16 de junho de 2015
Manhã de 16 de junho de 2015
Quem sabia o sentido da vida pegou o caminho contrário... Só para divertir-se.
(Manhã de 16 de junho de 2015)
Ele pode discorrer à vontade; na verdade, até o sol raiar... Caso queira! Ele pode ver o resultado de todos os meus pensamentos, até os que ainda não tive. Pode fazer julgamentos e entreter-se comigo, correr na minha frente nas minhas corridas triviais, chorar ou rir das minhas palavras banais, e nos anais da minha assistência, onde reside minha paciência... me persuadir. Ele pode mas não faz; está cá e lá, foi a Noronha e nem me chamou. Safado! Contou-me da onda batendo no rosto e no corpo, da água gelada, da mulher de topless e o tempo mais que maravilhoso. Fiquei com inveja, confesso. Fiquei com remorso de pela manhã não ter aberto a gaiola da mente e deixado, pelo menos, ela ir com ele. Assim me sinto inaudível, quase que aquela famosa gota no oceano; mesmo assim tenho voz – pouca – mesmo que seja um murmúrio... Pois tenho a mania de ter o sestro de ter o hábito – moda – rotina de ter a impressão de que conhecê-lo foi minha epifania. Vai ver foi... Vai ouvir foi... Vai cheirar foi... Vai tocar foi e é. Já vejo as horas e as nuvens passando, e meu argumento sobre ele, outrora colosso, agora vai se esvaindo em fumaça inofensiva e inocente, misturando-se as nuvens e ao tempo, como um breve sonho ou a suave, turva e inexata visão de um ébrio no pico do efeito. Vá e vai logo, quero voltar ao meu bloco de anotações sem sua presença. Ele me intoxica, travando minha escrita e viciando-a no seu próprio ser. É como um andar em círculos; é como uma rua sem saída que até tem saída, mas é nela mesma; é como arremessar o horizonte ao seu espaço e tentar aparar suas arestas; é como uma festa sem sonho, lago sem margem, um banho sem água e a arte sem sua libertinagem. Puxei fundo o ar que cheguei a sentir cheiro de mar, e agora com força e imaginação pego o beco... Quem sabe há alguém para ler-me um poema; quem sabe essa rua vai dar em algum lugar. Caso não dê, caso nem chegue a lugar algum, nem chova ou faça sol, valeu o passeio; pois lá no final sei que ele sempre me espera.
André Anlub
15 de junho de 2015
Ao amor livre
Ao amor livre
(André Anlub - 17/2/13)
São muitas as trajetórias do amor,
Notórias escolhas, erradas ou certas.
O sentimento que navega em diversas veredas,
Em caravelas sem rumo
Nos mares inóspitos
Sob o fogo e as flechas.
Há a calmaria do coração silencioso,
Inimaginável adaptação da estrada.
Por onde em sonhos andamos felizes,
Cantando e admirando a natureza.
Também há aquele amor que irrita
E fica na mira dos dedos apontados...
Dos velhos julgamentos,
Das incontestáveis indelicadezas
E umbigos gigantes...
A inveja que beira o pérfido,
A repugnância e a avareza.
Mas de nada adianta, pois é sobre o amor que se fala, e em decorrência dele vivemos.
Eis a paixão palhaço,
Em que coloca-se alegre o nariz vermelho,
Armando o circo no leito
E apertando o peito,
De jeito (suando as mãos)
Livres dos “nãos” e dos preconceitos.
Vespertinos...
O "macho alfa-jurubeba" mais porreta (e sincero) do Brasil, Xico Sá é o convidado de hoje de Lázaro Ramos, no Programa Espelho. Confira, às 21h30.Veja um trechinho desse papo: http://bit.ly/XicoSÁ
Posted by Canal Brasil on Segunda, 15 de junho de 2015
“Não troco o meu "oxente" pelo "ok" de ninguém!” - Ariano Suassuna
No embalo:
Gosto de falar “brother”; mas gosto ainda mais do “mermão”.
Só há duas maneiras aceitáveis de uma pessoa ficar sabendo da vida particular do outro: o outro contando e/ou trabalhando no Censo.
Prato bem Brasileiro:
Caldo de inércias social e cultural, com folhas de "comigo ninguém pode" com raiz de “só eu tenho razão”; pitadas generosas de bocas nervosas, “reclamonas”, e acomodação! Lembrar-se de tirar a “ação” da receita, pois deixa a mesma com gosto salgada do suor.
