Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações.
Às vezes queremos tanto pertencer a tal coisa estar dentro de um certo universo que não percebemos que a porta abre para fora e teimamos em empurrá-la. Quando bastava apenas recuar um pouco para a porta se abrir facilmente. ---- x ---- Através do olho mágico da vida vejo o amor que mais uma vez bate à porta do meu coração. ---- x ---- Aves que voam no além-mar Sentindo a salinidade existente Liberdade de tocar a epiderme da vida. Aves migratórias de voos extensos Atravessam continentes com suas asas enérgicas A brisa é sua amiga e confidente O homem aqui embaixo Plantado! Confinado na inveja. ---- x ---- Avise-me quando tiver um tempo, Caso eu não esteja, por favor, deixe recado. Passo por maus bocados sem a menor notícia sua, Vivo um grande tormento olhando os velhos retratos. ---- x ---- Brinco - choro - rio enxoto pra longe a morte e com sorte ela vai e não volta impossível é perder o meu brio queria mesmo ver o mundo cicatrizando os seus cortes. ---- x ---- Brisa que abre o portão Vem do vai e vem das ondas Ultrapassando o varal Acalentando as roupas. Moveu o barco pesqueiro Mudou de lugar uma duna Fez levitar uma pluma Dispersou o nevoeiro. Brisa gélida de inverno Alegrou o dente de leão Soprou ao rosto Encheu o pulmão E nas manhãs corriqueiras Espalhou o aroma do pão. ---- x ---- Bromélias se encheram com as águas E as mágoas se apagaram com as velas. Um pássaro pousou na minha janela, Deixou seu canto e prometeu primavera. ---- x ---- Brotaram no desabrochar dos lindos campos, suas essências... Deixadas como folhas em vendavais, voando, vagando, sem destino; por entre pensamentos - como mãos que tocam almas - fazem de harpas sons siderais. ---- x ---- Brumas sobre águas do charco confuso sem remos nem barco coração aturdido. Te aceito amor repentino o deixo colher-me maduro na macieira do paraíso. ---- x ---- Em nosso caminhar... Cada passo é sombra verdadeira, Cada selva é clarão e clareira. No azeite dos anjos, Que desce pelos ombros. ---- x ---- Camélias brancas que transbordam a paz Embelezam na alma os jardins de consensos Das tolerâncias os incensos mais doces Afogando os rancores em um amor mais intenso. ---- x ---- Caminhamos como poetas novos largando a soberba, o estorvo no fluxo de um novo povo nosso suor que não amarga. O alvo é claramente certo de peito escancaradamente aberto o coração de um bardo onde o esquecimento é adaga. ---- x ---- Com afinco me afogo em afagos Canto meu amor aos quatro cantos Otimismo e paixão me confortam A candura constrói nosso castelo A fidelidade faz a guarda na porta. ---- x ---- Com medo de se equivocar vê o absurdo da vida, mas não quer pensar que é real.... E quando vê que é real... Acha um equivocado absurdo. ---- x ---- Com o teu dom de escrever tens um pacto: - necessidade de expor sentimentos vomitar teus momentos teus tons, tuas lágrimas e sinas sair da rotina de um ser intacto. ---- x ---- Com três palitos de dente se joga um xadrez psicológico de deixar Freud confuso e Confúcio fã de Pink Floyd. ---- x ---- Conduzir a vida é difícil tem que haver paixão. Vou contra o que alguns proferem discordo da alocução em voga. Tudo entorta e nada importa se não houver no coração o puro sumo da paixão. ---- x ---- Curtindo meu tempo, pois o mesmo é curto. Um absurdo... Com tudo no mundo e tudo voa ao vento. Larguei a tristeza cuspi na grandeza com delicadeza mostrei o dedo pro desgosto com muito gosto. Senti a brisa no rosto saí pela vida. ---- x ---- Dançamos mergulhados em sonhos No gélido baile sagrado Subimos em nuvens de gloria Brincamos e esnobamos O fundo e frio poço da maldade. ---- x ---- De ínfima palavra é feita o amor não tem vírgulas pontos nem mistério no ar. Não é soneto acróstico trova ou cordel. Não há essência engano acertar ou errar. Não há contras nem prós é somente tão somente “nós”. ---- x ---- De repente se viu rei Mas de nada serviu Dia e noite acuado Enterra sua liberdade Em terra afogado Quando o real vira pérfido Do amor falsificado Paixão é cadafalso A forca é a realidade. ---- x ---- De repente você não é diferente Só não teve a chance de demonstrar ser igual. ---- x ---- De toda a imensidão do planeta só quero estar nesse mar belo de Iemanjá, Iracema, Otelo. Mar de perfeitos sonhos folclores, tesouros e viços dos nautas, vikings, corsários navegadores fenícios. Mar de amores lendários imaginários, antigos concretos, ambíguos de interminável poesia que em toda alma habita. ---- x ---- De um lado o chinelo velho procurando um pé descalço, de outro um pé calçado ansiando liberdade.
