17 de março de 2021

12 Little Spells


Via: Cultura Alternativa


"12 Little Spells de Esperanza Spalding, o mundo da música sem parâmetros

Esperanza é diferenciada, não há gênero musical que defina 12 Little Spells


Ouço no Spotify e me encanto com a criatividade de Esperanza Spalding.


Repenso minhas linhas melódicas e composições e questiono se vale a pena o aplauso ou a busca pelo novo. 


Esperanza com certeza não busca o aplauso, mas, mostra o que sabe ao longo de anos de estudo. 


Ele é aplaudida e reconhecida pelos audiófilos mais exigentes acostumados com a tonalidade e a atonalidade.


Ouvi duas faixas até agora e minha cabeça já viajou por mundos diversos. Onde vai terminar essa viagem?


Não vai, cada vez mais, enlouqueço no som e não fico mais sóbrio e sensato. 


Quero a loucura, o outro lado da lua.


12 Little Spells – Concepção

12 Little Spells foi escrito por Spalding em um retiro de escritores em um castelo na Itália – inspirado pelas propriedades curativas da arte, como a música e o corpo interagem, e seu interesse em Reikki. 


Cada feitiço é baseado em uma parte do corpo diferente, explorando a maneira como o quadril se move e descobre o peso, a sensação do sangue bombeando através das veias e além. 


Spalding gravou o álbum com sua banda em apenas alguns dias, e então lançou cada feitiço com seu próprio vídeo em suas páginas no Facebook, Instagram e YouTube ao longo de 12 dias – os vídeos combinados estão em 4 milhões de visualizações e crescendo. 


Em novembro e dezembro, ela lançou um novo show ao vivo com um design de palco personalizado, vestidos projetados para ela por Diego Montoya, coreografia e imagens projetadas – limitado a apenas 12 apresentações.


Esperanza Spalding – Músicos

O corpo principal que está na maioria das faixas segue abaixo.


Esperanza Spalding – vocais, baixo acústico, baixo elétrico, kalimba


Matt Stevens – guitarra, vocais, baixo


Justin Tyson – bateria, órgão, sintetizadores, batidas


Esperanza Spalding


Foi criada sozinha pela mãe, que a influenciou grandemente e que a apoiou totalmente quando decidiu-se pelo mundo da música após assistir aos 04 anos Yo-Yo Ma.


Depois de um ano, já tocava violino – instrumento que estudou com dedicação total até os quinze anos. Nessa época assumiu como primeira violinista de uma orquestra comunitária no Oregon, “The Chamber Music Society Of Oregon”.


Esperanza canta em inglês, espanhol e português. Tocou acompanhada por grandes nomes do jazz, como Pat Metheny, Joe Lovano, Michel Camilo, Donald Harrinson e Milton Nascimento. Foi mencionada pela revista Down Beat como “a melhor baixista em ascensão”. 


Compõe e leciona no Berklee College of Music em Boston, sendo a mais jovem professora da instituição.


Esteve no Brasil em 2006, acompanhada pelo pianista cubano Roberto Fonseca. Também gravou com a cantora e compositora Ana Carolina, na música Traição.


Em 2011, ganhou o Grammy na categoria de Artista Revelação. Esperanza esteve presente no Rock in Rio realizado em 2011 no Rio de Janeiro. Seu show no Palco Sunset contou com a participação do cantor Milton Nascimento, com repertório baseado principalmente em música popular brasileira


Matt Stevens


Stevens nasceu em Toronto, Ontário, Canadá e estudou piano e guitarra em uma idade jovem. Desde a graduação da Berklee College em 2004, Stevens se estabeleceu na cena jazz contemporâneo.


É considerado um dos “guitarristas de jazz mais empolgantes e promissores” de sua geração.


Stevens excursionou extensivamente nos EUA, Canadá, Europa, Ásia, África do Sul e América do Sul. Ele também é membro do corpo docente adjunto da New School e ministrou workshops no Summer Workshop de Jazz de Maryland, na USC, e no Berklee College of Music.


Stevens atualmente reside em Nova York, Nova York.


Justin Tyson


Baterista e tal. Nasceu em Grande Rapids (Minnesota), mora em Nova York, baterista desde 1990. Tony Williams, Vinnie Colaiuta, Câmaras de Dennis, Chris Dave influenciaram-no. 


Esperanza Spalding – Músicas

Toda são de Esperanza Spalding segundo informações do Spotify na área de créditos.


1- 12 Little Spells (thoracic spine)


Uma mescla total de quem conhece muito tonalidade, arranjos, timbres. As vezes não soa muito agradável e a música nem sempre precisa ser agradável. A música precisa ser rica, mas, é importante dizer gosto não se discute. E quem vai gostar dessa música? Poucos. Inclusive eu.


