6 de maio de 2021

Flor de lis, de lírio e lírico do Preto e da Branca (releituras de mim)















Flor de lis, de lírio e lírico do Preto e da Branca (releituras de mim)

Garanto minha salubre e frágil presença no pensamento mais estranho que remete apressadamente ao pesadelo da minha pele plena pintada de branco. Minha flor bela, não escute os embebedados de alma, mendigos-uísques demagogos a Go Go. Ouve a cantoria, pássaros aos montes de entortar pescoços e acariciar ouvidos... São os esboços – diamantes – da nossa selvageria de amantes. Enxergo nada cego, envergo e expresso essa minha entrega em reflexos de uma pulcra lâmina cega. E de maneira sutil, tão viva e severamente tão simples, chego, sonho, cedo e transcendo ao corte seguinte.  A doação que faz mistura – nossas cruas carnes nuas – fez contraste no arraste – na queima que é de praxe – do protocolo em leitura.  Ah, minha branquinha, flor branquinha... Me aceite eternamente seu. Bebemos nas águas puras e impuras, mas com o coração nada errante e os olhos hiantes. E diante de tudo, em estado trepidante de paixão, peço-lhe que pegue o banco e a caipirinha e venha sentar-se ao meu lado e olhar a lua... (desnuda – noite – minha). 
Chegando do silêncio veio como tempestade e mordiscava minhas ideias... Lá vem ela! Essa bela, irritante e insistente luz que entra pela janela e me convida para sair e viver. Raul de Souza com seu trombone que tromba de modo majestoso e marcante, tocando, relaxando e deixando o corpo voando sem destino... Estou agora sereno para narrar o ocorrido: tirava os laços dos futuros presentes, mostrava o onipresente que ao botar pra fora os dentes, provava não ser um sonho, enfim. Ela, a Flor (não é Maria Flor, que pena. Mas está valendo)... Nomeada como imperatriz de amores que ganha de súbito sua coroa, trono e sonho se aproximando do súdito com suas suntuosas flores. Ouço-a falar em público: o que seria mais certo – onde estaria o erro – qual a importância disso? A resposta vem com o ar fecundo, quebrando o coeso silencio, queimando mil brancos lenços e prevendo o fim dos futuros lamentos; a resposta bateu de frente com seu cheiro de alfazema, com seu humor de hiena e sua adorável e inigualável interpretação eloquente. Na tela do cinema da esquina já se viu esse filme antigo de um multicor lírico com tons de pura boemia.  Sim, é poesia! faz crescer as flores e nasce nas flores crescidas. 

Dos desvelos na hora do recreio do princípio e fim (releituras de mim)

Como som melancólico que segue invadindo – Abrasador ao íntimo – sem dor – toca e preenche e compreende ao completo; na mais alta altitude que o anseio ressoa, e é tênue e desconcertante. Toda uma terra estremece em todo o corpo que balança e merece o céu no sol e a luz da lua na luz do teto do tato e do tudo (tamanho absurdo, mas eu vi). Namoro e sinto e choro e aprovo e comprovo o sopro e aguardo, e você. Mas é mais mar que observo e sou servo ao todo... E amo. Vem, vem como variante, pé e pé, paz e paixão, marcando no solo – selo; como ao chão e ao sentimento é um sucinto sinal sagrado, afetuoso, pois não censura e nem corta nem cura o soco solitário do colosso: o banho ao calor em chamas, supina alma à sua presença... E amo. Solos secos castigados, que fenderam em frangalhos de raios antigos... Ficam no aguardo das águas em rios em milagres em lágrimas em circo em cio... E vieram e vigeram e ficaram e fincaram... E amo. Quem será o guardião desse coração tão intenso raro e quente? Nesse vai e vem do povo a cólera passa rente... Tentando roubar o puro, amolecer o duro e dando duro para esconder o tesouro... Causando tumulto, cavando um túmulo e matando os loucos. Tudo se transforma na fala da saliva da ponta da língua; na palma da mão macia que à toa entorna a raiva perdendo-se no céu anfitrião. Sendo o alicerce mais forte fez-se o castelo - nasce o coveiro que rompe vis elos, enterra as contendas e encarcera o faqueiro que insiste no corte. Joss Stone com voz estonteante, timbre mutante e olhar de sereia cantante. Estou agora pacato para narrar o fato: a verdade mostra para que veio e o ópio evapora na veia. Surge a sorte pisando na morte, tornando o instante o livro na estante de um astuto perfeito. O som é ameno, no feliz badalar dos sinos para a hora do recreio. Percebem-se letras ao vento, fermento de versos no intento; na mescla que move à fantasia – lamúria e luxúria dos dias. Diga-se de passagem: a paisagem pairou na barriga dele (grávido), pariu na paragem mais certa e reta – cerne que outrora tardia. Faz-se poesia – cria – faz-se poeta (ávido), criou-se meta na metalinguagem em espectros. Assombrando os muitos herméticos heréticos espertos e espetando os pedantes pedintes descalços moleques. Ao céu o seu mais lindo e redondo sol brilhante, diamante dos dotes de deuses de doutrinas de histórias; ao léu asas cresceram, veio inspiração/sorrisos, ao velho ao novo ao menino – porta de início de índio de íngreme. Prepara-se o leito quente – seio da mãe – leite materno, cobiçando o menino vadio, forte e inteligente (frenético), as letras são o “norte”, coreógrafas convidando ao passeio (imagético), sem freio, meio – principio – confins sem fim... No íntimo eterno. 
Asas de Dragão de um Prisioneiro deposto 

