26 de abril de 2018
“Bon Vivant”
“Bon Vivant”
Deitam-se nos leitos de letras
sob o olhar de um grifo
osculam suas grafias
Afrodite adotada.
Bem tratados, enfastiam
criadores que tudo criam.
Poucas são as causas que agarram
muitas são suas fantasias
se aquecendo no fogo de Nero
ao som de hinos homéricos.
Ah, mil redes confortáveis
sentindo brisa doce na face
seguem confortados na vida
ao tom de uma pressuposta amada.
Governados por algo
no absoluto, por rosas.
Permeiam no céu com alvoroço
rodam pelo colosso de rodes
passeiam no manuscrito de Virgílio.
André Anlub®
24 de abril de 2018
Pensando
Pousando na realidade dos princípios, meios e fins, sem a presunção do perene; com a benção do meu cerne; voo novamente feliz e quando quero, dentro de absurdos devaneios, fora de obtusos horizontes, na serenidade que me confere. Não, não sou filósofo, nem profeta, minha linha não é nada reta; às vezes sou prólogo e prolixo, com muitas marcas e metas, enfrento, flerto e afago as cacholas abertas. Sou anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas minhas loucuras.
Se conhecer é acender um incenso ‘corta inveja’ para combater não só as invejas alheias.
Branca paz, vermelho sangue e azul turquesa
Sobre a mesa fria... Uma marmita e um finado
Uma carta em uma trincheira e o soldado
Traição, vida e morte são realezas.
A frieza de tal ser mostrava-se tão imensa dessa vez,
Que se deu no espelho ao perceber que era amado e nada fez.
Não se venda ao Sistema; não aceite ser trem e voe.
Empatia é quase ser irmão, ser amigo;
Simpatia é quase ser utópico, ser Pollyanna.
André Anlub
21 de abril de 2018
Das Loucuras (come churros com cheetos e toma sustos)
Das Loucuras (come churros com cheetos e toma sustos)
O problema é o dilema que existe na dúvida ancorado...
Entre o ser, ser feliz ou não ser; entre o sim, o talvez e o não.
Já sendo, vai com saúde arrumar no sol um trocado;
Não sendo, deixarei o comentário para outra ocasião...
Pois se vê enrascado na sutileza do mundo cão.
Pega fôlego, está sôfrego; pega fila, está fulo...
Mergulha fundo até ver o fecundo.
Em cima do muro têm ideais moribundos
Que não voam com os maribondos,
Ficam aprisionados em seu turno, soturnos,
Em sátiras satânicas muito além do cinema:
No coração do mar – sempre!
Coração e alma – poesia!
No coração da loucura – aos repentes!
Coração valente – nem tanto!
Coração satânico...
Doce lágrima com gosto de sal
E batata-frita insossa – dilema.
Pipoca para aquele filme da sessão da tarde,
Já vão tarde todos os seus problemas.
No baú empoeirado da memória,
O mais perfeito retrato;
Aquele embrulhado no lenço,
Ainda ensopado do choro.
Tem em mão a antiga fotografia do sossego,
Que só cego e morto não puderam ver...
Mas puderam sentir – é a paz de outrora!
Agora, mesmo desfigurada,
Amarelada e quase imperceptível...
Reorganiza a vida, reurbaniza a estrada,
Enterra as moléstias, acerta a hora.
André Anlub®
(20/4/17)
20 de abril de 2018
Das fagulhas
Das fagulhas
As fagulhas da vida
Acendem as fogueiras mais esquecidas
Aquelas que pareciam extintas
Renascem reabrindo feridas.
Com o andar certeiro e sereno
Atravessa-se a estreita ponte;
Olhos firmes através do nevoeiro
E nas mãos um livro de poesias.
Dentes que querem morder;
Pesadelos que querem morrer;
Os músculos não são minúsculos;
Ainda resta muita coisa a fazer:
Sinto e conto os segundos...
Estabelecido os limites,
Os lamentos derramam-se aos litros;
Criando inícios,
Possíveis meios e novos fins.
Há enfim o vulcão que explode por dentro e queima por fora...
Foi-se a aurora:
Põem-se ao por do sol as sublimes asas...
E que asas.
Tempos de açúcar e sal,
Mel e alguns temperos destemperados...
Mas a solução na contramão do tempo,
Sem lamento ou consentimento.
Atrelado no meu sonho de ter um barco
Há um poder colossal;
Ponho no papel – em primeira pessoa –,
A brincadeira que faço com as palavras.
André Anlub
(27/05/17)
19 de abril de 2018
Das Loucuras (ama as borboletas, mas mata as lagartas)
Das Loucuras (ama as borboletas, mas mata as lagartas)
De repente tal coisa não seja incompreensível,
Apenas sua capacidade de cognição não a alcance.
