28 de fevereiro de 2021

Excelente domingo

 Via: Iconografia da História (facebook)




"A aptidão das mulheres para derrubar ditaduras: Quem foi a "Guerrilheira de Waswalito”, protagonista da famosa fotografia que misturava amamentação e fuzil


Durante os anos 80, período da Revolução Sandinista, que depôs o ditador sanguinário Anastasio Somoza, governante da Nicarágua, o fotógrafo Orlando Valenzuela captou uma foto que correu o mundo, demonstrando a coragem e aptidão das mulheres para combater ditaduras.

A imagem ficou conhecida como a “Guerrilheira de Waswalito” e mostra a guerrilheira Blanca López, amamentando o filho com um fuzil nas costas, horas antes de um confronto armado contra tropas governistas.

A cena só pôde ser registrada, pois as revolucionárias impuseram a livre amamentação em qualquer lugar, já que a ditadura de Somoza havia proibido a prática em público.

Blanca tinha 14 filhos, morava em uma propriedade rural e pobre no interior nicaraguense e combateu durante 3 anos no exército rebelde, que, posteriormente, derrubou o governo ditatorial da família Somoza."

Texto - Joel Paviotti

23 de fevereiro de 2021

Pombas felinas

 



Pombas felinas


Ela eternamente chamará atenção:

Holofote faz parte de todos os tempos.

Tudo lamento, intento, comemoração;

Tudo emancipação, afeição, fomento.


Nas ondas dos mares,

A solidão em sal, doce e tais;

Tudo jaz e renasce

Com o passar dos segundos.


Nos submundos da pera podre;

Nos céus das abóbadas celestes;

As vastas vestes dos reis

E os depilados reis desnudos.


Tudo com tudo e mais um pouco nesse louco mundo,

Pois tá com nada fazer muito pouco alarde de tudo.


Em todos os horizontes surgem poesias ecléticas,

Esféricas feras que circundam mentes nada ocas.

Falam todas as línguas,

Beijam todas as bocas.

São loucas e caóticas felinas,

São pombas brancas e éticas.


Fez a fonética que se imprime e se redime

Na escrita que se expoe, se cura e se adoece.

Faz de seu regime artístico algo que o fortalece,

Deixando pegadas de cores às mentes que a imprimem.


André Anlub®




22 de fevereiro de 2021

Das Borboletas

 


Das Borboletas


Ao findar a chuva aparecem os primeiros olhos

Curiosos olhos felizes e esfomeados

Donos dos seus devidos solos.


Com o retornar do astro rei

Insetos retomam voo, formigas voltam ao trabalho.


E as borboletas...


Borboletas sem rumos fazem sombras e voam através dos tempos

Com objetivos incógnitos, vão em coloridos enlouquecidos.

Se vão, como os ventos jamais esquecidos...

São arco-íris vivos, sem agonias ou contratempos.


Borboletas são tão frágeis e enamoradas

Imponência e imanência do majestoso

Com seu voar ébrio desconcertante

Deuses levantam de seus tronos e aplaudem.


Borboletas vão de encontro à perfeição

Trovões se calam e vulcões resfriam-se

No infinito do espaço se faz um silencioso eco

Tão perto da magnitude sem emitir um só som.


Nos anéis de saturno o soturno definha

Amplo brilho se faz ofuscando a vida

Nas suas asas a essência, aquarelas no tom

Tudo isso só visto aos olhos do bom.


Foto e texto: Andre Anlub



16 de fevereiro de 2021

Aonde o coronavírus não chega!

 


Das Loucuras (babuíno na balbúrdia)

Rock balbúrdia na boa
Lembrou-me Rocky Balboa
Cinema do bairro lotado
Enlatado encalhado noutra esquina.

Vamos que vamos às águas claras e calmas,
Elevando à alma os imaculados pensamentos.
Os pés preparados para terrenos íngremes e difíceis,
Monges aos montes espalhando fomentos.