Para não ser prolixo: a meu ver a pessoa colhe o que planta no âmbito machista, ou não. Todos tem o direito de "usar" o corpo como bem entender, e nessa entra o encargo pelas decorrências. Cabe à pessoa colocar na balança se vale a pena ou não. O que não pode ser feito é criar um embate entre o politicamente errado com o hipocritamente correto.
Não é questão de sexismo – mas
influencias existem –, e junto com as ações midiáticas desenfreadas torna-se uma
bola de neve e de nervos à flor da pele. Vejo esse assunto como um morde e
assopra sem fim; mas sempre que o chão some põe-se a culpa no politicamente
correto! Tudo que o machismo quer.
"O homem fica com quatro
mulheres no final de semana, a mulher também tem direito!", Concordo! mas
não seria certo tentar “corrigir” o homem ao invés de "errar" a
mulher? De repente sou muito conservador... Vou mudar: amanhã mesmo colocarei
um piercing no mamilo.
- André Anlub
Madrugada de 15 de junho de 2015
Dizem que tudo aquilo deu em nada; mas se deu, já é alguma coisa.
(Madrugada de 15 de junho de 2015)
Olho para um lado e olho para outro; vejo um muro alto – obstáculo – soltando seus tentáculos em um peso morto - não vejo nada novo -; e a essa altura do fato já estou farto do mundo me faltar o respeito e não ter, pelo menos peito, de se retratar. O melhor agora é abrir uma Coca-Cola ou um guaraná. Aceito palpite de quem me quer bem, quem está ao meu lado, dá opinião no meu sapato, na blusa, meus anéis e além; aceito o “spoiler” da próxima peça de teatro, do filme de hoje na sessão da tarde, das minhas contas no fim do mês. Quero sim saber o fim, não vejo problema algum nisso. É comum conhecer o final, é tão comum que o livro mais famoso do mundo funciona assim... Agora senti! É cheiro de jasmim; germina no seu ínterim, dá-se vivo no início imperceptível – abrolha –, e acalenta lentamente a mente, as narinas e a posteriori a alma. Não fazia parte dos planos os roubos no pouco tempo vivido em sacrifício ao nada, ao mínimo, à tumba de um Faraó Egípcio (gosto de Hórus) ou um Rei qualquer da Espanha. Vejo aquele ser dividido com a fé, aromatizado pela busca e automatizado pela brusca obsessão de ser o que já era e sempre foi. Veio o som aos ouvidos e a imagem à retina, e quebrando a rotina veio uma força perversa, atroz e atriz, levando-o com pressa sem ponto e vírgula, sem um minuto a mais; mais célere que o absurdo, como um raio no ímpeto de nem se fazer perceber. A história é longa, muitas linhas para contar, os caminhos muitas vezes são falhos e nos pregam uma peça sinistra e indigesta, incontestável ao clamar. Nuvens negras que aparecem atrapalham o nosso dócil piquenique de domingo. A vida é o assim: sopro. A energia desfaz-se no ar, voa e some na morte que subtrai e soma e come e traga e enterra e é negra, branca, amarela... qualquer coisa que queira ser e é; para vir e se mostrar ou se camuflar; ser bandida ou heroína, ser rainha ou vagabunda de esquina... Nada importa, se faraó, rei, rainha, ou outra coisa... Pois é escolha dela. Aquele pássaro amarelo nos deu bom dia, pousou na árvore, sorriu para a vida e nos fitou com esmero. Hoje as montanhas nos chamam; bocas verdes com hálito afável, olhos negros com visão sem limite. Hoje a vida é aquarela – gengibre – com ocre com pinceladas de azul turquesa. Vou esfriar a cabeça, tirar a mesa, lavar a louça e limpar o fogão... Até o próximo piquenique na sala; até o próximo inverno.
André Anlub
Mãe dos libertos
Verdadeiro localismo. O resto é apropriação ou uso compartilhado.Verdadeiro "localismo". O resto é apropriação ou uso compartilhado.Curta: Ecosurf
Posted by Ecosurf on Sexta, 1 de maio de 2015
Mãe dos libertos
(André Anlub - 10/5/14)
Lá tem tudo e é para quem tudo quer mesmo,
Tem aconchego para moleque travesso,
Também tem o avesso da escuridão.
Tem aquele odor de fruta madura
Que quando ainda verde lhe coube o flerte...
E assim, de repente, pousa contente,
Saborosamente na palma da mão.