Doa os joelhos, pois dor de cotovelo e tão démodé...
Crer para ver, ver e crer e acreditar que na cartola há coelho...
É saber que tudo é cru e verossímil, inclusive esse lance.
Adaptar textos, ouvir vozes,
Gritar em seitas, abrir exceções...
Não fazem nascer coerência,
Tampouco te redime às transgressões.
O amor é tão simples, belo e fulgente,
E não cabe em oportunas moldagens;
A dor que dói em outro e na gente
Faz parte da vida e suas engrenagens...
Assim, a luta deve ser respeitada e entendida,
As mãos devem ser estendidas – não às palmadas...
Mas para oferecer abrigo e coragem,
Para ser irmã, mãe, amiga.
Tudo bem e tudo firmeza em suas majestades,
Já vou-me tarde, vomitei no carpete.
Lá vem bronca – Bronco Billy no oeste...
Eastwood está velho, mas já deu suas cacetadas.
Sempre fui caçador;
Foi para isso que me presto
E é isso que me resta,
Agora chegando ao patamar da vida
Com as soluções nas mãos,
A visão ligeiramente cega
E tudo corretamente bem resolvido.
Morrerei lapidando meus olhos
Olhos de um pretenso poeta;
Visão de um “auto absolvido”
Miragem que erra e acerta*.
*Fragmento modificado do poema do autor “Soi-disant”
André Anlub®
(19/4/18)
Patativa do Assaré (Fortaleza/CE)
18 de abril de 2018
Página virada (dueto)
Página virada (dueto)
Quero ter coração de anjo novo
Que voa por entre velhos amores
Ouvindo canções de remotas lembranças
Pousando em outros tempos de esperança.
Singelos sinos me recebem
Com o badalar das seis horas
Alguma igreja de outrora
Em uma remota cidadezinha bem velha.
Cansei, quero mudar, ser melhor...
e bem rápido, se possível...já
pois cansei de viver só.
Ser feliz...ando a procura de um amor
sem precisar tanto sofrer, me apaixonar
se habilite alguém...por favor!
Uma pessoa sincera e humilde
que tenha bastante compaixão
Muita fé que o fim é só o inicio
E infinito de amor no coração
E, pensando sempre positivo
sei que um amor vou conseguir
não quero pensar no antigo
e essa mágoa, já é hora de partir!
André Anlub e Val D Oliveira
15 de abril de 2018
Das Loucuras (telefone em tele encéfalo, celofane no céu de afã de Afrânio)
Das Loucuras (telefone em tele encéfalo, celofane no céu de afã de Afrânio)
Acerca de cerca: sobre esse assunto assenso:
Por um bom senso vou pôr embaixo algum tipo de gramado.
Piso sim – é sintético; o barulho ao ouvido e o piso resolvido...
Penso firme na ideia de peso, pressupondo que peco no passo...
Vou deixar como está, estala-me, e deixo a deixa: acomodado.
Pensando alto, pode-se se ver muito acima do cimento...
Das montanhas mais altas retiro meu sustento – escrita.
Pressinto uma tempestade leve e refrescante – ao vento.
São tempos obtusos, sem frutos – estéreis e laqueadura;
É era desconexa, já era o anexo – obturação em dentadura.
Acerca de estripulias simples e sem dor:
Dois ovos cozidos com batata doce,
Inhame, batata baroa, algumas pitadas de pimenta malagueta,
Duas dentadas no gengibre – só aguentará por cinco dias;
Cai enfermo, mas forte; nada de morte ao gosto do tambor...
Não há nada demais em usar a termogenia na criação de melodias.
Pensando baixo, deve-se olhar para si próprio – à própria brenha...
Todo esse ópio é óbvio se tratar do hospício em manutenção.
Vai inspiração em cadeia – são cadeiras de rodas voadoras...
Vem superação em cadeiras de balanço para servir de lenha.
Há de se ter fogo para a fogueira do luau;
Forjam-se espadas e escudos – enterram tudo à inocência;
Conta-se com a presença de deuses, mendigos e do sobrenatural.
Nascem belas árvores na ebonite, com cores, odores, força e tal...
Muito acima – ao centro – abaixo – da incoerência.
André Anlub®
(15/4/18)
14 de abril de 2018
O poema de T.S. Eliot
O poema de T.S. Eliot
“A Terra Desolada”
tradução de Ivan Junqueira
O enterro dos mortos
Abril é o mais cruel dos meses, germina
Lilases da terra morta, mistura
Memória e desejo, aviva
Agônicas raízes com a chuva da primavera.
