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1 de agosto de 2015
31 de julho de 2015
Despedida XIII - (cozinheiro de banquetes)
Despedida XIII
(cozinheiro de banquetes)
Quando busca a inovação encontra o aconchego,
Não tem medo, e o mergulho é de cabeça.
Na sinceridade da devoção pelas letras, na fé na escrita,
Na aflição esquecida, morta, afogada na tinta,
Mergulha... e de cabeça.
Solve a arte, respira até pirar, come a arte,
Sente, brinca, briga e se esbalda.
Balde de água fria, quando ele quer que seja;
Balde de água quente, quando ele quer que ferva.
Na construção das linhas, ele sonha...
É um gigante em solo de gigantes (é um ser igual).
Nada é pequeno ou menos, mas ele é gigantesco;
Nada é estranho no pensamento sereno. (a mente é sã)
Criou algo mais do que o passo à frente,
Excedeu-se, ousou – usou e abusou.
Chegou a ser inconsequente...
Até achou que passou rente do perfeito (foi bem feito),
Pois assim tentará mais e mais, e irá tentar sempre.
E aquele gigante, aquele ser igual?
Foi para terras inóspitas e foi jogar novas sementes,
Agarrar novidades e desbravar castos campos.
E aquele cozinheiro?
(sonhou e se levou)
Cozinhou pratos raros e fabricou azeites,
Adornou a mesa com belos enfeites,
Chamou parentes, chamou amigos,
Encarou os indigestos...
Assim tornou-se quase um guerreiro,
Escritor, amigo, artista, rico e mendigo,
Cozinheiro de banquetes, ritos e festas...
Tornou-se gente e verdadeiro.
André Anlub
(12/1/15)
13 de janeiro de 2015
Despedida XIII
Publicação by Coral Vivo.
(cozinheiro de banquetes)
Quando busca a inovação encontra o aconchego,
Não tem medo, e o mergulho é de cabeça.
Na sinceridade da devoção pelas letras, na fé na escrita,
Na aflição esquecida, morta, afogada na tinta,
Mergulha... e de cabeça.
Solve a arte, respira até pirar, come a arte,
Sente, brinca, briga e se esbalda.
Balde de água fria, quando ele quer que seja;
Balde de água quente, quando ele quer que ferva.
Na construção das linhas, ele sonha...
É um gigante em solo de gigantes (é um ser igual).
Nada é pequeno ou menos, mas ele é gigantesco;
Nada é estranho no pensamento sereno. (a mente é sã)
Criou algo mais do que o passo à frente,
Excedeu-se, ousou – usou e abusou.
Chegou a ser inconsequente...
Até achou que passou rente do perfeito (foi bem feito),
Pois assim tentará mais e mais, e irá tentar sempre.
E aquele gigante, aquele ser igual?
Foi para terras inóspitas e foi jogar novas sementes,
Agarrar novidades e desbravar castos campos.
E aquele cozinheiro?
(sonhou e se levou)
Cozinhou pratos raros e fabricou azeites,
Adornou a mesa com belos enfeites,
Chamou parentes, chamou amigos,
Encarou os indigestos...
Assim tornou-se quase um guerreiro,
Escritor, amigo, artista, rico e mendigo,
Cozinheiro de banquetes, ritos e festas...
Tornou-se gente e verdadeiro.
André Anlub
(12/1/15)
12 de janeiro de 2015
Despedida XII
Despedida XII
(corpo e café – torrados e moídos)
Hoje me sinto dentro da melodia
“Rio quarenta graus”;
Mas quarenta... só se for na sombra.
A aura parece que quer deixar a carcaça
E se perder na atmosfera.
O sossego berra, a quietude é onipresente...
Mas “péra”...
Ouço o tilintar dos dentes,
Como se fossem lâminas de aço.
Saboreio a pera,
E o sumo resseca meus lábios.
Meu lema para sair da lama
É sorvete de lima-limão
E um chá verde gelado.
Estão bebendo cafés quando esfriam,
Vi gente saindo pela rua, pelado.
Agora a aura quer ficar no corpo,
Um bom banho gelado.
Ao alto as audaciosas asas de Ícaro,
Há tempos derretidas...
Agora aparecem em nuvens, desenhadas.
Vejo o futuro, não vejo sempre muito boa coisa;
Há decepção, sempre há;
Há ressurreição, tem que haver.
Há de aparecer alguma ligeira solução,
Nas poesias sinceras despontadas.