Amizade verdadeira é amor incondicional; não há doença, política, vício, idealismo, serviço ou crença que destrua a tal. ---- x ---- Amo ver-te nua em sedução onde passeia minha paixão que toca tua alma faceira beleza que tonteia minha cálida e pálida visão. ---- x ---- Amor verdadeiro não está no anel e nem todo Coco é Chanel. ---- x ---- Ando com ideias antigas de modernizar meus conceitos. No fundo, são adágios superados... Há tempos que tenho a teimosia de querer ser atualizado. ---- x ---- Anote o código para ingressar na minha alma: sem bater, sem pegar leve; tudo funciona do seu jeito, no colossal universo do eterno ou no do breve. ---- x ---- Ao ver e ouvir um sabiá, ponderei: Qual outro tamanho encanto faz minha boca calar-se acarinhando meus olhos cantando aos ouvidos tão doce e frágil tão inesperado que voa pelos quatro ventos e pousa sem alarde conquistando os corações? ---- x ---- Ao ver teu choro da fumaça danada senti-me com uma facada uma dor aguda nos ossos na alma e no peito. Nos olhos as pupilas dilatam e na lata, o vermelhidão do sem jeito. Pela carência do ar da armada e a dúbia imposição do respeito. ---- x ---- Aquela fragrância de nova vida, Da porta aberta do viveiro, Batia nos orifícios do nariz; como coisa boa... Fubá fresquinho, coco queimado, doce broa... Acompanhada por um manacá-de-cheiro. ---- x ---- Aquela pétala que cai Pedaço de flor que se banha Maravilhada por agora molhada Mistura-se a água de um tempo Some com o rio que rouba. ---- x ---- As emoções são rústicos vigias que transitam pelas alamedas vazias passando pelos tugúrios de pedras com suas luminosas lamparinas. O lume dos candeeiros divide com o vigia e o amor por dentro dos muitos nevoeiros todo seu sincero fulgor. ---- x ---- As minhas mais longas retóricas são os amores que carrego na alma afunilam na mão e na boca e despontam pelos meus dedos trêmulos e minha língua inquieta. ---- x ---- As navalhas dos erros fazem cortes diversos uns profundos, outros não; uns cicatrizam logo, outros não. Há pessoas que tem o talento nato de afiar as navalhas e lamentar depois. ---- x ---- As paixões incompletas estressam surgem, mas não se deixam ver ficam cobertas com o manto da noite e somem no mais sútil alvorecer. ---- x ---- As pegadas são honestas prolixas, mas reais. Nas folias que me aceitei de palhaço no meu coração ficaram dois traços um xis de açúcar e sal. Já foi, é ou será cedo assumindo tal culpa, nesse sol nascendo. Admito: estou envergonhado e avermelhado com tamanha beleza. ---- x ---- Às vezes felicidade está no ar Tem que se expor Sair pra procura Da brisa ou chuva Abraço ou sorriso Festejo ou repouso Silêncio ou música Ou simplesmente Deixar que ela o ache.
