3 de julho de 2021

Das Loucuras (boomboclaat)

 














Vacina #Vacina


Das Loucuras (boomboclaat)


Aos prantos já sabia devidamente os desencontros que virão

Na contramão do tempo que passava sem deixar vestígio.

Era um cidadão comum, se não fosse tal premunição;

Tudo isso rasgava suas entranhas, mas deixava-o mais precavido.


Quando o amanhã não vinha à mente, sabia que só viria coisa boa;

Em palavras nada tolas ia escrevendo poesias incongruentes.

Seria para despistar a vida, redesenhar a guarida, não ser um ser à toa...

Ou somente para descer as águas inspiratórias de sua nascente?


Certo dia seu dom foi-se embora com a noite;

Acordou em branco sem ouvir quaisquer gritos previamente.

Acalmou sua mente, dançou seu corpo, escapou de um açoite...

E assim, após o café da manhã, em seu leito deitou pra sempre.


Mudando de pau para cavaco:

O céu nunca esteve tão azul quanto na manhã desse dia,

Tudo é calmaria nessa maresia – como tinha que ter sido ontem,

Mas pouco importa...

Não se vê choro: acendam os incensos e alarguem os sorrisos...

Quando ninguém tem preço, todos tem apreço por outrem.

Agora vive-se cada dia, e nenhuma Inês é morta...

Morde-se a isca sem medo e distribuem certezas aos indecisos.


André Anlub®


29 de junho de 2021

“Bora nessa”

 











“Bora nessa”


Vou caminhando com total certeza:

No fundo, no fundo, você está em mim.


Não a vejo, entretanto consigo ver o belo,

Os olhos fracos ainda enxergam.


Ouço tal música (aquela nossa)

Os ouvidos estão indo bem;

Mesmo sem você escrever uma só linha,

Como nunca, sinto sua poesia,

Pois ela também é minha...

(admiração eterna).


No fundo, no meio e no raso,

Meu escuro – meu escudo

Meu jardim – meu cenário;


Nos olhos de janela,

Cada casto colorir de aquarela,

No vácuo, no vasto, no espaço,

Em cada música,

Em cada arte que faço

Em, absolutamente,

Todos os meus passos e traços...


Você está em mim.


André Anlub®

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Esgrimas


Há pontiaguda palavra que em parte perfura e penetra,

Amor não correspondido, angústia crua de outrora.

Florete de fogo, cremação de uma alma antiga no agora.

Peso e preso são pesadelos; sigilo interno é grito que alerta.


Novamente foco sua boca, dessa vez pintada,

Doutrinando-me na rotina e na retina, fazendo-me nada.

Amplifico o amor, assim – de gosto - me ecoarei na salvação.

Toda ação volta, abafa os medos, nada e tudo são em vão.


Explode, explode-me; corro e corroí-me feito uma coriza.

Ácido, assediado e assíduo assim sou seu então.

Você e eu e lume e breu e o sol e a lua nos abriga

Faz-me antiga cantiga, ciranda com fogueira e paixão.


Fujo, finjo desejo, chego... Luz se mostra colorida...

Choro feito criança; rio ouvindo besteiras,

Descendo pelas pedras com limo, entre margens floridas,

Molhando as roupas quase limpas das lavadeiras.


André Anlub

26 de junho de 2021

Insanidades

 














Insanidades


Teria que ter sido pelo menos companheira

Mesmo não cobrando o amor que ela devia

Não importa cargas d’água tenha denegado

Diz que viu duendes, vacas voando, unicórnio alado.


Teria que ter sido pelo menos afeição

Mesmo se nada cobrassem, nem um beijo perspicaz

Nem se o desejo vem ao acaso ter sido esnobado

Meu corpo era seu leito, do seu jeito ao seu agrado.


Teria que ter sido pelo menos sincera

Calada no nosso leito, fechando-se e indo ao sono

Trancada a sete chaves, deixando-me em abandono

Parte da realidade pintada como quimera.


