True Detective starring Colin Farrell, Vince Vaughn, Rachel McAdams and Taylor Kitsch premieres 6/21. Watch the first tease.
Posted by True Detective on Quinta, 9 de abril de 2015
Tempo de ser rio (André Anlub - 15/4/12) Quero conhecer novas pontes, Percorrer novas curvas, Deflorar novos caminhos, Margens, desníveis, declives... Traçar novos rumos, novos leitos, Inundar de esperança os vilarejos. Quero ser rico de fauna e flora, Saciar a sede - oferecer o banho, Sentir a sombra do natural, Ser presente em aquarelas (Espelho do céu) Quero ser sempre limpo – cristalino, Alimentar um novo sonho, Ser potável, bem-vindo Ser carregado na cabeça da carecida... (...) e da carecida... Limpar suas roupas – lavar seus pés – banhar seus filhos Estar nos ninhos e no interior da amada.
Mary Louise Streep (Summit, 22 de junho de 1949) mais conhecida pelo nome artístico Meryl Streep, é uma atriz norte-americana, reconhecida como uma das mais talentosas de todos os tempos.2 3 4
Streep fez sua estréia profissional na peça Trelawny of the Wells (1975) e sua estréia na televisão no telefilme The Deadliest Season (1977). No mesmo ano estreou no cinema com o filme Julia' (1978) e Kramer vs. Kramer (1979) seguidos por, entre outros como Sophie's Choice (1982), Out of Africa (1985), The Devil Wears Prada (2006), Mamma Mia! (2008) e The Iron Lady (2011).
Conhecida como uma das atrizes mais premiadas de todos os tempos, Meryl Streep já recebeu 19 indicações ao Oscar (recorde entre as categorias ligadas a atuação), vencendo três vezes. Também recebeu 29 indicações ao Globo de Ouro, vencendo oito, também um recorde para o prêmio. A atriz também recebeu dois Emmys, dois Screen Actors Guild Awards, o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes e no Festival de Berlim, cinco New York Film Critics Circle Awards, dois BAFTA, dois Australian Film Institute Award, quatro indicações ao Grammy Award e uma indicação Tony Award, entre outros prêmios.
Recebeu o prêmio honorário do American Film Institute em 2004 e o Kennedy Center Honor em 2011, ambos por sua contribuição para a cultura dos Estados Unidos através das artes performáticas, sendo a mais jovem artista da história a receber tal distinção. Foi condecorada por duas vezes pelo presidente Barack Obama, em 2010 e 2014, com a Medalha Nacional das Artes5 e a Medalha Presidencial da Liberdade, mais alta condecoração civil dos Estados Unidos.
Bonifrate (André Anlub - 11/10/11) Nem imagino por onde é o começo, Quiçá pela dor que corrói em saudade; Nessa idade que se iniciou o apreço Que migrou para incontrolável vontade. Decompondo o corpo de bonifrate (brinquedo) Trazendo a pior das tramas do enredo. O coração tornou-se ferro e ferrugem, Carecendo do óleo quente da amargura; Talvez o erro de almejar o impossível, Senão a demência de só ver a negrura. Não tenho mais rotatividade na alma: Velho, meu coração anda torto. E o porto que há muito tempo vazio, Expõe os corais de um amor absorto.
#DiaDasMães <3 Vídeo mostra em 4 minutos como são os primeiros 9 meses do bebê http://bit.ly/1KSdBQ3
Posted by UOL Notícias on Domingo, 10 de maio de 2015
O psicopata de si próprio é tão amargo quanto o mundo que o cerca. (Tarde de 21 de junho de 2015) Eis aqui o sabichão, o homem da hora, o dono não só do pedaço, mas da coisa inteira; detentor de grande imaginação ele pensa ser dono, ou pelo menos conhecer, toda a sua completude. Não sabe que é nada além de um minúsculo, ínfimo e insignificante ponto nessa rua, dentro desse bairro, dentro da cidade... e por ai vai... mas para não ser prolixo: ele é um naco de necas dentro do universo dentro de universos. O ser além do que é si próprio, enxergando um chifre na cabeça do unicórnio, sente-se maior que o mundo, melhor que o mundo, é dono de tudo e todos. Mas o dia fatídico chega, a manhã que nunca deveria ter ocorrido, e ele abre o visível e precioso espaço vazio, o oco, o eco, o eca, que já iria ser aberto algum dia (com ele morto), e coloca um pequeno cérebro dentro, um resquício de alguma coisa, aquele caroço de feijão ou semente de milho que sai ao defecar... Agora ele pega no tranco – então acaba a presunção e a navalha corta toda sua vida, todos os seus sonhos – seu vil e fétido ego – corta seus pulsos e prepara a forca; agora ele descobre quem realmente é, e o pior: ainda está vivo. A sangria é enorme, tiro de quarenta e cinco em garrafão de cinco litros de vinho, o fluxo é farto, intermitente, mal cheiroso, de coloração baldia e horrível; a sensação de remorso é um osso duro de roer, é um pito de cigarro de quinta (Hollywood sem filtro), é um aperto bem apertado no peito (um nó cego); e tão forte, tão absurdamente forte, que ele morre aos poucos (aos porcos) por dentro, em uma tortura calma e silente; como um ácido com limão e vodca correndo sem pressa pelas veias, sorrindo e cantando Stairway to heaven, indo de encontro ao seu encéfalo. Agora ele fenece, e se liberta, e torna-se algo: um morto. André Anlub (21/6/15)
Celebrate skateboarding! #GoSkateDay
Posted by X Games on Domingo, 21 de junho de 2015
