ou judaica ou hindu ou maometana. Sua ideia será seu conceito - e seu conceito nunca poderá ser maior que você. E o seu conceito está fadado a ser o seu conceito. Seu conceito está fadado a estar enraizado na ignorância, emprestado. No máximo, é apenas crença; 
você foi condicionado por isso. 
Então você continua procurando.

Uma pessoa que está procurando a verdade nunca a encontrará, porque seus olhos já estão corrompidos, ele já tem um conceito fixo. 
Ele não está aberto. 
Se você veio a mim para procurar alguma coisa, então você já tem uma idéia - você sentirá minha falta. 
Então, o que quer que eu diga, você interpretará de acordo com a sua ideia e não será o meu significado, será o seu significado. Você pode estar concordando comigo, você pode não concordar comigo - mas concordar ou não concordar não é a questão, não é o ponto em tudo.

Você sentiu minha falta. 
Você pode concordar, mas está concordando com sua própria ideia.

Você diz: "Sim, esse homem está certo", porque esse homem se encaixa na sua idéia. Sua ideia está certa e é por isso que esse homem está certo. Ou você não concorda porque não se encaixa com a sua ideia.

Mas em ambos os casos, sua ideia é mais importante. Vais ter saudades minhas.

Um homem que está procurando por algo sempre estará perdendo isso.

Ver é apenas clareza - olhos abertos, mente aberta, coração aberto. Não procurando por algo em particular; apenas pronto e receptivo. O que quer que aconteça, você permanecerá alerta, receptivo, compreensivo. 
Conclusão não está aí! 
A conclusão tem que vir: pelos seus próprios olhos você verá - e haverá uma conclusão. 
A conclusão está no futuro. 
Quando você está vendo, a conclusão ainda não está lá. Quando você está olhando, a conclusão já está lá. E continuamos interpretando de acordo com nossas idéias.

Na outra noite eu estava lendo uma piada:

Uma criança pequena está lendo um livro ilustrado sobre a vida selvagem, e ele fica muito intrigado com as imagens de leões ferozes. Ele lê tudo o que há, mas uma pergunta não é respondida lá, então ele pergunta a sua mãe.

Ele pergunta a sua mãe: 
"Mãe, que tipo de vida amorosa tem os leões?"

A mãe disse: 
"Filho, não sei muito sobre o Leão porque todos os amigos do seu pai são rotarianos."

Se você tem alguma ideia na mente, você está corrompido. Então você não está ouvindo o que está sendo dito - então você está escutando de acordo com você mesmo. 
Então sua mente está desempenhando um papel ativo. Quando você está olhando, a mente está ativa. Quando você está vendo, 
a mente é passiva.

Essa é a diferença. 
Quando você está olhando, a mente está tentando manipular. Quando você está vendo, a mente fica em silêncio - apenas observando, disponível, aberta, sem nenhuma ideia em particular para impor a realidade.

Vendo é nu. E você pode chegar à verdade somente quando estiver absolutamente nu; quando você tiver descartado todas as roupas, todas as filosofias, todas as teologias, todas as religiões; quando você deixar cair tudo o que foi dado a você; quando você vem de mãos vazias, sem saber de forma alguma. Quando você vem com conhecimento você já está corrompido. Quando você vem inocência, sabendo que você não sabe, então as portas estão abertas - então você será capaz de saber. Somente aquela pessoa que não tem conhecimento é capaz de saber.

Osho 
Um choque repentino de trovão

Das Loucuras (leva trabalho para casa, mas não leva o estresse para a rua)





Das Loucuras (leva trabalho para casa, mas não leva o estresse para a rua)

Não faça loucuras! 
As aberturas estão ai, expostas.
No meio da rua encontraram o “u”...
Alguém pelado atropelado com as pernas à mostra. 

É muito natural! 
Sabendo que a natureza está sendo arrasada.
No meio da mata existe um igarapé...
Boa-fé de um nome gentil para uma água profanada.

Tempos distantes em termos premeditados,
Eles se dizem errantes, e isso é pura sinceridade.
Nuvens chegando, cruel tempestade...
Bocas selvagens pronunciando ocos ditados.

Então faça doidices!
As portas estão escancaradas, só falta o ibope.
No meio da lua acharam a tal bandeira...
Groselha grosseira que na verdade é xarope. 

É pouco artesanal!
O mecanismo do mundo grita carente de graxa.
Uma má-fé ecoa, em garrafas de pinga boa e xícaras de café...
É tão bobo, besta, birrento, burro e banal...
Falsos sorrisos ao mundo, de almas há tempos sem graça.

André Anlub
(28/7/18)


Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.