Sai da melodia, penetrei no sigilo
Já são bem mais de meio dia;
Entrei entre as almofadas
E sorri para a nostalgia.
André Anlub
(11/1/15)
11 de janeiro de 2015
Despedida XI
Despedida XI
Cobiçando a luz do sol
Que passou pela porta
E me deu um sorriso.
Fui correr atrás,
Fui ao encontro do calor.
Desci pela rua feito a bola
Da pelada de domingo.
E a chuva?
Também amo, clamo e quero;
Gosto da água batendo no corpo e no rosto,
Gosto do gosto, do cheiro e do aspecto.
Vai deixar lembrança;
Vai deixar vontade de voltar;
Curto o zelo,
Assim, quem sabe eu volto,
Em outro tempo (há esperança)
No lamento em saudade,
No aumento das panças
E cair dos cabelos.
Pego novamente minha espada,
Sempre fui eclético;
Sempre tive sorte.
Esqueço minha lança,
Deixo-a na estrada,
Mas só por empréstimo,
Deixo com São Jorge.
André Anlub
Despedida X
Publicação by Globo News.
Despedida X
A vida é assim:
De repente a batucada do Olodum;
De repete um “pam” e tchau.
Foi nesse pensamento antigo
Que começou a abraçar excessos.
Nessa sensação de trem expresso
Que já vai chegar, já está chegando.
Usava como sombras a boemia,
Nostalgia e a arruaça.
Ontem ele era um pouco doido,
Hoje continua sendo,
Apenas segue fazendo
Um pouco menos de alvoroço.
Foi cachorro louco,
Daqueles que despontam nas esquinas,
Com alma de menino
E pensamento torto.
Hoje ele é mais ponderado,
Muito mais “na dele”;
Hoje segue na trilha
De trem Maria Fumaça,
Sentindo na alma e na pele
O que deixou no passado.
A vida é assim:
De repente acaba o repente,
Acaba o velho e o novo,
Acaba a sobra e acaba o ouro...
É nesse estouro que se vai um corpo:
(casca de ovo no galinheiro de um Deus)
André Anlub
(11/1/15)
10 de janeiro de 2015
Despedida VIII
Publicação by UOL.
Despedida VIII
Sábado de sol,
De sola de sapato sendo gasta
Pelos amigos que passam e se vão
Ao longo da rua.
Sábado de poesia, de escrita;
Acordei escrevendo, depois li um pouco...
Agora escrevo novamente.
Voltando algumas horas no tempo:
Essa noite fez um frio de inverno,
Acordei na madrugada em posição fetal
E com uma estalactite no nariz.
“Eta ferro”, me meti no frio da Serra;
Frio que me serra os ossos,
E quase, mas quase, gela meu sangue...
Foi por um triz.
Voltando ao tempo atual:
Almoço pronto,
Deixo meu “boa tarde”
Ao moço que passa
(mais solas sendo gastas).
Barulho de maquita cortando algo,
Complementa o som que ouço aqui...
Qual música?
Hoje deixarei à imaginação de quem lê.
Indo adiante no tempo:
Em casa com os cães,
Meu peixe pronto,
O mesmo som de agora,
Sol queimando a cachola,
Ao tédio meu afronto.
Preciso só imaginar e já sinto o cheiro de café,
Aquele fresco – novo – aquele meu;
Misturando-se ao perfume L’occitan que estou usando.
Vejo o céu limpo, ouço os cães distantes
E os cães aqui também latem.
Preciso só imaginar e já sinto o beijo...
Ah,
O som é Joni Mitchel,
Do disco Blue.
André Anlub®
(10/1/15)
Despedida IX
Abaixo:
"Em 1980, Chico Buarque participa do programa "Canal Livre", da Bandeirantes, comandado pelo jornalista Roberto D'Ávila. Os entrevistadores são: Tárik de Souza, Paula Prétola, Vivi Nabuco, Zuenir Ventura, Olívia Byington, Luiz Carlos Franco, Claudio Azeredo, Mauricio Beiru, Ana Maria Tornai e Moreira da Silva."
Despedida IX
Subiu a colina mais íngreme,
Audaz cabrito montês;
Fez seu filme na bravura,
Desenhou nas pedras a astúcia,
Onde passou com os seus fortes cascos.
Por que será que ele sobe tal pedra?
Penso na vida assim:
Às vezes desafios sem nexo que buscamos por aventura,
Por comodidades, por boemias.
Às vezes desafios concisos, extremamente necessários.