Vejam só os dois olhinhos sinceros, impávidos carregando a expressão das brasas dos entusiasmos. O mundo deles também anda alinhado, agitado e ainda mais quando estão juntos; são avejões diversos... No advérbio adjunto do anseio, veneno disponível no plasmático vulcânico... Fundiram os neurônios e os versos. Não há relógio no “slow motion”, tampouco o reviver das simples coisas. A caneta dança na folha branca e o sentimento canta a canção que voa... Os dois olhinhos são escravos do tempo e o tempo não vive a mercê da porta aberta... Não cumpre a cumplicidade que se torna seguro, simplesmente existe e o quase é quase eterno. Asas batendo, colorido das penas, olhos e pernas céleres, bico bem largo e garras como dentes e o fogo em maçarico; com moderação se barganha com a vida, contínua rotina de distrair pensamentos, tapear os momentos, queimar poesias e as ideias baldias. Criou-se o hábito saboroso e salutar, começou a lutar com as armas evidentes. Vê a novidade de coisas iguais que nunca foram feitas e reinventa os trejeitos dos seus sujeitos (dá-se um jeito). E a luta contra o colosso imortal continua. O gigante que é anão, que espeta, que apunha, apunhala, compunha a mente incerta... E a luta se enluta no negro alerta. (...) nessa hora os olhos se emocionam mais uma vez, enchem-se d’água e desaguam... E a vida: eles querem entendê-la, desvendá-la; querem enterrá-la para saber sempre onde está. Irão confessar até o que nunca fizeram e pelos campos e cidades aos ventos voarão... Sendo perene ou não, sendo eu ou meu vício, sendo asas de anjo ou dragão. Já fiz o jogo, rodei quase voando e cuspindo fogo pelos vis bares e espeluncas loucas da vida; em puteiros faceiros falidos com mulheres musas de esquina. Já me vi na latrina latente e na obscuridade nada curta e incurável do ser; e seguindo cegando nas vozes o que na pena precisaria fazer. Mas no corpo absorto e na alma encalma tão visível ameaça, cicatriz do aprendiz que se estende ao lado das largas tatuagens. E como estranhas e quentes miragens que se fundem em ferro na carcaça fazendo-me a raça da (dês) graça, sem ao menos e ao muito me conhecer. Então me camuflo confuso pra prosseguir animado e adiante; o coração em reação está imundo, mas não carece cárcere ou morrer. Já fui torto/morto por dentro – desfavor do pavor de outrora; quase finado/afinado por fora – vários prévios instantes do ontem. Um adendo por dentro, um dedo na roleta russa do desgosto e um destro e canhoto por fora.  Vejo seu riso no rosto (posto e imposto), no alvedrio da bala. Os gritos e falas (nos rompantes), em um minuto se calam; apontado ao ávido ouvido e ao som do breve estampido: o ínfimo no infinito de guarda aguarda o prisioneiro deposto. Até coloquem palavras em minha boca... Mas que nasçam poesias.

2 de maio de 2021

Manhã de 1 de janeiro de 2016

 