2- To Tide Us Over (mouth)


Ela é ousada e sua ousadia é poesia experimental explodinho em tambores, tons e sons ornamentados de peso ao final. Uma crescente genial de uma música diferenciada e apaixonante.


3- ‘Til The Next (eyes)


Atonal. Tonal. Vai e volta. Simples e Complexa nas harmonias. Você sente que ela compõe com o instrumento que toca e a voz que tem. Simplesmente, ela é talentosa demais.


4- Thang (hips)


Essa pulsou. Parece que estamos todos dançando num campo onde refugiamos nosso coração. O orgão cai tão bem quanto ao timbre, simplesmente genial. Amei.


5- Touche in Mine (fingers)


Como dizia Fábio Barros. Coda.


6- The Longing Depp Down (abdomen)


Utiliza toda a extensão vocal e quebra tudo em termos de harmonia, melodia, enfim, a percussão pulsa, bem como, a fala, recitando, lendo, sendo irônica.


7- You Have to Dance (Feet)


Risos, quebras, dance, se balance, se encante com quem sabe o que faz. Sério? Charme rítmico.


8- Now Know (solar portal)


O início com o baixo, depois, explosões e a guitarra distorcida presente em outras faixas amamenta nossos ouvidos.


9- All Limbs Are (arms)


Apenas vozes, masculinas, femininas e tal e coisa. E um piano ao fundo.


10 – Readying to Rise (legs)


Sensualidade de pernas abertas ou não. Sensualidade irmão e irmã. E muitos tons desunidos.


11- Dancing the animal (mind)


Depois de tanta tensão, muitas palavras em breves frases musicais, quase sem respiração entre elas. E a loucura com a bateria.


12- With Others (ears)


Tonal, depois, atonal e a guitarra distorcida torcendo seu coração.


12 Little Spells – You Tube e Spotify

Creio que essa filmagem foi feita por um passageiro vivo no público. Um passageiro que viaja na música. Pesquisando no You Tube você encontra faixas dispersas do trabalho  e etc."



14 de março de 2021

Das Loucuras (bife do oião, picles e salsão)

 


Das Loucuras (bife do oião, picles e salsão)


Já testei de tudo: barcos em águas de céu

Cerca de um caminhão e meio, descarregando fel.

De nada adiantou, a sina está sublinhada...

Adianto ao seu agradecimento: de nada!


Tal tormenta de enorme proporção,

Na emoção pairava perpétua e quase imutável.

Uma palpável solução veio-me assim num sonho...

Digo: tudo mudou nesses santos anos.


Foram-se os olhos derramando lágrimas turvas,

Foi-se a aflição do velho homem branco.

Sentado no banco, na esquina, me vigia nua e turva,

O sentimento e seus pavorosos novos planos.


O que esperar?

Hei de saber.

Naufragar em rio, ou em mar?

O futuro há de dizer.


Em comunhão com a sina,

Assino minha total devoção:

Sou seu, sou sua, sou sofá ou esquina,

Aquilo ou isso que é latrina, também expurga, 

Um cão, uma pulga... 

Dei meu corpo e minha alma

E só pediu minha mão.


André Anlub




11 de março de 2021

O passado que passou e foi tarde


O segredo é parar de bater o pé falando que o tempo voa e começar a bater as asas voando mais alto que ele.

.O passado que passou e foi tarde


Fita uma rota, faz uma bola

amassa, arremete, amarrota.

Na lixeira dos olhos no mundo

vendo tudo e uma untuosa esmola

que pelos dedos escorre.


Conformismo e coração rejeitado

condomínio de um domínio absoluto.

Há coisas especiais que se ama e preza.

Há verdades, há reles coitados.


Já foi, é ou será cedo

assumindo tal culpa, nesse sol nascendo.

Admito: estou envergonhado

e avermelhado com tamanha beleza.


As pegadas são honestas

prolixas, mas reais.

Nas folias que me aceitei de palhaço

no meu coração ficaram dois traços

um xis de açúcar e sal.


Enfim, já foi o passado

ficou a lembrança

das derrotas e talhas 

distintas batalhas

lapidando o brilhante

da paixão como herança.


André Anlub®

------------------------------------------

Corações inteligíveis


Nesse amor descolado, desnudo

Das mais gostosas traquinagens

Organizando as engrenagens

Desorientando meu mundo.


Acordo afogado no pranto

Praticamente um tsunami violento

Que fez-me lembrar dos tantos encantos

Que migraram para o desejo vagabundo.