A cena se fez diante dos meus olhos,
Talvez na importância da minha história;
O homem atrás de sua glória,
Fugindo dos terrenos fiascos.
Um mortal louco subiu a montanha mais alta;
Talvez para outros olhos seja pouco,
Talvez para outros poucos sejam olhos;
Mas será que o que o outro pensa, importa?
A cena se desfez em um instante,
Com o toque do telefone;
Agora a questão já é outra,
Pintar de rosa o elefante.
Desceu a montanha mais alta,
A imaginação passageira;
De dia a luz não faz falta,
De noite trouxe à luz a parteira.
André Anlub®
(10/1/15)
Canal Brasil:
"Neste domingo, 11/01, às 23h30, o programa 'Abertura' resgata uma entrevista histórica de Chico Buarque, onde ele falou sobre o que esperava da abertura política no Brasil e criticou o que chamava de "democracia de fachada". Não perca!"
Veja um trecho clicando no link a seguir: http://bit.ly/ChicoAbertu
"Em 1980, Chico Buarque participa do programa "Canal Livre", da Bandeirantes, comandado pelo jornalista Roberto D'Ávila. Os entrevistadores são: Tárik de Souza, Paula Prétola, Vivi Nabuco, Zuenir Ventura, Olívia Byington, Luiz Carlos Franco, Claudio Azeredo, Mauricio Beiru, Ana Maria Tornai e Moreira da Silva."
Despedida IX
Subiu a colina mais íngreme,
Audaz cabrito montês;
Fez seu filme na bravura,
Desenhou nas pedras a astúcia,
Onde passou com os seus fortes cascos.
Por que será que ele sobe tal pedra?
Penso na vida assim:
Às vezes desafios sem nexo que buscamos por aventura,
Por comodidades, por boemias.
Às vezes desafios concisos, extremamente necessários.
A cena se fez diante dos meus olhos,
Talvez na importância da minha história;
O homem atrás de sua glória,
Fugindo dos terrenos fiascos.
Um mortal louco subiu a montanha mais alta;
Talvez para outros olhos seja pouco,
Talvez para outros poucos sejam olhos;
Mas será que o que o outro pensa, importa?
A cena se desfez em um instante,
Com o toque do telefone;
Agora a questão já é outra,
Pintar de rosa o elefante.
Desceu a montanha mais alta,
A imaginação passageira;
De dia a luz não faz falta,
De noite trouxe à luz a parteira.
André Anlub®
(10/1/15)
Canal Brasil:
"Neste domingo, 11/01, às 23h30, o programa 'Abertura' resgata uma entrevista histórica de Chico Buarque, onde ele falou sobre o que esperava da abertura política no Brasil e criticou o que chamava de "democracia de fachada". Não perca!"
Veja um trecho clicando no link a seguir: http://bit.ly/ChicoAbertu
Despedida VII
Despedida VII
Ele sonha que invadiram o lugar comum
E experimentaram a presença do sossego;
Os olhos de todos voltaram a ver
O simples toque de desapegar do supérfluo.
Sonhos são sempre sinceros,
Basta aos loucos laicos entendê-los.
Metendo os bedelhos em sonhos alheios,
Tentando decifrá-los, desfragmentá-los...
Mas obedecendo, com esmero.
Ele já é um sonhador,
Sonha sempre em sons de sinos.
Hoje só sonha acordado – eis alguns marasmos...
Os pesadelos...
São suas sinas.
Assassinas vozes entram em acordo
E acordam em acordes...
Acordam os doentes,
Geralmente nos sonhos bons,
Agora sons estridentes...
Irreconhecíveis tons, cantoria, idioma:
Variam conforme os dias,
Variam conforme o Valium,
Voltamos ao “Frontal com Fanta”.
André Anlub®
(10/1/15)
Despedida VI
Despedida VI
Foi dada uma pausa no ponteiro dos segundos,
Foi dada uma pausa no ponteiro dos segundos,
É aquela noção de congelamento;
Senti-me voando num céu de brigadeiro
Vendo as formigas da cidade grande.
O alerta foi dado ao público,
Nisso, nessa, nossa, “bola”.
O amor pode estar parco
E não é desesperança...
É realidade.
Então façamos assim:
Mais afeto/abancar coragem,
Engraxar engrenagens,
Largar a flecha e o arco
Pegar os rumos,
Pegar os remos e flores
Abarcar e embarcar
Nos amores...
E, “de quebra”,
No majestoso barco.