O inverno nos agasalhava, envolvendo
A terra em neve deslembrada, nutrindo
Com secos tubérculos o que ainda restava de vida.
O verão; nos surpreendeu, caindo do Starnbergersee
Com um aguaceiro. Paramos junto aos pórticos
E ao sol caminhamos pelas aléias de Hofgarten,
Tomamos café, e por uma hora conversamos.
Big gar keine Russin, stamm' aus Litauen, echt deutsch.
Quando éramos crianças, na casa do arquiduque,
Meu primo, ele convidou-me a passear de trenó.
E eu tive medo. Disse-me ele, Maria,
Maria, agarra-te firme. E encosta abaixo deslizamos.
Nas montanhas, lá, onde livre te sentes.
Leio muito à noite, e viajo para o sul durante o inverno.
Que raízes são essas que se arraigam, que ramos se esgalham
Nessa imundície pedregosa? Filho do homem,
Não podes dizer, ou sequer estimas, porque apenas conheces
Um feixe de imagens fraturadas, batidas pelo sol,
E as árvores mortas já não mais te abrigam, nem te consola o canto dos grilos,
E nenhum rumor de água a latejar na pedra seca. Apenas
Uma sombra medra sob esta rocha escarlate.
(Chega-te à sombra desta rocha escarlate),
E vou mostrar-te algo distinto
De tua sombra a caminhar atrás de ti quando amanhece
Ou de tua sombra vespertina ao teu encontro se elevando;
Vou revelar-te o que é o medo num punhado de pó.
Frisch weht er Wind
Der Heimat zu
Mein Irisch Kind,
Wo weilest du?
''Um ano faz agora que os primeiros jacintos me deste;
Chamavam-me a menina dos jacintos."
- Mas ao voltarmos, tarde, do Jardim dos Jacintos,
Teus braços cheios de jacintos e teus cabelos úmidos, não pude
Falar, e meus olhos se enevoaram, eu não sabia
Se vivo ou morto estava, e tudo ignorava
Perplexo ante o coração da luz, o silêncio.
Oed' und leer das Meer.
Madame Sosostris, célebre vidente,
Contraiu incurável resfriado; ainda assim,
É conhecida como a mulher mais sábia da Europa,
Com seu trêfego baralho. Esta aqui, disse ela,
É tua carta, a do Marinheiro Fenício Afogado.
(Estas são as pérolas que foram seus olhos. Olha!)
Eis aqui Beladona, a Madona dos Rochedos,
A Senhora das Situações.
Aqui está o homem dos três bastões, e aqui a Roda da Fortuna,
E aqui se vê o mercador zarolho, e esta carta,
Que em branco vês, é algo que ele às costas leva,
Mas que a mim proibiram-me de ver. Não acho
O Enforcado. Receia morte por água.
Vejo multidões que em círculos perambulam.
Obrigada. Se encontrares, querido, a Senhora Equitone,
Diz-lhe que eu mesma lhe entrego o horóscopo:
Todo o cuidado é pouco nestes dias.
Cidade irreal,
Sob a fulva neblina de uma aurora de inverno,
Fluía a multidão pela Ponte de Londres, eram tantos,
Jamais pensei que a morte a tantos destruíra.
Breves e entrecortados, os suspiros exalavam,
E cada homem fincava o olhar adiante de seus pés.
Galgava a colina e percorria a King William Street,
Até onde Saint Mary Woolnoth marcava as horas
Com um dobre surdo ao fim da nona badalada.
Vi alguém que conhecia, e o fiz parar, aos gritos: "Stetson,
Tu que estiveste comigo nas galeras de Mylae!
O cadáver que plantaste ano passado em teu jardim
Já começou a brotar? Dará flores este ano?
Ou foi a imprevista geada que o perturbou em seu leito?
Conserva o Cão à distância, esse amigo do homem,
Ou ele virá com suas unhas outra vez desenterrá-lo!
Tu! Hypocrite lecteur! - mon semblable -, mon frère
Trecho de ''Terra Desolada'', publicado pela Editora Nova Fronteira em ''T.S. Eliot - Poesia''.
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Biografia quase completa

Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)
Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas
Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)
• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)
Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha
Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas
Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)
Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte
André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.
Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.
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Filha e esposa de Edir Macedo dando, aula de desapego:
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Poemas de Manoel de Barros Via: Templo Cultural Delfos SEU MARGENS Seu Zezinho-margens-plácidas, célebre fazedor de discursos patr...
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Ontem tarde esqueci seu nome... Mas hoje cedo me lembrei de que isso não faz/fazia/fará a menor diferença. As melhores opções nem sempre s...