Os motores aos ouvidos em dores; os odores do carbono a calhar; o cruzar de mil pernas; as janelas com visão limitada; e a empreitada de ser e estar. ---- x ---- Talvez não seja minha flor que aflora mas nem por isso não é fina flor. Sei por que nunca mais o amor apavora e por hora só tem transbordado em calor. ---- x ---- Enfim, nua, nos meus braços, delirante; dou-te o mel e o mais belo diamante; dou-te a vida, dignidade, dou-te tudo; submerso - submisso - submundo. ---- x ---- A alma quer plateia, zelonada de estar sozinha. Ela quer que outros olhos curtam seu curto vestido decotado o sorriso do rosto com duas covinhas e todos, mas todos, os seus pelos eriçados. ---- x ---- A finura precária faz o homem sensato criticar a todos A mediana faz o homem sensato criticar a si próprio A abundante faz o homem insensato a permanecer calado. ---- x ---- A moradia na emoção é o botão de liga/desliga de uma alma incendiária. ---- x ---- A realidade concorre com minhas vertentes, e elas céleres e insanas sempre chegam na frente. ---- x ---- Ajude-me a nadar em sua correnteza, pois fico confortável e feliz; tal bela força resistente me diz: atravesse novamente o oceano e me beija. ---- x ---- A tempestade não me assusta, E nem deveria! Já tive dias terríveis de sol. Se algo me causa temor, É perder a inspiração e alegria, Quando o sol toca e aquece meu rosto, Ou a água cai do céu no meu corpo. ---- x ---- A Via Láctea tem cem bilhões de planetas e eu estou aqui, muito feliz, radiante, satisfeito por ter feito contato com você. ---- x ---- A vida pode ser farpa entre unha e carne, um bambu que não quebra com o vento que varre, ou estrelas que brigam com o raiar de um dia. ---- x ---- A vida só é cruel para os inermes que fazem tempestades em copos d’água vivendo nas podridões como vermes fazendo respiração boca a boca em suas mágoas. ---- x ---- Abril em festa? - Pela fresta infesta o olhar da inveja. Com a porta semiaberta ela observa: não há mais “breja”, não há igreja, queimou-se a floresta... Abril banal. ---- x ---- Acabaram-se as abobrinhas em minha mente, Nem se falarem hipoteticamente, Só verei as bocas mexendo... sem som. ---- x ---- Acontece uma descontrolada mandinga, Que o mundo se apega. É doideira querer que o bicho pegue, E ele pega... Agora se espera não mais, Nunca mais, Sentir o corpo rua abaixo descer. ---- x ---- Acordei acessível... Com novos aforismos - ansiando ouvir tua voz. Acordei querendo... Ser o ser mais admirável - amar com tenacidade e experimentar tua sensualidade. Acordei famélico... Querendo me entregar - querendo te possuir. ---- x ---- Acordei com uma lágrima, No sonho bem claro o rosto: De pronto sorriso me olhava. Amigo de praias e farras, Que o vento levou sem aviso, Deixando a doce lembrança, Momentos que não amarelam, E regam o verde singelo Desse jardim da saudade. ---- x ---- Acordei venerando a música, peguei a gaita e o jeito, não fazemos amor há tempos. Saiu um blues dos pesados, melodia traçada nessa harmonia. Rito e reta, meta e mote - fito o mito. Sem moda, sem fúcsia, filha única. ---- x ---- Adversidades acontecem Muita luta e pouco caso Sensações se perdem O rabo abana o cachorro O choro do velho solitário Mas há de se ter esperança No coloquial, na criança Nas palavras que amadurecem. ---- x ---- Agora há o costume de seguir o próprio caminho, Escolher as pontes e portas, Ficar frente a frente com o vendaval, Sem o aval alheio, sem olheiro, Sem frase feita e sorriso banal. ---- x ---- Ah, esses namorados... são apaixonados interessantes seus corações, seus romances amor compromissado. Fazem loucuras sem limites paixões ardentes sem juízo só aceitam improviso não aceitam palpites. Ah, esses amantes... é sem vergonha essa entrega dizem que dá náuseas – dizem que dá raiva e quase sempre causa inveja. ---- x ----- Ainda bem que ninguém taxou de domínio Pois com o meu cheiro, marquei o terreno Mostrei os caninos ao meu cruel inimigo Dediquei-me na íntegra a ser feliz ao extremo. ---- x ---- Alfarrábios – folhosos – calhamaços – opúsculos os nomes podem até parecer indigestos mas degusta-los nos sacia de conhecimento. Excelente digestão. ---- x ---- Muitos poetas crescem para dentro numa implosão da alma, como nitroglicerina cálida do pranto em autocombustão. E, por sua vez, na aura o brilho, eclode num parto, expõe-se o filho, o fio e o farto, num alto salto muito além da concepção.
