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11 de maio de 2014

Mãe dos Libertos

A lembrança que carrego de uma mãe que foi ao primeiro Rock in Rio (1985) comigo, ou eu que fui com ela? sei lá, não importa, mas como eu ia dizendo... não tem preço!


Mãe dos libertos

Lá tem tudo e é para quem tudo quer mesmo,
Tem aconchego para moleque travesso,
Também tem o avesso da escuridão.

Tem aquele odor de fruta madura
Que quando ainda verde lhe coube o flerte,
E assim, de repente, pousa contente,
Saborosamente na palma da mão.

Lá tem história com nostalgia,
Tem o poder da cria num belo cordão.

Tem lá o calor e águas de vida,
E intensa ventania, mas só quando há fervor.

Lá tem a mãe, tem a vó e a filha,
Tem a imaculada magia – reencarnação.

Existe o amor – alegria – harmonia,
Existe o sim e o certo ao ensinar com o não.

Enfim lá temos tudo na fidúcia e afetos
Aos olhos do reto (segurança e abrigo);
Onde prevalece a bonança não há oprimido,
Genitora dos deuses, mãe dos libertos.

André Anlub®
(10/5/14)

12 de maio de 2013

Procura-se um morto

Wilson Tosta / RIO



38 anos depois, documentos mostram a luta da mãe Zuzu Angel para denunciar o assassinato do filho pela ditadura, que divulgou cartazes de ‘Procurado’ quando Stuart já não estava vivo.


Uma mulher elegantemente trajada de negro, falando um inglês perfeito e de 50 anos presumíveis, quebrou a tranquilidade do plantão dos agentes da Polícia Civil do Rio que, em 7 de maio de 1975, cinco dias antes do Dia das Mães, cuidavam da segurança do general americano Mark Clark no Hotel Sheraton, em São Conrado, na zona sul carioca. Discreta, a visitante aproveitou o momento em que Mary Clark, mulher do militar já na reserva – comandara, na 2ª Guerra Mundial, o 5° Exército dos Estados Unidos, ao qual fora incorporada a Força Expedicionária Brasileira (FEB) –, abria a porta da suíte para lhe entregar um envelope, dizer-lhe algo em voz baixa e sair rapidamente. Um segurança do Sheraton, colaborador do Departamento Geral de Investigações Especiais (DGIE), interceptou o pacote que, aberto, revelou-se um dossiê sobre um desaparecido político, cidadão americano, preparado por sua mãe – a mensageira que desaparecera antes que os policiais a detivessem.

Trinta e oito anos depois, documentos apreendidos pela repressão da ditadura civil-militar de 1964–85, agora guardados no Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), revelam um pouco mais da luta de Zuleika Angel Jones (1921–1976), estilista mineira e mãe do cidadão americano Stuart Edgar Angel Jones, para denunciar o assassinato do filho sob tortura em 1971. Zuzu, como era conhecida, traduzira para o inglês a carta em que o preso político Alex Polari de Alverga descrevia em 1972 o suplício de Tutti, como a mãe o chamava – era Henrique no Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR8), organização de guerrilha urbana que integrava –, na Base Aérea do Galeão. Também escrevera um resumo do caso, de seus movimentos, e revelara seu medo de reconhecer a verdade – Stuart estava morto –, o que a fez ficar três anos sem procurar a carta, cuja existência conhecia. Em 1976, conseguiu entregar outro dossiê ao secretário de Estado dos EUA, Henry Kissinger. Morreu pouco depois. 

A narrativa de Polari, que Zuzu traduziu para enviar a Clark, é conhecida. Descreve as torturas contra Stuart, arrastado por um jipe com boca perto do cano de descarga do veículo, inalando gás tóxico, e apresenta aqueles que seriam seus torturadores e assassinos, chefiados pelo brigadeiro João Paulo Burnier (morto em 2000), que comandava a 3ª Zona Aérea, onde funcionava o Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica (Cisa), na Base Aérea do Galeão. Acusado de envolvimento em outras ações de repressão (um plano para explodir o Gasômetro e responsabilizar organizações de esquerda, além do uso do Para-Sar para repressão), Burnier negava responsabilidade nos dois casos. Foi para a reserva ainda em 1971, assim como o brigadeiro Carlos Dellamora, comandante do Cisa, em episódio que, para o historiador Hélio Silva, deveu-se à má repercussão da morte de Stuart.