Teria que ter sido pelo menos uma verdade

Sendo personagem da imaginação mais fértil

Viva no papel, nas idéias, um lindo sonho

Que me deixa cancro exposto, frágil e medonho.


André Anlub


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Hospício


Salientaram no hospício

Ninguém iria comer

Injeções na testa...

Mais que um sacrifício.


Uma doutrina errada,

Condições terríveis,

Faces amarguradas...

Pessoas mais que sensíveis.


Não tinham valor algum,

Exclusos da sociedade,

Pessoas novas e de idade...

Somavam um mais um.


Indigentes, obscenos

Cenas do dia a dia,

Pretos, brancos, morenos...

Sujeitos à revelia.


Desprezados pela verdadeira família,

Inúteis sem poder reciclar,

Cães expulsos da matilha...

Sem ter mais em quem amamentar.


Aos montes iam se definhando,

Em um frenético vai e vem,

Homens mortos andando...

Passos calmos pro além.


André Anlub

23 de junho de 2021

Insone e insano no seno e cosseno do ser

 



Insone e insano no seno e cosseno do ser


Eu vejo, vejo!

Nas paredes do corredor que leva à cozinha,

Algumas sombras que balançam,

Com as leves e tontas brisas,

Expondo seus desenhos simplórios,

Notórias alucinações, visão dela...

Vou abocanhar meu pão de centeio,

Com queijo coalho e margarina,

E uma fatia generosa de mortadela.


Por enquanto, só por enquanto,

Primeira noite de inverno,

Sem arrepio, sem espanto,

Por enquanto,

Encontra-se calma e silenciosa.


Quebrou-se o silêncio,

No barulho do meu copo de vodca

O gelo frenético batendo,

No fino e fanho vidro,

Ao ser mexido pelo meu dedo.


Olhos mirando o bloquinho,

Sou zanho, sou zen, sozinho.

O álcool companheiro, agora me deixa,

Foi estacionar no cérebro,

Criou até raiz, e espera ser regado.


Convite à escrita,

Sorriso no canto do lábio,

Nos dedos da mão direita,

Uma imaginária tatuagem escrita;

O que há, não diz!

Mais uma letra se esconde,

Por debaixo do anel.


A verdade deve ser sempre colocada à prova,

As horas são escassas,

E procura-se o término de um romance real.


Depois de linhas traçadas,

Dois comprimidos de anfetamina,

A garrafa já no final,

Boca seca, pupila dilatada.

Tento dormir.


André Anlub®




17 de junho de 2021

Madrugada de 24 de janeiro de 2016

 













Lá se foi o passarinho, 

Por entre os coqueiros mergulhou na maresia... 

Deixou um frágil dedo apontado ao infinito, 

Colado ao sorriso do rosto da garotinha.


Madrugada de 24 de janeiro de 2016

(Saturado de arte - no bom sentido; saco nada de Marte - no vão 'sentigo')


Desceu um litro de água direto goela à baixo, de uma só vez. Depois de mergulhar fundo nesse amor, nem tudo seguiu o mesmo fluxo, algumas pessoas próximas, teimosas, apenas observavam e se seguravam nas pedras para a cachoeira não levá-las comigo. Nem tudo era taxado de absurdo; talvez loucura, um jazz de trás para frente, um rock no rol das músicas para dormir ou coisas similares. Não entendia patavinas, apenas via as pegadas na areia... aquela voz tonitruante aos ouvidos somente fazia caricia. O amor agora faz paredes de vidro e tetos de aço puro; e mesmo com essa indelicadeza, estava tudo exposto, tudo continuava a seguir seu caminho... a pomba branca de algodão, a mão no corrimão da escada, e mais algo mais do que bom na luz desse dia sombrio... alguma coisa que não sei ao certo. Pessoas doidivanas expõem suas mazelas pelo bairro, pelas ruas, pelo corpo... no escopo de comprarem o sol. Pede-se piedade pela ação, e em apelação vem o perdão perdido na última cena de um falso filme... um ‘filmete’ qualquer... esse nosso. Desceu o Fogo como fênix como farsa como força... tudo ao mesmo tempo no olho do furacão. Vejo as ondas do Arpoador; sonho com as ondas do Arpoador; não me recordo direito se a água estava azul, verde ou amarela, mas você estava lá. Acordo – me frustro –, mas o sonho segue ao longo do dia, ao longo do tudo, acariciando minha torta memória. Bebi toda essa água como na adolescência costumava beber uísque, a saber, em pequenos goles.