O tempo se esgota, é a gota d’água

Que desagua na grota e no vento

Pois invento a lorota da mágoa

Por não encontrar meu contentamento.


Perco a razão do vivente

Mas no convívio, dentro de um conto

Lapido do meu jeito o sonho

E à francesa saio pela tangente.


Ah, sei que o seu pensamento é só meu

E em um breve instante, em branco

Escorrem os pigmentos mais francos

E colorem todo o nosso apogeu.


André Anlub

------------------------------

Num dia quente de verão

Brota um amor quente

Que faz quentes a alma e o coração... 

E só assim "fico frio"!


Hora do recreio


Quem será o guardião desse coração:

Tão intenso, raro e quente.


Nesse vai e vem do povo a cólera passa rente...


Tentando roubar o puro, 

Esconder o tesouro, 

Cavando um túmulo

E matando os loucos.


Tudo se transforma na fala

Da saliva da ponta da língua.

Na palma da mão que entorna a raiva,

Perdendo-se no céu anfitrião.


Sendo o alicerce mais forte,

Fez-se o castelo - nasce o coveiro...

Que rompe vis elos,

Enterra as contendas.

Encarcera o faqueiro que insiste no corte.


A verdade mostra para que veio

E o ópio evapora na veia.

Surge a sorte pisando na morte,

Tornando o instante um instante perfeito.


O som é mais ameno,

No feliz badalar dos sinos

Para a hora do recreio.

8 de março de 2021

Excelente semana aos amigos

 



Incidente em um supermercado de Nova Jersey - tweet ontem por Michael Perino @ProfessorPerino

“No supermercado hoje, encontrei uma senhora idosa parada em frente a uma prateleira alta segurando compotas Bonne Maman. Ela estava tendo problemas para encontrar o sabor que queria porque os potes estavam colocados de volta na prateleira.

Ela não conseguia ler os rótulos. Ela mal conseguia alcançá-los. Eu me ofereci para ajudar.

Depois que entreguei a ela as geléias de framboesa, ela me agradeceu, fez uma pausa e perguntou: "Você sabe por que compro esta marca?"

Eu ri e respondi: "Porque é gostoso?"

"Sim, tem um gosto bom." Ela pausou novamente. “Eu sou um sobrevivente do Holocausto.”

Esta não era a conversa que eu esperava em uma corrida ao supermercado de domingo. “Durante a guerra, a família dona da empresa escondeu minha família em Paris. Então agora eu sempre compro. E sempre que vou à loja, meus netos me lembram: ‘Bubbe, não se esqueça de comprar a geléia’ ”.

Eu disse a ela que esse foi o melhor motivo que já ouvi para comprar um produto de qualquer empresa. E então nós dois sorrimos por trás de nossas máscaras e seguimos nossos caminhos separados. ”

*

Outra pessoa no Twitter investigou a história e, de fato, a cidade de onde vem a Andros Company, criadora de Bonne Maman, escondeu e salvou famílias judias na 2ª Guerra Mundial. Chamava-se Biars sur Cere, que então contava com cerca de 800 aldeões.

De um artigo, “Você tem que entender como era então. Havia cartazes nas paredes, dos nazistas e dos colaboradores, e eles diziam que se você for encontrado para ajudar um judeu, um maçom, um comunista, um socialista ou um pervertido, você será morto imediatamente. ” Apesar do grande perigo em ajudá-los a colocar os aldeões, eles ainda mantinham as crianças seguras ”.

Um bom motivo para comprar produtos Bonne Maman. E um lembrete comovente de que quando cuidamos uns dos outros, isso pode mudar vidas e que existem pessoas boas e altruístas no mundo.

7 de março de 2021

Lembranças...

 




Ainda no círculo de fogo

As tatuagens explodem em queloides feitas de dragão,
Abuso de tal absurdo dentro de um pesadelo fecundo.
A vida em lacunas estreitas formando vias de mão e contramão;
Fantasioso irmão monozigótico – hábil jagunço moribundo.

O círculo se fecha, a flecha circunda o coração;
Não há armadura que resista, visto que o soldado está desnudo.
A emoção se faz em festa e observa o circo em combustão;
Brota abrupta a confusão: dar à vida o que releva, ou dar à alma a nutrição?

Par ou ímpar; pega ou larga; prega ou praga...
Qualquer bicho, mesmo com fome, fugiria com o horror.
A boca abre, os olhos fecham, a mente alarga;
Vem visões derradeiras de holocaustos... mentiras de pescador.