“Perdoe-me por levar uma tragédia tão terrível ao seu conhecimento em sua visita ao meu país”, pede Zuzu, em um dos documentos que tentou sem sucesso fazer chegar a Mark Clark. Para a mulher do militar americano, a quem se dirigira rapidamente ao entregar o dossiê (“Eu sou a senhora Zuzu Angel, esposa de um americano”), deixou um convite para visitar sua loja no Leblon, acompanhado de um lenço, “um presente de meu filho, um anjo, chamado Stuart Jones, apelidado Tutti” e explicou que anexava “alguns documentos muito importantes”, que pedia que fossem entregues ao general, o que jamais aconteceu. Um dos papéis era uma foto de Stuart, em cujo verso descrevia a “operação de martírio” contra o jovem, com 25 anos ao desaparecer, casado com Sônia Moraes Jones, morta pela repressão em 1973. “Quando meu amado filho pedia, em sua agonia, ‘água, estou morrendo’, seus torturadores e assassinos riam e debochavam dele, como fizeram com Jesus na cruz”, descreveu a mineira de Curvelo Zuzu, com base no relato que recebera de Polari. “Seu corpo nunca foi entregue a mim, sua mãe. Sinto uma grande e enorme dor.”

Separada do americano Norman Jones, fluente em inglês, estilista com contatos internacionais e dotada de coragem que com frequência descambava para a temeridade, Zuzu foi um pesadelo do regime militar brasileiro, com ações que repercutiam dentro e fora do País. Numa ocasião, chegou a tomar o microfone das aeromoças de um Boeing para anunciar que em minutos os passageiros desceriam no “Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, Brasil, país onde se torturavam e matavam jovens estudantes”. Nunca aceitou a impunidade dos responsáveis pelo martírio de Stuart, capturado em 14 de maio de 1971 na Av. 28 de Setembro, em Vila Isabel, por agentes do Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica (Cisa) e torturado até a morte na Base Aérea do Galeão. Aproveitou a dupla nacionalidade do filho (brasileira e norte-americana) para atacar a ditadura, pedindo ajuda a personalidades dos Estados Unidos, como Joan Crawford, Liza Minelli e o senador Edward Kennedy, que levou o caso ao Congresso dos Estados Unidos. Conseguiu assim divulgar um crime da ditadura brasileira bem longe dela, onde a censura imposta à imprensa pelos militares não funcionava, para irritação do governo militar.

“Em setembro de 1971, organizei um desfile de modas em Nova York. Na oportunidade, denunciei o que já sabia a respeito de meu filho, que já havia sido preso (...), torturado e provavelmente assassinado pelo governo militar brasileiro”, escreveu Zuzu em documento anexado à tradução para o inglês da carta. “A história foi publicada em muitos jornais em todo o mundo, mas não no Brasil. De certa forma acho que ficaram com medo quando souberam da reação dos parentes de Stuart nos Estados Unidos e também por eu ser muito conhecida na América como desenhista de modas, tendo amigos como Joan Crawford e outras pessoas importantes. Após isso, por volta de outubro, os militares espalharam cinicamente por todo o País cartazes de meu filho com o rótulo “PROCURADO”. Esses cartazes eram encontrados em toda parte: nos aeroportos, estações, etc. As pessoas costumavam escrever no retrato de meu filho “já foi assassinado”, “morto”, etc. Uma vez, uma atriz de cinema muito famosa, conhecida como Elke Maravilha, viu um desses cartazes no Aeroporto Santos Dumont (...). Ela ficou furiosa e rasgou (...) gritando ‘covardes, vocês já o assassinaram, como ousam, etc.’ Foi imediatamente presa e levamos uma semana para soltá-la.”