Passou pelo pequeno buraco da agulha como um raro e sensato camelo franzino. Deixou ao relento seu ego sozinho e jogou num bom vento os versos nas ruas. ---- x ---- O sol abancando assisadono renque das araucárias surgem as estrelas - velos no universo, arrepiam ao fechar da porta do dia. ---- x ---- O corpo se contorce nas belas curvas do mistério e meu universo se entorpece em um minuto. Vejo minha vida, sua verve - seu externo. Rogo amor eterno e me completo absoluto. ---- x ---- Nomeada como imperatriz de amores que ganha de súbito sua coroa, trono e sonhos e aproximando do súdito com suas suntuosas flores. ---- x ---- Noite passada sonhei com poesia aquele sonho arranjado de calores misteriosos ao som de uma orquestra as janelas se abriam e em mil cantorias - pássaros curiosos. ---- x ---- Nasceu em águas apaixonantes a poesia (disse alguém). Num cenário emoldurado que consagrou a cria – entre cantos – entre tantos – por ironia,um poeta de amor sofria. ---- x ---- Na tela do cinema da esquina já se viu esse filme antigo de um multicor lírico com tons de pura boemia. ---- x ---- Correm as águas nervosas e frias delas, tuas e minhas na prontidão da montanha. ---- x ---- A resposta vem com o ar fecundo quebrando o coeso silencio queimando mil brancos lenços prevendo o fim dos futuros lamentos. ---- x ---- Abrigo-me com humildade num ninho, aprendo a voar como águia, correr como água e seguir o meu guia. ---- x ---- Até mesmo os artistas porcalhões, Não deixam jamais sua arte de lado. Preferem lugares com clima úmido, Para esculpirem melhor suas melecas. ---- x ---- Lembra? Vale ressaltar... Até se derramam as tintas, até se misturam as cores, até não se pintam amores. Mas a tinta não pode acabar. ---- x ---- Delineei o passado no caso mais que perdido. Etiquetei os bandidos ao som de música clássica. ---- x ---- Haverá um menino e tornar-se-á bem sabido, verá tudo se repetindo: Sorridente - indiferente, e a alcunha de sobrevivente, sentará feliz lá na praça jogando milhos às garças. ---- x ---- Mudei de século, moldei o crédulo e passei a sonhar com as Valquírias. Vi um mundo sem máscaras sem muita diplomacia. ---- x ---- No auge da contradição os ouvidos não ficam entupidos, ecoam os belos grunhidos, do cão são da imaginação. ---- x ---- Na trilha do som e do cheiro, entre outros planejes, já havia o longo tempo de um asilo. E saiu, enfrentou, nisso e naquilo, foi certeiro. ---- x ---- O verde vivente evidente, fez nuance nos raios dourados do sol, que surgiam e sumiam ao bailar de folhas, no cair de sementes, da jabuticabeira. André Anlub
Meu amor bateu de frente com seu cheiro de alfazema com seu humor de hiena e interpretação eloquente. ---- x ---- É no amor, e não há impossível no verossímil da batalha à vitória. Fez de fulgentes momentos, o invisível e na equação da paixão, a auréola simplória. ---- x ---- Sobre o amor? - Sim, eu conheço, sei bem dessa fábula sei qual o seu curso, bons e maus imprevistos. Falam de alguns vícios, falam de absurdos não provaram na língua o que dizem amargas. ---- x ---- Vê-se a razão que não mingua fala-se em matrimônios – mistérios infindos sem afins nem começos assim dá-se o nome de vida. ---- x ---- O corpo foi na onda e saiu do dilúvio, Forte e firme em direção ao sossego; O abraço (prévia do beijo) fez-se ao relento E o medo (descalço e bêbado) caminha viúvo. ---- x ---- Sim, é poesia! Faz crescer as flores, nasce das flores crescidas. ---- x ---- São cordeiras com seus contornos que deslumbram, Preparando os retratos dos fetiches do sonhador. E posam quase nuas, Apenas a peça de seda pura de paixão. ---- x ---- Quero ouvir a verve gritando Ao mundo, ao pouco, Como louca rara. Preciso da sua leitura De corpo nu em noite tão escura Que nem estrelas deram as caras. ---- x ---- Passou pelo pequeno buraco da agulha como um raro e sensato camelo franzino. Deixou ao relento seu ego sozinho e jogou num bom vento