O círculo se fecha tanto que o fogo se torna chama;
É hora da pausa, o minuto da fleuma, o segundo da cama.
Meditação e foco – abstinência e dissolução – trégua e afã...
Na questão do tempo, a dor de hoje será a mesma amanhã. 

André Anlub
------------------------------

Das fagulhas

As fagulhas da vida
Acendem as fogueiras mais esquecidas
Aquelas que pareciam extintas
Renascem reabrindo feridas.

Com o andar certeiro e sereno
Atravessa-se a estreita ponte;
Olhos firmes através do nevoeiro
E nas mãos um livro de poesias.

Dentes que querem morder;
Pesadelos que querem morrer;
Os músculos não são minúsculos;
Ainda resta muita coisa a fazer:
Sinto e conto os segundos...

Estabelecido os limites,
Os lamentos derramam-se aos litros;
Criando inícios,
Possíveis meios e novos fins.

Há enfim o vulcão
Que explode por dentro e queima por fora...
Foi-se a aurora:
Põem-se ao por do sol as sublimes asas... 
E que asas.

Tempos de açúcar e sal,
Mel e alguns temperos destemperados...
Mas a solução na contramão do tempo,
Sem lamento ou consentimento.

Atrelado no meu sonho de ter um barco
Há um poder colossal;
Ponho no papel – em primeira pessoa –,
A brincadeira que faço com as palavras.

André Anlub








6 de março de 2021

Líquido sagrado de Baco



Alice Phoebe Lou 



 Líquido sagrado de Baco


Rigoroso esse tempo bom na tela do céu azul,

Enorme pingo quente dourado, 

Mas amargurado ele caminha sem norte (também sem sul).


Só esperou o cair da noite e foi-se frenético abraçar a boemia:

Nas mesas bambas dos piores bares sentiu-se bem, satisfeito,

Era aquilo ali (Alá, a luz, além) que ele queria.


Com as paredes descascadas e encardidas, 

Banheiros de intolerável cheiro ruim;

A meia luz...

A farra no garrafão de vinho barato que esvazia:

Todo feio se faz tolerável;

O detestável é a alegoria da vida.


Com três palitos de dente se faz um xadrez psicológico,

De deixar Freud confuso e Confúcio fã de Pink Floyd.


O que eu faria em uma atmosfera assim? 

Além do porre corriqueiro:

De janeiro e meu aniversário;

De ver estranhos saindo do armário;

De tudo que é falso tornar-se verdadeiro.

O que eu faria?


Largaria o último copo e voltaria ao primeiro,

Desde onde a mente vai demudando,

O tom de voz aumenta, palavrão atroz vira salmo,

E enterra-se qualquer tormenta.


O que eu faria?

Vou voando – bem calmo ao terreno estrangeiro.

A insanidade das horas perdidas no líquido sagrado de Baco:

Com uma mão vai afundando o barco

E com a outra fornece o salva-vidas.


André Anlub®



5 de março de 2021

Das Loucuras (as moscas sabem quando as mãos estão ocupadas)

 



Das Loucuras (as moscas sabem quando as mãos estão ocupadas)


É uma ordem: baixem agora as armas de fogo;

Peguem as facas e através da fumaça procurem os pescoços.

Antes: vejam se é de ouro e tirem o cordão;

Antes: vejam se é um totem e retoquem a tatuagem.


Nessa engrenagem do Sistema em abrolhos,

O mundo tira bastante sarro com a nossa cara...

E sai caro, pois é claro, como o branco dos olhos,

Que ele está meramente numa sacanagem rara. 


As moscas procuram o sumido saco de pão,

Pois um quilo de queijo coalho deu mofo.

Estamos além da fenda do fundo do poço...

No ponto de vista vasto de alguém no Japão.


É uma ordem: sem dó, nem ré, tasquem fogo...

Hasteiem essa imundice de bandeira sem emblema;

Trapo sem ideologia, sem noite nem dia, sem cor, sem rumo...

A cada novo engano, a cada novo problema, uma anátema!

Entramos pelo cano – entupidos nos esgotos de Ipanema.


As moscas procuram o suor!

Pois a cada dia que passa a pele está mais ressecada...

Desidratada... vai de mal a pior.


As mãos procuram as moscas!

Em sopapos estrepitosos; em só papo furado...

Os ditosos as esmagam sem dó.


É uma ordem: vamos todos assistir uma ópera...

Quem sabe assim uma divindade médica opera,

E novamente nos tornamos pó.


André Anlub




28 de fevereiro de 2021

Luto!

 Hoje partiu um grande amigo poeta, antologista, incentivador, rabisqueiro...  Minha primeira Antologia Poética que participei (2011), foi por convite e organização dele!







Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.