André Anlub

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Das Loucuras (anos 80: garotos não choram e garotas só querem diversão)

 














Das Loucuras (anos 80: garotos não choram e garotas só querem diversão)


Não há possibilidade de argumentação,

Saudações à parte, parte do pressuposto existente...

Tudo que foi deixado para ser usado,

Como arma, acabou como desarme da mente.


Desenterrou perspectivas sumárias

Em todas as datas comemorativas;

Organizou suas gavetas e armários

Mas saiu maltrapilho rumo à vida. 


Nova temporada do fiasco dos tempos

Num intento que faz vento às velas.

Novas remelas secas nos olhos esquerdos

Que faz mais importância que qualquer vil mazela.


No poço há água limpa, e por sobre o rio sujo a pinguela;

Vidas e peixes bordados em panos e pintados em aquarelas.

O esboço do real guardado nas gavetas

Dos deuses que aguardam o som das trombetas.


Agora outras possibilidades de prosa

Com um cachorro, um espelho ou um não Eu.

A adequação fez do buraco negro a roça...

Também fez a sombra sobreviver em total breu.


André Anlub®

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Teu corpo de deusa é feito de versos,

A fronteira é o céu,

Onde as letras transmutam em estrelas,

Formando a constelação mais acesa.

Porém, se algo te faz distante,

Bradamos pelo poema que inflama,

Formando o ensaio poético,

Do instante,

Em nossa noite,

Na quente cama

Fulgor do amor

De um viver imagético.


André Anlub®

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8 de junho de 2021

Na raiz do dom

 









Na raiz do dom


A lava incandescente esfriou-se 

Deixou seu toque, deixou sua marca...

Na raiz do dom brotou a escultura.


Tornou-se uma espécie de diamante;

Como se habitasse o cerne de um vulcão

Com sua mente até o momento na vadiagem.


A imaginação no foco extremo em reflexão

E é erma a ínfima preocupação,

Pois assim cresce a suntuosa viagem.


Há o segredo escondido nas chamas,

Canção rara, afetuosa e leve,

Letra que derrama em sonho breve

No mistério do império na miragem.


Há o manuscrito de um Deus cintilando aos olhos,

Nas minhas, nas suas e nas leituras de todos.

É o ritmo dos jogos,

Parábolas com flores,

Pássaros pousados em bonecos de neve.


Vem à faísca em inspiração,

Veio o derramamento das tintas

Em mãos poéticas de mentes abertas

Em vozes de alerta.


Foi no ponto final ou nas três letras do “etc.”...

Ainda em algo abreviado de tal ser banal,

Ser errado que jamais o é,

E como transforma(-se)!


Veio novamente em nós,

Fez criação e liquefez na ação

E se tudo der certo em breve retorna.


André Anlub

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Dueto CLXXII


Trago-te um sorriso. Não te posso trazer a vontade de sorrir.

Sonhos, promessas, esmeros estão por ai... Mas deixo-te um sorriso.

Não espero que ele germine. Mas até entendo que ele seja uma semente.

Saboreia-te – deleite. Faze-me sonhar com teu prazer intenso e onipresente.

Pelo menos em minha imaginação. Trago um sorriso para minha imaginação também.

A casa está limpa – portas e janelas abertas; os cães abanam os rabos e a carne assada e os nabos estão na panela.