Tiraram a pausa do ponteiro,
Acabaram com o imbróglio,
Vou por meus pés na estrada.
A vida é curta quando é corte;
A vida é longa quando é logo.
André Anlub®
(9/1/15)
9 de janeiro de 2015
Despedida parte IV
Despedida parte IV
O mundo canta ao toque da bateria;
Entra o ritmo em arritmia,
Então levanto e danço...
Agora é “Mercy” de Dave Mathews,
Os pés se agitam e a mão trabalha no bloquinho:
Tinta, frase, crase, pinta...
É perturbadora a calmaria
Você quer que ela ria, talvez chore;
Você quer que ela implore ou obrigue...
Mas que algo seja feito.
(mesmo que de fininho)
“Prefiro Toddy ao tédio”
É punk, só que (infelizmente) não;
É a tal perseguição (stalker) do silêncio,
Que vem, silencia – vai, silencia...
Lá ao longe: avião.
O mundo se cala ao toque do botão,
Fones de ouvido e ouvidos descansam.
A caneta freneticamente eletrizada,
O papel é namorado, e a amante é “inspiração”.
A caneta é “bi”...
É tri, é tetra,
É triatleta...
Ligo “Mercy” de novo (misericórdia),
Dave é unanimidade...
A música me lembra “merci”,
Remete-me a Paris
E todo o mal que houve e ainda há...
Digo: excusez-moi...
Em nome da humanidade.
André Anlub®
(8/1/14)
Despedida parte V
Despedida parte V
“bucolicozidade”
Sol parou de lascar seu beijo quente no asfalto,
Fim de tarde em mais um dia;
Ônibus passa, crianças voltam a brincar de bola,
Roupas voam nos varais
E levam o cheiro do café e pão frescos;
Pessoas passam com suas sacolas
E o bucólico torna-se culminante.
Viajo no espaço por um instante,
Meu corpo suado – estafado – planeado
Quase que quase atravessa o país;
O cheiro da minha casa penetra o nariz...
Fina flor que invento para a comodidade.
As pernas hoje pediram longa rua,
Queriam andar e ver novos caminhos.
Sons se repetem, as horas ecoam sozinhas,
O tempo estaciona e me açoita nas nádegas.
Meus olhos buscam novos rostos,
Tristes ou alegres, mas novos: olhos e rostos.
Amanhã tomarei coragem e o café bem quente,
Irei à luta, sair novamente, quero rua.
A perpendicularidade do raciocínio
Chega a desafiar a gravidade.
Nem sei a gravidade desse desafio,
Prefiro distrair minhas ideias, escrever.
Amanhã é outro dia, é nova sexta-feira...
O tempo vai ter que mexer e me mexer.
André Anlub®
Despedida parte III
Despedida parte III
É aquele pássaro que foge da gaiola,
Por dentro sai cantarolando Wild Horses dos Stones,
Mas pelo bico sai o canto dele mesmo.
É aquele animal em extinção,
Que anda na lenha, no lema e na linha...
Aquele “ex-tição” que ganha brilho;
É tal que tem tal de compaixão
E com paixão põe à mesa
E na sobremesa assopra as velinhas.
Somos um só, somo complementos...
A imaginação e o momento,
Arco e flecha e o arqueiro.
Temos um amigo: o mundo
Temos o reduto: a escrita
O vagabundo passa ser somente vago,
E o hábito de conhecer a si mesmo é corriqueiro.
André Anlub®
(8/1/15)
6 de janeiro de 2015
Despedida (Parte I)
Despedida (Parte I)
De tudo que foi vulto, agora é muito,
Que é céu, e é seu, e é meu, que me cerca e cega...
Num todo!
Procuro tumulto, e acho... porém, não gosto,
Mas finjo que gosto e me enrosco (chega a ser tosco).
Vejo a verdade e abraço;
Vejo o regaço e trago no laço;
Procuro agora calmaria:
Amizade de João; o desenho de Maria (um dia foi fosco)...
Num nada!
De tudo que foi concreto, continua sendo,
Continua a sede da procura;
Achando a miragem viu-se verdadeiro,
Beijou o insano,
Do assanho foi/é o primeiro (aquele dia foi pouco)...
Qualquer dia é pouco.
Vejo o que vejo, e já basta;
Vejo o que resta de um festejo.
Preparo as asas para a travessia,
E já que não podia...
Acabei não sendo (foi até muito)...
Num todo!
André Anlub®
(6/1/15)
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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Filha e esposa de Edir Macedo dando, aula de desapego:
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