Os cartazes contra Stuart apresentavam um jovem magro, de terno e gravata. Eram assinados pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da Secretaria de Segurança Pública da Guanabara, e erravam o seu sobrenome. “Procura-se. Assaltante de banco”, dizia. “STUART EDGAR ANGEL GOMES (sic) – VULGO HENRIQUE – NATURAL DA BAHIA – FILHO DE NORMAN ANGEL GOMES E DE ZULEIKA ANGEL GOMES – SEM PROFISSÃO – R. C. 1.842.264. ATENÇÃO. QUALQUER INFORMAÇÃO SOBRE ESTE INDIVÍDUO DEVERÁ SER FEITA (sic) À AUTORIDADE POLICIAL OU MILITAR MAIS PRÓXIMA.” Era uma aparente tentativa de convencer sua família de que Stuart ainda vivia: afinal, os órgãos de repressão ainda o “procuravam”. Outra iniciativa aparentemente com o mesmo objetivo foi a ação de supostas clientes – presumivelmente, agentes dos órgãos de segurança e informações dos militares ou a seu serviço, que procuravam Zuzu alegando interesse em seus vestidos e depois tentavam convencê-la de que a versão de que Stuart fora preso, torturado e assassinado era uma “grande mentira”, como a própria estilista relatou na carta a Clark. Uma dessas visitantes foi a mulher de um brigadeiro da FAB, que, segundo Zuzu, lhe disse: “Sim, um rapaz foi torturado, amarrado a um jipe e arrastado nas dependências do Cisa – Galeão, e quando terminaram já estava morto, mas não era seu filho”. Essa conversa, afirma a estilista no texto, foi gravada.

“A esta altura”, continua Zuzu, na narrativa em inglês que, ironicamente, foi traduzida para o português pela repressão, “minha mente ainda procurava resistir à cruel ideia de que meu filho estava morto. Uma esperança louca se instalou em meu coração e eu me recusava a acreditar que meu próprio filho passara por tão terrível sofrimento.” E prossegue: “Todos nós somos criados com a ideia de associar morte com cadáver, funeral, etc., e acho que por não ter visto meu filho morto minha mente se recusava a aceitá-lo.”

A recusa da estilista a aceitar a verdade comovia quem lhe era próximo. “Naturalmente, eu falava muito a respeito com amigos, parentes e advogados, implorando praticamente que me dissessem que meu filho estava vivo”, conta. “Cheguei mesmo a telefonar para minha filha em Nova York para lhe dizer das minhas pobres grandes esperanças, e me lembro que ela nada disse do outro lado da linha. As pessoas eram bondosas, não tendo coragem de me dizer que eu acabaria louca alimentando tais fantasias.”

“Nesta época”, afirma, “Alex (Polari de Alverga) estava sendo levado às auditorias diante dos tribunais militares e insistia em contar a história do assassinato de Stuart. Ali ele ouviu falar a respeito de minhas dúvidas e resolveu escrever-me a carta anexa, que entregou a sua mãe há quase três anos. Ela guardou a carta durante todo esse tempo sem a mostrar a ninguém, por motivos óbvios.”

“Eu própria sabia da existência da carta, mas nunca tive a coragem de procurar obtê-la, era covarde demais para lê-la. Mas há cerca de duas semanas, após perguntas de (nome obliterado), achei que estava na hora de tomar coragem e pedi a carta à mãe de Alex, sendo a mesma entregue a 27 de março, e eu a li!”

“A 28 de março – data da crucificação – pedi a Deus que me ajudasse dando-me forças e tranquilidade para traduzir esta carta. Fiquei em casa por três dias, só, trabalhando na tradução. Parei muitas vezes para pensar, temendo que não conseguiria fazê-lo, mas na noite de domingo terminei a carta (30 de março de 1975).”

“Sinto-me aliviada e em paz.”

Zuzu sabia que corria muitos riscos e já manifestara seus temores a quem lhe era próximo, chegando a deixar com o compositor Chico Buarque de Hollanda uma mensagem em que afirmava: “Se eu aparecer morta, por acidente ou outro meio, terá sido obra dos assassinos do meu amado filho.” Em 14 de abril de 1976, menos de um mês antes do Dia das Mães, depois das 2h, o Karmann Ghia conduzido pela estilista, que acabara de deixar uma festa, derrapou, colidiu com a mureta e capotou, matando-a na saída do Túnel Dois Irmãos – que seria rebatizado, já na democracia, Túnel Zuzu Angel. Em 1998, a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, ao julgar o processo 237/96, e com base no testemunho do advogado Marcos Pires, que declarou ter visto um carro ultrapassar pela esquerda o veículo de Zuzu jogando-o para fora da via, reconheceu que o regime militar foi o responsável pelo assassinato da mãe de Stuart Angel.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,procura-se-um-morto,1030823,0.htm

Feliz dia das mães


A Lua é mãe e filha
Mãe que inspira minha vida, poesias e
meu amar. 
É filha que também influencia a poesia,
meu estar, marés de sorte e azar.