Lá tem história com nostalgia,
Tem o poder da cria num belo cordão.
Tem lá o calor e águas de vida,
E intensa ventania, mas só quando há fervor.
Lá tem a mãe, tem a vó e a filha,
Tem a imaculada magia – procriação.
Existe o amor – alegria – harmonia,
Existe o sim e o certo ao ensinar com o não.
Enfim lá tem tudo na fidúcia do afeto
Aos olhos do reto (segurança e abrigo);
Onde prevalece a bonança não há oprimido,
Genitora dos deuses, mãe dos libertos.
Dueto da tarde (CLXXVIII)
Dueto da tarde (CLXXVIII)
Você sabia o tempo todo que o tempo todo você não sabia.
Era a certa incerteza de uma sincronicidade da mais pura idiossincrasia.
Insistia porque era isso, um modo pessoal de funcionar. Funcionava?
Você sabia de quase tudo e o quase tudo sabia de você... Mas não era o bastante.
Nunca é o bastante quando uma pessoa não sabe e sabe que não sabe.
Satisfatório a ela é ela pensar que sabe. Ou até mesmo saber; insatisfatório ao mundo é ela pensar que sabe.
O mundo não sabe o que ela sabe. Mas está sempre insatisfeito. Formam um par perfeito.
Na obscuridade ela sabe claramente onde fica o lume... Sai louca, obstinada e ágil floresta adentro trocando a pilha dos vagalumes.
O mundo gira porque os loucos são “giras”. O mundo vai adiante porque ninguém para. É o que ela sabe.
Por saber de tudo ela não lia mais seus livros, não conversava com amigos, não esperava o nascer do dia e com nada se entretinha.
Ela já se tinha. Ela/você. A pessoa/uma pessoa/você já se tinha. Com tudo isso que a sabedoria chama de saber.
A vida torna-se um círculo vicioso, pois já sabe a largada e onde irá chegar; o seu ser torna-se somente um ser rancoroso, pois ousar torna-se tão somente o verbo arriscar.
Ah, riscar! Riscar dos horizontes o sol do pode ser, o sol do também é e o sol do talvez. Não há talvez. Só há uma certeza: a de que você sabia o tempo todo que o tempo todo você não sabia.
Rogério Camargo e André Anlub
(15/6/15)
No Silêncio do Nada
Melhor cena improvisada de TODOS os tempos!
Posted by AdoroCinema on Segunda, 5 de janeiro de 2015
No Silêncio do Nada (Por nada não)
(André Anlub - 3/8/10)
Escrever é expressão, é dar pressão e se exceder.
É no viver levar o mesmo com mais emoção.
Aos que temem a caneta:
Fiquem imbuídos de lançar a flecha
E terão a certeza de acertar pelo menos um coração.
Os pensamentos são mutáveis,
Assim como a inspiração.
Variam conforme o dia, o clima,
Moldam-se de acordo com o humor,
Com a razão e a dor.
Por isso, ninguém jamais poderá mudar a escrita!
Ela, por si só, já é mutante.
Isso que a torna sempre viva
E deveras interessante.
O renascer a cada segundo
faz-nos pensar em Coisas novas – novos temas.
Migramos de um ser com o âmago quase Moribundo,
para aquele que ilumina com sons, artes e poemas.
Faço essas anotações num domingo, madrugada,
Flagro-me escrevendo com os olhos quase fechando
sob a luz da cabeceira, dentro do silêncio do nada.
Pingos que caem ao chão,
Nuvens nublando o tempo que se arrasta
Em um céu total e ampliado (amor de irmão).
Ouço sons que outrora eram de pássaros,
Vejo rastros de coloridos animais
Voando entre suas pernas e braços
Aquecimentos e afeições (amor de mãe).
Na infância maravilhosa pulando cordas,
Nas bordas das encostas crio asas
E palavras e desculpas inexistem...
Bordões escritos em ovos fritos,
Suas surdas calúnias de salto alto
Atravessam a avenida em um domingo.
Pelos sorrisos de crianças
Que nunca se perdem, semblante belo,
Imponente e irrestrito (amor de filho).
Invadi o campo inimigo,
fui render e ser rendido,
Sem a menor cerimonia,
sem medo do sentimento,
Sem convite e sem umbigo.
As veias não mais enferrujam!
O óleo quente e doce do sangue
passeia dando Alimento ao corpo,
dando luz à vida... Adoçando a alma.
14 de junho de 2015
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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