os versos nas ruas. ---- x ---- O sol abancando assisadono renque das araucárias surgem as estrelas - velos no universo, arrepiam ao fechar da porta do dia. ---- x ---- O corpo se contorce nas belas curvas do mistério e meu universo se entorpece em um minuto. Vejo minha vida, sua verve - seu externo. Rogo amor eterno e me completo absoluto. ---- x ---- Nomeada como imperatriz de amores que ganha de súbito sua coroa, trono e sonhos e aproximando do súdito com suas suntuosas flores. ---- x ---- Noite passada sonhei com poesia aquele sonho arranjado de calores misteriosos ao som de uma orquestra as janelas se abriam e em mil cantorias - pássaros curiosos.
Na geografia do teu corpo Passo o mais ardente compasso. A cada traço Uma fronteira ultrapasso. Ao findar o que faço Limpo toda a sua tez E faço tudo outra vez. --- // --- Não nasci cá, nem acolá, nem além ou aquém... não sou melhor e pior que ninguém. Vivo o amor e a arte, assim sou do mundo, quiçá limpo ou imundo, mas de nenhuma parte. --- // --- Não me observo mais em ingênuos instantes só quando as toalhas molhadas estão em cima da cama. Onde está o meu sonho de morar numa praia distante? Perdeu-se ao preocupar-me com uns pedaços de panos. --- // --- Não quero paixão egoísta, Aquela profunda feito poça de chuva fina, Aquela quente como a água que o bacalhau se banha. A paixão que quero deixou pista... Muito beija e muito afaga, Não apanha e não amarga, É brincadeira de criança... Pera, uva, maça e salada mista. --- // --- Não se sabe se o perfume se espalhou Pelos bosques coloridos e imagéticos Na nossa aldeia, logo, logo, deflagrou O colírio, canto lírico e poético. André Anlub
Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros: • Poeteideser de 2009 (edição do autor) • O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas) • A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014 • Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015) • Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017) • Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte (Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015) • O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras: • Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95 • Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ) • Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63 • Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT) • Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética: • Academia Virtual de Escritores Clandestinos • Elo Escritor da Elos Literários • Movimento Nacional Elos Literários • Poste Poesia • Bar do Escritor • Pé de Poesia • Rio Capital da Poesia • Beco dos Poetas • Poemas à Flor da Pele • Tribuna Escrita • Jornal Delfos/CE • Colaborador no Portal Cronópios 2015 • Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes: • Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal) • Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal) • Revista eisFluências (Brasil/Portugal) • Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins: • Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”. • Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”. • Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”. • Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere • classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas) • 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”. • indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA). • indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP). • indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete • indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII • Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas • Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões". • Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe. Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros. Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.