André Anlub®

11 de maio de 2013

Parabéns a todas as mães, vós e bisavós.


Mamma


Ao som de Bohemian Rhapsody
poderia ouvir um mundo de dor
mãe, é tamanho o teu amor
consolas, aqueces, em puro afago.

Tirando-me do coração amargo
depositando em um zen zelo, tua força.
Viajo entre narcisos amarelos
jardins de sorrisos e ardor.

Pegue-me novamente em teus braços
assim eu volto a ser tua criança
voltando essa grande aliança
reconstituindo todos os pedaços.

Em suma, o carinho que não finda
és, por ti, sempre bem-vindo.
Pousa delirante em meu peito
faz-me, quase sem jeito, tua vida.

André Anlub®

13 de maio de 2012

Fim de Semana das Mães

Rosa que se mostra como prosa
Beleza natural e notória
Básica em muitas paisagens
Componente bucólico da vida
Na história é infinita.

- André Anlub -

Fim de Semana das Mães

Nos toques com amor que rejuvenescem os corações
Todos somos escravos sem correntes ou chibatas
Doações sadias, sem suor ou mágoa.

Há de se depurar o vinho, com pão...
Há de empunhar a mão, sobre o ninho.

- André Anlub -

Fim de Semana das Mães



Fim de Semana das Mães

Pegue-me novamente em teus braços
Assim eu volto a ser tua criança
Voltando essa grande aliança
Reconstituindo todos os pedaços.

- André Anlub -

12 de maio de 2012

Fim de Semana das Mães

Segue mãe, imponente e linda
Colosso na exposição dos sentimentos
Por dentro estrutura inabalável
Doce sensibilidade na berlinda.

- André Anlub -

Fim de Semana das Mães

Sempre com sua beleza ímpar
É deusa, rainha de todas as cortes
Perfume surreal na explosão poderosa
Feita e recitada em verso e prosa.

- André Anlub -



Fim de Semana das Mães



Fim de Semana das Mães

[Itaú] Homenagem feita pra você.

Fim de Semana das Mães



O Menino da Sua Mãe

No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas trespassado-
Duas, de lado a lado-,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! Que jovem era!
(agora que idade tem?)
Filho unico, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino de sua mãe.»
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lhe a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço… deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
“Que volte cedo, e bem!”
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto e apodrece
O menino da sua mãe

Fernando Pessoa

11 de maio de 2012

Fim de Semana das Mães




Mamma

Ao som de Bohemian Rhapsody
Poderia ouvir um mundo de dor
Mãe, é tamanho o teu amor
Consolas, aqueces, em puro afago.

Tirando-me do coração amargo
Depositando em um zen zelo, tua força
Viajo entre narcisos amarelos
Jardins de sorrisos e ardor

Pegue-me novamente em teus braços
Assim eu volto a ser tua criança
Voltando essa grande aliança
Reconstituindo todos os pedaços

Em suma, o carinho que não finda
És, por ti, sempre bem-vindo
Pousa delirante em meu peito
Faz-me, quase sem jeito, tua vida.

André Anlub


Fim de Semana das Mães

Vespertina Indagação

Um céu com absoluta altivez arranja essa paisagem que agora exponho:

Belíssimo lago, espelho d’água... Faz de uma nuvem uma boca sorrindo
Aves sobrevoam o lago... Dando rasantes e solvendo a candura da água.
Gazelas passeiam na margem, filhotes os seguem.
O verde parece gritar... O ar com aroma agradável, trazendo a vida e pureza
A certeza de não correr algum risco... Bela pintura da mãe natureza.
Um guepardo aparece, espreita e observa a família
Tem que alimentar suas crias... Tem que seguir a vida.

Muitos não entendem a própria natureza!

André Anlub



Imagem: guepardos/web

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.