A simplicidade sabe tudo de ser feliz. Alguns de nós não sabemos. 

Vivemos querendo o sopro à frente do vento e apanhando da saudade, nocauteados no tempo.

Trago-te um sorriso que costuma ver essas coisas, quando não vê outras. 

Feito um rasgo na boca, os olhos se cerram, a maledicência se encerra no porvir do transbordo.

Se serve para o amanhã, serve para o agora. Porque só temos o agora. Não vou sonhar com sementes germinadas.

O jardim está pronto, a terra disponível, a água potável e o sol e a chuva são sempre bem-vindos.

Mas eu não tenho nada com isso; isso não é problema meu; nem solução minha.

Vejo-te com teu sorriso... Poderia tê-lo guardado para um dia mais conciso. Sinto-te quente... Deveria ser sempre assim, assado, ascendente...

Não buscarei meu fogo no teu. Nem roubarei a água do teu jardim para o meu. Trago-te um sorriso, apenas, não a vontade de rir.

Aqui jazem meus desejos em ti. Se vais enterrá-los, perpetuá-los, absolvê-los... Não me conte, pois cabem somente a ti.


Rogério Camargo e André Anlub 

19 de maio de 2021

Dos anátemas














Das Loucuras (pequenas encrencas, grandes imbróglios)


Reivindicaram sem vontade, com a voz rouca, ou melhor, sem clamor;

Acharam a ideologia no lixão, quadrada, sem brilho e enferrujada.

Olharam com olhar distante, indiferente, sem aquele inerente calor;

São olhos de peixe na feira, zumbi de seriado, vaca pastando, nada com nada.


Já passaram os tempos difíceis, aviões em edifícios, aqueles tempos azedos...

Como diria Raul e como vovó já dizia: vão-se os anéis e ficam os dedos.

Coletes à prova de balas, reforços, esquadras... Tudo a ver...

Partiu: recriar o amor, voo ao alto, torpor, aconchego, zelo, ser mais Ser.


Junto com a igualdade fizeram (a) diferença; e fazem, e continuarão a fazer...

Opa... Mas nesse caso está valendo; é válido cada suor, cada furor, cada dor.

Explica-se: a postura frente ao homem, o respeito, o caráter, a humildade,

Tudo num liquidificador torna-se um detox, um suco verde, um suco de flor.


Há um novo programa na tevê, em outras mídias e tocando sua campainha...

Aquela diversão de auditório (com bundas rebolando e um jovem no comando),

Que passa na hora do seu coito semanal, da sesta da tarde ou na hora do almoço...

É irrelevante falar que ao assistir e acompanhar estará em péssima companhia. 


Nada como jogar xadrez expressando sinceridade (isso ninguém nega);

Deu empate, “quero a nega”, e vamos parar com essa cagação de regra.

O Rei reivindicou e vincou essa página – mas até a Rainha fez boicote pra ler;

É bom saber que sem o saber não somos nada – não pagaremos caro pra ver.


André Anlub®

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Dos anátemas


Roubou alento de quem é mais anêmico

E pouco antes do mesmo fenecer 

Pisou, cuspiu e sorriu.


Entre sonhos ali e ali, envelheceu senil...


Achincalhou a falta ou a existência da fé alheia

E quem caiu na sua teia, o destino foi sucumbir.

A condição “sine qua non” para sua existência é macabra

Chifre de cabra, língua de serpente e asa de morcego

Seu amor é cego... Arrancou-lhe os olhos com um pé de cabra...

Derrubando o amor, o corpo, a alma, o ego.


Entre pesadelos aqui e ali, sobreviveu ao mundo. 


Nesse holocausto foi só mais um fausto,

Um molambo, sem pé nem cabeça, um “sujismundo”.


Fato verídico que poucos notam

A nota de 2 reais existe, e ponto...

Na ponta da faca escorre uma gota

Podendo ser sangue, suor ou pranto.


André Anlub®


Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.