Não é fogo de palha, é fogo extremo...
A tarde que cai no buraco do esquecimento.
Meias verdades, verdades inteiras...
Um exército de paz com canhões e trincheiras.

Voltamos ao lutador de boxe na ativa...
Aqui jaz a inércia; aqui vem a experiência.
Samba pra cá, traz o drink e a desobediência...
Hoje é festa com poesia, som e expectativa.

Ou enfrentamos o marasmo ou ele nos engole...
No gole, no trago – não galego, eu não trago angústia.
Há de se ter alegria para distribuir ao vento,
Deixando ao relento tudo que não é rebeldia.

Absolutamente, sem precedentes vamos às ruas...
Levando ideias, lavando aldeias, louvando índios.
Quero ver o mundo inteiro com a pele nua...
Debaixo de uma Lua que engoliu todos os princípios.

André Anlub®
(16/6/19)



15 de fevereiro de 2021

Das Loucuras (da lama ao caos, à natureza sofrida, e no cais nada de vida)

 


Das Loucuras (da lama ao caos, à natureza sofrida, e no cais nada de vida)


O ás está na manga,

Mas ele manja no pé as melhores mangas.

Não precisa competir com irmãos;

Compete a ele decidir o que faz.

Os pés e o viver cheios de calos,

E a sua Caloi não roda mais;

A prancha de surf amarelou,

E ele amarelou para as grandes ondas.


É estranho e faz estrago,

Dá um trago para escrever a linha seguinte;

É loucura, pois o cura de fato,

O faz quase incolor, inodoro e insípido.

Dá palpite nos próprios atos,

E é fato que dá alpiste aos patos.

Joga falas no ralo,

Mas tira proveito dando ouvidos ao requinte.


Estado de lamento é a lama do momento,

É mosquito, é febre, é sofrimento...

É a mente emprestada,

É a empreitada sem cabimento:

Empresa que trouxe e traz tormento.


No vale tudo versus a Vale,

Não há limite de punição que se invente.

Vale a pena penar, lutar, abancar com afinco

E embarcar nesse barco...

Juntar-se à Mariana, ao Rio Doce,

Ao povo sofrido e ao meio-ambiente.

Um duelo doloroso, nada decente...

Com a faca nos olhos e nos dentes à Samarco.


André Anlub®

(27/1/18)

12 de fevereiro de 2021

Salve, salve, Gonçalves.














Toda vez que vejo um Brasileiro com um nariz de palhaço, não sei porque, me lembro da pegadinha do: "desenhe um "i" com um pingo em cima"

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Salve, salve, Gonçalves.

(Homenagem a Gonçalves Dias)


Nos primeiros cantos

expõe com nitidez

enaltecendo a inspiração

como tambores rufando

com o encanto das palavras.

Nos segundos cantos

conhecimento e afinação

há tentativa de união

e consolação nas lágrimas.

Todo poeta é alteza

que exibe sua emoção

também nos conta a memória

páginas realmente vividas

como nos fala em “Os Timbiras”.

E a memória não morre

escorre e percorre as folhas

em bolhas de um puro folclore

que é a mais verdadeira verdade.

Salve, salve, Gonçalves.


André Anlub®

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Nau que jamais afunda


Poesia do amor é colossal

Vive mil afetos e paixões

Indizíveis nas puras emoções

Faz da amada a imortal.

Navega em lugar desconhecido

Na nau do porvir inesperado

Sentimento na quimera ancorado

Cobiça o anseio correspondido.

Face e sorriso na essência

Delírio da memória registrada

Afeto que se perde na estrada.

Mas se há ínfima clemência

Refaz-se o mar antes navegado

Renascendo o amor desamparado.


André Anlub®

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Algumas histórias II


Estava cá com meus botões

Rememorando velhos bordões

Pensando em épocas remotas

Concupiscências e efígies mortas.

Lembrei-me de amores perdidos

Esquecendo-me de dores achadas

Pessoas que foram imaculadas...

E demônios travestidos de amigos.

Recordo dos conhecidos porteiros

Nas calçadas com seus banquinhos

Sentados o dia inteiro

Ao lado dos seus radinhos.