Dueto da tarde (CLXXXIV) Olhar a angústia e ter espaço para olhar algo mais que a angústia. Muito além do alcance dos olhos, até ultrapassar onde reside o entendimento. Muito depois da última fronteira, começa o (in)continente. Olhar a angústia e morar lá. De lá dá para ver o lado escuro da lua (ouve-se falar), também se ouve a conversa dos amigos e parentes que já se foram (assim querem acreditar). Há relatos inacreditáveis sobre o que se deve acreditar. Olhando a angústia, os olhos podem escolher alguns. Com ela se aprende, se fortalece, se desvenda muito, pois todos já estão aos seus pés, rendidos e desarmados. Ela vem pelo ar, oculta ou previsível, mas vem pelo ar. O ar que a traz atrai tempestades, cidades desabam, acabam mundos, fundos ficam rasos, atrasos são tirados, irados ficam os desconsolados. Mas nesse e em todo mau bocado há o pedaço bom, o do aprendizado – que deve sempre existir –, mas ninguém quer aprender com coisas más... Aliás, não querem nem que elas existam. Insistam e serão mordidos. Autodefesa cega e feroz. Mas além de haver a angústia, há o olhar. E ele pode ter espaço para ir mais adiante. Há o paradoxo no velho clichê de que o mal não existe sem o bem, e versa-vice; há a limitação da visão, mas há a imaginação que é a visão sem limites. Imagem em ação. A ação da imagem. Imagine que não está imaginando. Imagine que está vendo. Como o olhar para algo além da angústia. Enxergar e aceitar a angústia são quase que materializá-la; é como se pudesse vê-la e tocá-la, sentir a dor e fazê-la clara... mesmo sendo um cego. Então, se há um caminho, esta é a saída. Se há uma saída, este é o caminho. Rogério Camargo e André Anlub (21/6/15)
Primeira alvorada de inverno (Madrugada de 21 de junho de 2015) Um pouco frio, mas tiro de letra. Temperatura caiu bastante; acho que pela noite marcou vinte e um graus, e agora, na madruga, deve estar uns dezessete. Para aqui, no Ceará, já é frio. Estou com os fones de ouvido ouvindo Coda do Led Zeppelin. O silencio “lá fora” está assustador, nem os gatos, os sapos e os grilos pisaram para fora de casa. É, o rock está pesado. Lembro-me de quando comprei esse disco, ainda era LP, “bolachão”; comprei na Modern Sound da Rua Barata Ribeiro em Copacabana. Era freguês da loja, passava quase todos os dias para saber as novidades, pois eu morava há muito tempo bem perto da mesma. Apesar de ser cliente assíduo comprava pouco, pois sobrava tempo, mas faltava grana. Lembro-me de ter escolhido este álbum porque estava “fresquinho”, havia acabado de chegar no Brasil. Comprei e ele fez moradia – ficava direto na vitrola do meu quarto –, se eu ou os amigos fossemos escutar outro disco, colocávamos por cima dele (uma espécie de obsessão púbere insana)... Mas, voltando ao real, ao aqui e agora, ao frio que não é frio: são duas da manhã e nem me arrisco a ligar a televisão (vai que tem um filme bom), prefiro escrever, escrever e escrever... pois o sono forte está chegando, e se eu me arriscar a ler irei dormir e babar no livro. Para mudar de assunto assumo um pequeno problema: cai em um dilema entre dois amigos (estou dividido e mal pago); os dois brigaram, um acusou o outro de uma coisa um pouco grave. Bem, seria fácil resolver: cada um com seus problemas... Mas sou amigos dos dois, sendo que de um deles acho que a amizade ficou mais do meu lado (mas ele ainda me trata muito bem); ele é aquele tipo de pessoa que necessita de bajulação, de que as coisas sejam bem próximas só do seu agrado, mas já havia me acostumado com isso e aceitado os seus defeitos (até porque os meus são bem piores). Por outro lado o outro amigo é mais flexível, mais direto e a amizade sempre foi mais franca. Os dois eu conheço há mais de vinte e cinco anos; os dois são parentes entre si e meus irmãos de coração; os dois me remetem a um passado maravilhoso, com um vínculo, um leque, uma chuva de outras amizades magníficas que vieram juntas e que jamais esquecerei. André Anlub
Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros: • Poeteideser de 2009 (edição do autor) • O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas) • A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014 • Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015) • Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017) • Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte (Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015) • O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras: • Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95 • Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ) • Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63 • Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT) • Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética: • Academia Virtual de Escritores Clandestinos • Elo Escritor da Elos Literários • Movimento Nacional Elos Literários • Poste Poesia • Bar do Escritor • Pé de Poesia • Rio Capital da Poesia • Beco dos Poetas • Poemas à Flor da Pele • Tribuna Escrita • Jornal Delfos/CE • Colaborador no Portal Cronópios 2015 • Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes: • Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal) • Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal) • Revista eisFluências (Brasil/Portugal) • Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins: • Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”. • Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”. • Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”. • Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere • classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas) • 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”. • indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA). • indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP). • indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete • indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII • Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas • Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões". • Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe. Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros. Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.