No colo quente de Ísis


No colo quente de Ísis (2/03/13)

A aurora dourada que brilha,
Enorme força que guia
Canalizando energia
Da bondade íntegra e constante.
Sem quaisquer variantes
E opiniões infligir:
Vestindo o pingente de um santo,
Com fé encorpando o gigante,
Com a pontaria de David.
Falha quem pensa que o bem
É frágil – pequeno – inseguro;
Que teme o invisível e obscuro.
Falácias de um João ninguém.

O mal é poder anacrônico,
Foi comício de um ser risível;
É improvável em almas capazes,
Insustentável e inadmissível.

Aspiramos ao poder intocável,
Colosso, incorruptível - no osso, na mente, na pele,
É aço que a ferrugem não atinge.

Vive ainda mais além que a verdade,
Liberdade que constrói o arco-íris.
É a hora de olhar no olho de Horus
E deitar no colo quente de Ísis.

André Anlub

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