Vozes agudas dos rádios a pilha

Diversão do seu dia a dia

Hoje atrás de grades e guaritas

Entregues à sorte e à morte...

Estão à revelia.

Lembrei-me das ruas sem movimento

Que serviam de campo de futebol

A ausência maciça de lamento

Para todos nascia o sol.

O gol feito de chinelos

A bola “dente de leite”

Seguia torta em caminhos retos

Felicidade que compunha a gente.


André Anlub

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Algumas histórias 


Cheiro de madeira queimada

Na ponta dos espetos, salsicha e queijo

Sicrano tocava um blues na viola

Eu tirava um som da minha velha gaita.

Fulana cantava melodiosamente no ritmo

Enquanto Beltrano arrepiava nas latas de Nescau

Os animais, com o barulho, já haviam corrido

Era uma calma e bela noite logo após o Natal.

O show já estava frenético e sem rumo

Vaga-lumes embriagados rodeavam o local

E em uma nuvem se escondia a lua minguante

Não havia qualquer luz artificial.

Na sombra da fogueira, imagens curiosas

Dançavam com a música nas árvores e arbustos

Deu-se uma imagem sombria de um corvo

Logo se transformou em uma flor formosa.

São momentos inesquecíveis na minha mente

Que nem mesmo o garrafão de vinho conseguiu apagar

Transformadas anos depois em alguns versos e prosas

Essa história ocorreu em Visconde de Mauá.

Depois retorno para falar das cachoeiras...

Ah, as cachoeiras...


André Anlub 

(12/02/2012)

9 de fevereiro de 2021

Ziguezague - ziquizira

 



Ziguezague - ziquizira


Na vida da dama os fulgentes ofícios 

Dócil anjo do hospício que tingiu em sua vida:

Guaches, canções, letras - artifícios 

Do repente que trouxe delicada guarida.


Ziguezague de arranque; bucólico sentimento, 

Mão dançante - frenética da mente produtiva. 

Ziquizira que se rendeu ao faminto fomento

E no momento só enxerga a real perspectiva. 


Andarilha no trilho, Falcão de voo sucessivo,

Faz do seu trabalho o ato muito mais expressivo. 

Do suor do seu couro nesse denso mundo raro,

Faz do seu rei no umbigo somente um detalhe. 


Que a inspiração não suma - não durma - não falhe...

E se doe doce no eterno, açucarando seu faro.


André Anlub

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Foste no preto e no branco

e trouxeste na mente

aquela ideia de mim.

Já fazia seis anos

dos sorrisos benfeitos

nos olhares, trejeitos

e o coração nada ardil...

Apego de zero a mil

é paixão até o fim

amar tim-tim por tim-tim.


André Anlub®

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Das Loucuras (em primeira pessoa, pessoinha especial)


Penso, prenso, escrevo, leio, faço e digo não;

Desfaço o abraço e alguns rabiscos ficam à deriva. 

Mas sempre preciso de mais tempo para a lapidação.


É assim comigo; é assim comida; é assim com a vida.


A dura espera do parto é uma esfera metálica

Nada estática e toda enigmática; intimidante e reluzente.

Fico à espera de surgir uma ponta, mesmo que um espinho,

Para amarrar meus escritos infindos, enfim, meus “niños”.


É assim: satisfazer – mesmo que parcialmente – a sede.


E quanto ao faro do feto no ventre?

Que muda a poesia, a torna (ou não) coerente...

Há exceção, mas nada é extremamente raro!

E quanto a não questionar mais nada?


Rara é sensação de satisfação plena!

Não raro é estar a par do que é um poético choque,

E mesmo assim ser de si mesmo para-raios...

Levando a descarga elétrica contente,

Queimando e curando a sensação amena,

Assumindo os estragos do enfoque.


Por trás de toda justificativa há uma comodidade;

Por trás de toda comodidade há inúmeras justificativas.


Digo: dispenso, disperso, descrevo, releio e sim...

Faço novamente o laço, mas com outra vertente.