Manhã de 1 de janeiro de 2016


Nada como um peixe após o outro... um anzol no meio... e nada bem. Depois dos percalços vividos ficam calos e vestígios... carrego os ossos do ofício, com mais cálcio e cuidado; cuidado... na minha vida não entre sem aviso! Já na estrada, na esteira estreita do caminho desconhecido; voo de encontro ao mar e a mim mesmo; vou mergulhar nos mistérios de algo novo que na verdade é eco presumidamente vivido e esperado. Talvez absolvição, quiçá apenas passo à frente, colocando um tijolo na parede e milhões de batidas no coração. Chegou minha vez, outra vez, já é quase sempre; sorriso de orelha a orelha no misto de querer a vez com a poesia em excelência e essência. É bom demais, é gratidão, é usufruto, é ‘usufarto’. Olhar por cima do muro é xarope de bom humor concentrado, em estado sólido, massageia a alma e retoca a alegria; é o presente que se auto desembrulha. No final das contas, quando acabar o espetáculo, as lonas forem recolhidas, o circo enfim desarmado, a mulher barbuda faz a barba, o mágico erra a mão em fim trágico, o elefante faz dieta e fica magro, o leão domesticado, o equilibrista inebriado com a garrafa de vodca no sovaco, o anão vira rei num seriado, o atirador de faca é esfaqueado; no final do espetáculo... o único risonho é o Palhaço. Minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; a vida é um teatro e faço de tudo para valer a pena; vivo na coxia, mas de quando em quando entro em cena. O Sol canta de galo; a lua canta de Gal. Não se fala em outra coisa; pelo menos aqui dentro da cachola redonda em cima desse pescoço cilíndrico, em cima da boca falante, sem educação; em cima das tatuagens matreiras, do corpo que já foi magro, foi trato, foi gordo; e assim roubou o sonho que havia sonhado, o bando bandido de aves que se diziam bem-vindas, traídas e atraídas ao céu enevoado. Estavam ligadas ou não no lance? Metendo o bico aonde não foram chamadas? Aves tudo podem! Há uma crença do cresça e apareça, depois meça sua largura, some com sua altura e esqueça o resultado... apenas descubra se o lago transborda... e quando as águas rolarem e os peixes sufocarem, apenas exponha se ainda é bem quisto ou preferia continuar sendo menino. Vê-se o translouco atravessando a ponte; só se é louco de perto, pois de longe se é pouco – não se importuna – ou se é monge, ou se ruge a face, rubra o rosto, range os dentes ajeitando os dedos: não se fala em outra coisa; pelo menos nesse passar das horas de supernovas, de supernovos, que seja pouca, mas a voz até que sai; no início fez-se o sacrifício de ser tudo sem nada ser; no meio tempo eram máscaras que caiam, disfarces, Descartes e sua filosofia certeira; no fim o grito não saiu vazio, o som se fez em música indo à noite, indo à cama, na farra, no banho sem sonho, sem rumo e sem par. Minha base é estar voando parado em tudo quanto é lugar; não se pensa em outra coisa.


André Anlub

22 de abril de 2021

Cuspindo marimbondos

 












Cuspindo marimbondos 


Seria um simples atenuador

Um maracujá transformado na metamorfose das letras

Aquelas suas secas e dúbias palavras 

Que acalmam e abrandam a dor?


Conheço cada vez melhor seu universo

Por entre seus céus e infernos

Por entre caveiras e terços

A galáxia se faz de berço

Velando seu sono eterno.


Mas e o falso silogismo existente

Tiram-nos do óbvio pendente

A razão de ser e de estar?


Se é um ser superior dominante

Que nada faz e tudo muda

Que faz moradia no equidistante

É o inexistente que chamam de lar?


Ás vezes a esfera entra em guerra

Cuspindo marimbondos, terremotos e tsunamis 

Desafiando o poder imperante

Mostrando quem é a dona da terra.


André Anlub




17 de abril de 2021

Sorriso da Hiena

 










Sorriso da Hiena


Deitada sob a sombra da árvore de José

A lua aos poucos se movia para iluminá-la

Cantarolava uma melodia incomum, algo como uma sinfonia sem ritmo, sem fala

Odores de diversas origens se espalhavam

Para quem amava, eram prazerosos perfumes.


Como existe a variante do ganho e da perda do orgulho

É como ebulição da pura causa

Na hora que a água seca, mesmo que seja tarde, é valiosa

Como um embrulho sem fita, laço, cartão sem prosa.


Caminhando só com os pés no chão, perdeu a identidade

Perdeu a sinceridade

Achou amargura

Colheu perdão.


Seu olhar perpetua-se em um passado próximo

Uma época boa de ilusões não descobertas

Um passado de campos e doces sons

Passado que lhe agradava em todos os âmbitos e sentidos.


Mesmo que não desmascarado tal tempo

Nem tampouco o reconhecia como monstro surreal

Tornou-se real e palpável

Felicidade estável

Um sorriso de hiena.


André Anlub



15 de abril de 2021

Das Loucuras (Xerpas e Denisovanos)

 


Das Loucuras (Xerpas e Denisovanos)


A animação chegou com vontade

A força de uma energia que pode ter vindo do espaço

Nervos de aço; sangue díspar; disparidade

Todos num só, mas com outro caminho traçado


Terras sem dono; donos que muitos desenterram

O tempo fez seu serviço com o compromisso da espera.

Ouroboros, bolos confusos da história...

Bora saber mais dos tempos de gloria.


E dizem por aí que há resposta para tudo,

O absurdo do burro e achar que é a cenoura que quer enganá-lo.

Cada asno no seu cercado; cada bugio no seu galho

E o homem achando que é o dono do pedaço.