Voo através da minha própria inspiração – sou insolente...

O tempo é suficiente, escasso é o fim.


André Anlub®

(20/1/18)



7 de fevereiro de 2021

excelente semana




Dueto LVIII

Passaram-se décadas de escadas e escaladas, entupiram-se alguns canos, cabelos caíram, ossos furados, castelos ruíram.
No rosto do bibliotecário o vinco dos registros formava rios que desaguavam em oceanos de mágoa.
O que já passou por suas mãos e olhos são incontáveis joias raras, pedras preciosas, escritos, pequenos silêncios e enormes gritos de escritores de todo o globo.
Tudo dele, tudo nele. Sua vida é contar e recontar as pedras, encontrando ou deixando escapar as preciosidades.
Espalhou a semente da leitura: família, vizinhos e toda sua pequena cidade... mas não se sentia completo, não era pleno, era até mesmo infeliz ao extremo.
No extremo da angústia perguntava-se e a resposta era mais uma pergunta: O que é que eu estou fazendo aqui?
Saiu pelas ruas à procura da resposta; olhou pelas praças, bancos e ruelas e viu os amigos (eles e elas) lendo ou carregando livros; olhou pelas janelas baixas e viu mesas postas e ao lado as cristaleiras com livros guardados para o “após ceia”.
Pedras guardadas, livros guardados. Pedras nos olhos, livros nas estantes. Pedras nos sapatos, livros nas gavetas.
A impressão de dever cumprido veio junto com a de não dever nada; então, novamente, deságua em lágrimas, pois o livro que mais quis ler, ele não havia escrito.
No livro que ele não havia escrito, a resposta para sua pergunta não era uma nova pergunta e ele finalmente não dormiria mais embaixo da mesa.

Rogério Camargo e André Anlub
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Seu amor me implantou uma espécie de dormência,
Algo incômodo que carrego junto à carência. 
Amor fantasiosamente assombroso – casto colosso,
Que me pisa impetuosamente com pés quilométricos
E me acende o sorriso mais um par de vezes.

(André Anlub - inspirado na Ana Hatherly)
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É com você meu excesso
cada rima faz a lima que esculpe
cada lume é grito na ideia.
A sina e a saudade tomam forma de poeta
o blá, blá, blá de normas e métricas
falece.
Onde foi parar a catarse?
Vai catar-se, sentimento é meta
escrever é vida, variação
que bem entendida, enobrece.
No descanso ao relento
deitado na rede, invento
rabiscos, borrões
com ventos quentes me esquento
e nos frios me aqueço.
Sono profundo eu finjo
só medito.
Em letras bold
grandes e coloridas
surge seu nome
se transformando em seu rosto
em doce sorriso
e por fim em “te amo”.

André Anlub®
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Le Petit Maurice

Depois de sair do seu banho...
Reparte o cabelo ao meio,
passa um pouco de Gumex,
no pulso seu belo Rolex.

Separa um trocado pra cerva,
não se esquece da erva
e a chave de seu Chevrolet Veraneio.

Coloca uma bermuda de marca,
um chinelo de dedo,
mesmo sabendo que é cedo,
um uísque e dois cubos de gelo.

Vai sem rumo pra Urca,
louco varrido na praia,
depois uma pizzaria famosa,
com gente bonita faz prosa
(nunca soube o que é uma árdua labuta!)

Esse ano fez trinta anos,
(nunca na vida fez planos!)
mede um metro e noventa,
um par de olhos azuis,
ama bala de menta,
pai rico, famoso juiz.

Estudou nos melhores ensinos,
fez inglês nos Estados Unidos;
mulheres ele coleciona aos quilos,
é inteligente e feliz.

Fundou uma confraria de solteiros,
charutos e bebidas - prostitutas e cavalos
Quando chegou aos quarenta,
dinheiro e saúde pro ralo.

A vida ficou antipática,
empilhando contas em sua mesa,
o burguês que migrou pra pobreza,
morreu de cirrose hepática.

André Anlub®

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.