Quanta ironia nos cerca quando se joga a pedra

Pois não faz onda no congelado lago.

Por entre casas velhas e novos edifícios

Teimamos e focamos no ego medíocre

Que nos afasta do achado e aproxima do estrago.


“Nem margarida nasceu” – nasceu foi o imbróglio.

E assim passam-se os dias, em idas, uvas, vinhos, vinhas...

Única alquimia necessária, dentre tantas dispensáveis,

Procurando chifre em cabeça de unicórnio...

Talvez em Marte encontraremos a resposta...

Mas tem que estar bem explicadinha. 


André Anlub®






12 de abril de 2021

Castelo violeta

 


Castelo violeta 


Irmão do céu,

De pé em cima de uma alta nuvem;

Seus olhos aguçados, acuados,

Discretos em suas ferrugens,

Visualizam tudo de errado

E quase tudo de certo...

Mais nesses próximos parágrafos:


A tentação é ar puro,

É astuta e presente em todo o ambiente;

As pernas fortes das corridas

Invejadas pela alma fraca pelo tempo.


Um castelo é erguido

Com o seu aguerrido espírito;

Pulcro, imponente,

Mas cheio de tormentos e de inventivas mentes.


No porão há um covil escondido

Cheio de lobos dentro;

Famintos, sedentos,

Sonâmbulos e carentes de apreço.


Árvores nada raras

Se agitam e se ajeitam com os vendavais;

Nos varais as roupas

Se ensopam com a chuva fina que cai.


Barrancos descem pelas montanhas

Como a manta dos deuses...

Há poder; há alianças;

Há independência e – a ser pago – preço.


Por dentro do corpo lacunas se abrem

Implorando explicações convincentes;

Ações voluntárias,

Inadequações insolúveis – multiplique tudo mil vezes.


No mais, não é aceitável ter um modo de vida que nos têm,

Por muito menos e por muito mais – ao menos –,

Descarrilhamos mil trens.

Cavalos livres descem a montanha

Em uma bela manhã de dezembro...

É o caminho livre, cheiroso e extenso,

é o livre arbítrio para o castelo violeta.


André Anlub

9 de abril de 2021

Meu ponto final



Meu ponto final


Não ser um cidadão de posses não o torna mais frágil

Talvez alvo de preconceito idiota e um tanto tartufo

E o preconceituoso às vezes alcança sua acidez...

Tartuficando pelas ruas eles beiram o irracional e o desrespeito moral.


Sobre ser rico...

Rico na índole, a meu ver, é primordial e gigante

Rico na inteligência é admirável

Rico na demência tem mais que bactéria no ar.

Rico de espírito, metaforicamente falando, ser de aura ofuscante.


O que seria reescrever a história...

O mais importante acontecimento

A descoberta das descobertas

Ser o professor dos mestres

Ou ter uma gorda conta bancária notória?


Ganhar a vida é muito relativo

Seria para alguns viver o máximo de tempo feliz

Para muitos outros não.


Acho que escrevendo essas coisas...

Impondo-me, na escrita, limites...

Cometerei maus-tratos com minha inspiração.


E continuaria lutando mas passando mal

E não vendo as belezas que passam por sob meus olhos.

E o próximo ponto com absoluta certeza...

Seria meu ponto final.


André Anlub

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Nada habituado


Minha criança grande, meu bordão de marca maior

Na minha trajetória a vejo nos rostos de mulheres à revelia...

Geralmente moribundas nuas, com jeito de mal-amadas e sujas de rua...

Nada sensíveis e empenhando seu papel de heroína de quinta categoria.


Mas também sou assim, ou pelo menos perto disso

Jogo e rogo palavras ao nada, ao vento

Desde criança quando brincava no balanço

Jogando minhas pernas pro alto e a cabeça para baixo

Sem qualquer objetivo, tampouco fundamento.


Lembro-me de pisar mil jardins

Das pegadas nas areias das praias

Do medo de queimar-me com água-viva

Sem saber que tudo aquilo teria um fim.


Todos carregam a pedra que podem sustentar

Mas isso já foi mais que dito.

..

Até mesmo em outros planos.

Não sei se devo e quero me acostumar

Com a efemeridade desse mundo insano.


André Anlub

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Combatente amado


Esse sorriso é o meu maior retorno

Não preciso de abraço ou palavras de consolo

Basta ser sincera...

Querer-me ao seu lado.


Vou até onde posso por minha vida em jogo

Almejando vitória, valendo a guerra

Empáfias se entregam ao combatente amado

E desarmado, o amor está na fila de entrega.


André Anlub


Trago


Trago-lhe um arranjo de vidas,

Colhidas nos jardins das saídas

Nesse exato momento.


Espero alegrar o seu dia

Quebrando a evidente desarmonia

Dando luz ao asilado encantamento.


André Anlub

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.